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Loveland amplia atuação no segmento florestal com tecnologias de alta performance

Manejo nutricional ganha protagonismo na silvicultura brasileira, e marca aposta em portfólio específico para o setor


O Brasil consolidou-se como líder mundial em produtividade florestal. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o país soma 9,9 milhões de hectares de florestas plantadas, com destaque para eucalipto e pinus, alcançando índices de produtividade superiores à média global — 36,7 m³/ha/ano no caso do eucalipto, uma das maiores taxas do mundo. Esse desempenho está diretamente ligado à adoção de tecnologias de manejo, em especial a nutrição florestal, que garante maior incremento produtivo, qualidade superior da madeira, redução da seca no ponteiro, aumento da lignificação, fortalecimento fisiológico e maior sustentabilidade dos plantios.

É nesse cenário que a Loveland Products, marca global do grupo Nutrien, amplia sua presença no segmento de florestas no Brasil. Reconhecida mundialmente por suas soluções de alta performance em nutrição e adjuvantes, a empresa aposta em um portfólio específico para atender às demandas da silvicultura brasileira, um setor que movimenta bilhões de reais em exportações e responde por cerca de 1,3% do PIB nacional.

“O setor florestal é estratégico para o Brasil e para os negócios da Loveland no país. Nossa entrada mais forte nesse segmento reforça o compromisso de oferecer tecnologias que sustentem a alta produtividade e a qualidade que fazem da silvicultura brasileira referência mundial”, destaca Gustavo Rocha, gerente da Loveland.

Portfólio de alta performance

A Loveland marca sua atuação no setor florestal com três tecnologias principais. Entre os destaques está o Liberate, adjuvante reconhecido como o melhor antideriva do mercado por silvicultores. Formulado com a tecnologia exclusiva Leci-Tech Inside, baseada na lecitina de soja, o produto melhora a compatibilidade da calda, padroniza o tamanho das gotas, reduz a deriva, aumenta a deposição e a penetração dos ativos, elevando a eficácia na aplicação de defensivos e fertilizantes.

Complementando o portfólio, os nutricionais LiquiFós e Liqui-N atendem às principais demandas fisiológicas dos plantios florestais. O LiquiFós é uma fonte de fósforo altamente eficiente, com liberação imediata e gradual, que melhora o desenvolvimento das plantas e ajuda na recuperação de estresses. Já o Liqui-N é uma fonte de nitrogênio de liberação gradual, com formulação segura e baixa salinidade, que garante suprimento prolongado do nutriente, maior eficiência e desempenho fisiológico das árvores.

“Nossa missão é trazer ao setor florestal tecnologias nutricionais de alta performance, que se destacam pela inovação em formulação e pelo impacto direto na produtividade e na sanidade dos plantios. O Liberate, o LiquiFós e o Liqui-N são apenas o início de uma estratégia mais ampla para o segmento, que ganhará novas soluções da Loveland nos próximos meses”, adianta Gustavo.

Distribuição exclusiva via Casa do Adubo

Os produtos Loveland chegam a todas as regiões produtoras do Brasil por meio da Casa do Adubo, outra empresa do grupo Nutrien e que há cerca de 15 anos atua de forma especializada no setor florestal. Com mais de 30 lojas e centros de distribuição, além de um CD exclusivo em Sete Lagoas e, a partir de novembro de 2025, também em Dourados/MS, a fim de atender de forma mais eficiente os clientes de Mato Grosso do Sul, estado com maior expansão de plantios florestais do Brasil. A rede garante capilaridade e eficiência logística, apoiada por equipes técnicas especializadas em todas as regiões produtoras.

Esse modelo de distribuição coloca as tecnologias Loveland ao alcance de silvicultores em todo o país, consolidando o segmento de florestas como a área de maior abrangência geográfica da Nutrien no Brasil. “Nosso compromisso é apoiar o silvicultor em todas as etapas: proteger, nutrir e cuidar dos plantios florestais com visão de longo prazo. Queremos contribuir com florestas cada vez mais produtivas e saudáveis, operações mais eficientes e resultados mais sólidos para o produtor”, destaca Marcelino Amaral Filho, gerente comercial de Florestas Brasil na Casa do Adubo.

Reforçando a força desta atuação conjunta, a Loveland e a Casa do Adubo tiveram uma participação de destaque na última edição do Show Florestal, realizada em agosto no Mato Grosso do Sul. Juntas, apresentaram aos visitantes as soluções do portfólio Loveland e a estrutura da Casa do Adubo, em um movimento que confirma a relevância crescente das duas marcas para o futuro da silvicultura no Brasil.

Loveland: 50 anos de tecnologia e liderança global

Com um centro global de operações em Loveland, Colorado (EUA) e mais de 50 anos de tecnologia e resultados comprovados, a Loveland é referência – e Líder absoluta em volume de produção – de adjuvantes e bioestimulantes nos mercados do Canadá e EUA. A expertise da marca em nutrição, fisiologia e adjuvantes agrícolas é um de seus grandes diferenciais, pautada em meio século de inovação.

No Brasil, desde 2018, a Loveland se destaca com produtos específicos como Liberate e Coach, que se tornaram referência para os produtores brasileiros. A força e a expressão global da marca se refletem na qualidade de seu portfólio, que inclui dezenas de produtos distribuídos no mercado nacional, além de seus próprios lançamentos de ponta.

Para saber mais sobre a Loveland e acompanhar as novidades da marca no Brasil, acesse o site e siga os perfis oficiais nas redes sociais.

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Biomassa está longe do milho e é preciso buscar soluções para as usinas, diz especialista

Segundo representante de empresa do setor florestal, o custo da biomassa deve fazer parte do planejamento estratégico das companhias

“Vemos algumas usinas que estão deixando para pensar na biomassa lá na frente, mas o milho está em regiões não-florestais”. O alerta é do sócio-diretor do grupo Index, Marcelo Schmid, em palestra sobe o cenário de biomassa para a produção de etanol de grãos.

Considerando onde o milho é plantado e onde o eucalipto é cultivado, conforme Schmid, há uma dissonância que se tornou um fator de risco para a indústria.

As falas ocorreram nesta terça-feira, 30, na 11ª edição do Teco Latin America, evento voltado para a cadeia produtiva de etanol de grãos e milho.

A Index não é uma empresa vinculada ao setor de etanol de grãos, mas ao setor florestal. “Vocês [indústria de etanol de milho] encaram a biomassa como insumo e isso faz muita diferença na concorrência, no mercado”, acrescenta.

Segundo ele, a biomassa florestal é uma “âncora sustentável” em longo prazo e que não depende de sazonalidade, como outras formas de biomassa. Além disso, ele defende a relevância para aplicação em diferentes mercados.

Schmid ainda relata que a madeira é cultivada em grande escala em estados de base florestal e que muitos estados agrícolas sofreram ou ainda sofrem com redução de área de plantio, pela falta da demanda. Por isso, há um trabalho de convencer o produtor de que houve um retorno da demanda pela matéria-prima, estimulando o plantio.

“A madeira mais cara é aquela que não está no pátio da minha indústria”, Marcelo Schmid (Index)

“Os municípios com maiores áreas de plantio não coincidem com as áreas de milho, precisamos dar um jeito de trazer uma coisa para perto da outra. O eucalipto pode ser plantado em quase todo lugar”, explica o sócio-diretor do grupo Index.

Ele considera que é preciso trazer o custo da biomassa para dentro do planejamento estratégico das usinas de etanol de grãos, seja por meio de parcerias ou com o fomento de produção.

Apresentando alguns números, a Index aponta que, em São Paulo, o setor de combustíveis e energia consome cerca de 2 milhões de toneladas ao ano de biomassa florestal; já em Mato Grosso, esse volume sobe para 3,9 milhões de toneladas. Por outro lado, em Mato Grosso do Sul, o consumo é de somente 200 milhões de toneladas ao ano.

Informações: NovaCana.

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ApexBrasil realiza a maior edição do Exporta Mais Amazônia no Acre

O evento começou no domingo (28) com uma experiência imersiva na floresta acreana. Já as rodadas de negócios serão realizadas nos dias 30 de setembro e 1º de outubro

A maior edição do Exporta Mais Amazônia, realizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), começou neste domingo (28/9), em Xapuri (AC), com uma experiência imersiva que levou 25 compradores estrangeiros, vindos de 18 países, ao coração da floresta acreana. A programação, realizada em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), segue até quinta-feira (2/10), em Rio Branco, com rodadas de negócios que vão reunir 75 empresas da região Norte – 44 delas do Acre – e importadores interessados em produtos compatíveis com a floresta. 

Nesta segunda-feira (29/9), foi realizado o seminário Diálogos Exporta Mais Amazônia 2025, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco. Autoridades, empresários e especialistas participaram de debates sobre os desafios e as oportunidades de ampliar a presença de produtos amazônicos no comércio exterior.  

Durante o evento, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, destacou a relevância da iniciativa. “Esse programa aproveita o fato de termos o presidente Lula governando novamente o Brasil. Ele não para, é imparável. O Brasil passou por crises e se ausentou do mundo por sete anos, e isso foi muito ruim para o comércio. Se pegarmos o comércio exterior brasileiro nesse período, a gente só não caiu de vez porque entrou o petróleo do pré-sal, que segurou o comércio. Hoje, o fluxo de comércio deve estar em torno de 800 bilhões de dólares – considerando bens e serviços. Considerando somente bens, em torno de US$ 337 bilhões em exportações. Quando olhamos para a Amazônia, vemos que a região exporta pouco mais de US$ 25 bilhões de dólares. O Nordeste, em torno de US$ 27 bilhões. Duas regiões extraordinárias que, considerando esse universo de exportação, ainda têm pouca participação. Daí a ideia de criar o Exporta Mais Amazônia”, explicou Viana.  

“Estamos realizando aqui, no Acre, o maior evento de exportação da história. É um evento feito pela Apex para toda a Amazônia, com a participação de empresas de todos os estados da região. Não é apenas uma apresentação, estamos fazendo negócios”, reforçou. 

Na ocasião, o gerente de Agronegócios da ApexBrasil, Laudemir Müller, também reforçou a importância do evento para o fortalecimento da região. “Gostaria de reforçar, principalmente para os nossos compradores internacionais, que a Amazônia tem gente, tem atividade econômica e tem produção. E, para manter essa floresta em pé, a gente precisa manter quem trabalha nela, quem cuida dela. Por isso é tão importante também o comércio internacional. E por isso é tão importante vocês estarem aqui, conhecerem essa atividade, essa pujança que é a floresta amazônica”, defendeu Müller. 

O seminário Diálogos Exporta Mais Amazônia 2025 trouxe debates sobre a cultura exportadora e as oportunidades da região. Além disso, em sessão solene, contou com a participação da reitora da UFAC, Guida Aquino; do presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Julio Barbosa; do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras no Acre (OCB/AC), Valdemiro Rocha; do superintendente da Cooperativa Central dos Extrativistas e Agricultores Familiares do Acre (COOPERACRE), Manoel Monteiro; e do diretor da Dom Porquito, Paulo Santoyo. 

Experiência imersiva

No domingo (28/9), os compradores internacionais conheceram o Seringal Cachoeira, em Xapuri (AC), onde vivenciaram a rotina de uma comunidade extrativista e ouviram relatos de resistência e preservação da floresta. O grupo foi recebido por lideranças locais, além de moradores que trabalham com a produção sustentável. 

O seringueiro Francisco Assis Monteiro compartilhou a emoção de receber empresários de diversas partes do mundo. “Olha, o fato da gente estar hoje aqui, com vários empresários de várias partes do mundo, conhecendo o nosso trabalho e a gente mostrando, é um prazer. Primeiro porque foi uma luta muito grande para a gente ter o direito de continuar morando nessa terra. Uma luta muito grande para poder manter essa floresta em pé. Assim como uma luta também para recuperar uma área degradada. Isso é importante do ponto de vista de mostrar o nosso trabalho, mas também da possibilidade de abertura de mercado para que a gente, através das nossas cooperativas, possa oferecer nossos produtos para o mundo. Então, para a gente, foi fundamental. É um orgulho poder fazer esse trabalho, estar junto, mostrando o que a gente faz, sabendo o que o pessoal lá fora está perguntando e querendo, e tentando produzir para o mundo”

O presidente da ApexBrasil ressaltou o caráter transformador da visita. “Trouxemos compradores de todas as partes do mundo para conhecer o que há de mais precioso na Amazônia: sua floresta e seu povo. É uma forma de mostrar que é possível gerar negócios sustentáveis, fortalecer comunidades e, ao mesmo tempo, preservar a biodiversidade. Esse é o diferencial que queremos destacar no mundo”, afirmou Jorge Viana. 

“A Amazônia é a região mais rica do planeta e exporta pouco ainda. Mas, nessa fase que estamos vivendo, com o Brasil dando certo e voltando ao cenário internacional, tenho muito otimismo de que vamos ampliar muito a participação dos produtos da Amazônia no comércio exterior brasileiro”, completou Viana. 

Negócios internacionais

As rodadas de negócios entre as empresas da região e os compradores estrangeiros foram realizadas nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, também no Centro de Convenções da UFAC, em Rio Branco. Em destaque estavam produtos como açaí e outras frutas processadas, castanha-do-brasil, café robusta, artesanato, carne suína e bovina e farinha de mandioca. 

Os importadores foram selecionados pelos escritórios internacionais da ApexBrasil e representam 18 países: África do Sul, Bulgária, Chile, China, Emirados Árabes Unidos, Equador, Índia, Indonésia, Irlanda, Japão, Moçambique, Itália, Países Baixos, Peru, Reino Unido, Suíça, Estados Unidos e Rússia. 

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MS Florestal, Bracell Social e Prefeitura entregam óculos para crianças da rede pública em Santa Rita do Pardo (MS)

Iniciativa une educação e saúde para transformar a vida de crianças e jovens

Na última sexta-feira, 26 de setembro, a Prefeitura de Santa Rita do Pardo, em parceria com a MS Florestal e a Bracell Social, realizou a entrega dos óculos do projeto “Visão no Futuro”. A iniciativa tem como objetivo oferecer exames oftalmológicos e óculos gratuitos a estudantes da rede municipal, garantindo melhores condições de aprendizado e qualidade de vida.

O evento contou com a presença do vice-prefeito Nide, representando o prefeito Dr. Lúcio; da secretária municipal de Educação Zenilda Gregório; do secretário municipal de Saúde Tiego Flores; além de coordenadores e diretores das escolas municipais. Também participaram o gerente de Relações Institucionais da MS Florestal, Bruno Rabello Madalena, acompanhado de sua equipe, e os alunos beneficiados pelo projeto.

Durante a cerimônia, Bruno Madalena destacou a importância da parceria com o município e do impacto do projeto na vida dos estudantes. “Para nós da MS Florestal é uma grande satisfação contribuir com a educação e o futuro das crianças de Santa Rita. Sabemos que dificuldades de visão podem impactar diretamente no aprendizado e até levar ao abandono escolar. Por isso, a entrega desses óculos representa muito mais do que um apoio imediato: é um investimento no desenvolvimento, na autoestima e nas oportunidades desses alunos, inclusive da zona rural”, resumiu o gerente de Relações Institucionais da MS Florestal.

O “Visão no Futuro” tem beneficiado centenas de estudantes, garantindo inclusão e fortalecendo a permanência escolar, além de reforçar a importância de ações conjuntas entre poder público e iniciativa privada em prol do desenvolvimento local.

Sobre a MS Florestal

A MS Florestal é uma empresa sul-mato-grossense que fortalece as atividades de operação florestal do Grupo RGE no Brasil, um conglomerado global com foco na manufatura sustentável de recursos naturais. Especializada na formação de florestas plantadas e na preservação ambiental, além do desenvolvimento econômico e social das comunidades onde atua, a MS Florestal participa de todas as etapas, desde o plantio do eucalipto até a manutenção da floresta. Para mais informações, acesse: www.msflorestal.com

Sobre o Bracell Social

O Bracell Social é um programa de investimento social, alinhada às diretrizes do Grupo RGE, norteado por 3 pilares (3E’s – Educação, Empoderamento e Bem-estar). São realizados projetos que contribuem com o desenvolvimento das comunidades locais, conectando a inclusão social e a sustentabilidade, de modo que as pessoas possam desenvolver suas capacidades individuais e ter acesso a oportunidades para uma vida melhor.  

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Tecnologias Valmet são protagonistas no start-up da nova fábrica de tissue da Suzano em Aracruz (ES)

Projeto entregue pela multinacional finlandesa, que inclui máquina tissue de alta tecnologia e linhas de conversão de alta performance, entra em operação

A Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia, celebra o início oficial das operações da nova fábrica de papel tissue da Suzano em Aracruz (ES) – um projeto estratégico que recebeu R$ 650 milhões de investimento e contou com um pacote completo de soluções da multinacional finlandesa. A partida da nova unidade, anunciada pela Suzano no início de setembro, marca a conclusão bem-sucedida de uma parceria iniciada em novembro de 2023, que visa atender à crescente demanda por produtos de papel de alta qualidade e com baixo impacto ambiental.

O escopo de fornecimento da Valmet foi fundamental para a viabilização da nova planta, incluindo a entrega de uma máquina de tissue de alta tecnologia – Advantage DCT 200 e duas linhas de conversão de tissue Perini Constellation S8.

A tecnologia Advantage DCT tornou-se um padrão mundial para produção de papel tissue convencional. Ela permite a produção sustentável de papel tissue de alta qualidade com baixo consumo de energia e água, alta eficiência e confiabilidade a baixo custo operacional, devido, às suas tecnologias de caixa de entrada OptiFlo TIS, para ótima formação da folha com baixa quantidade de água, prensa Advantage ViscoNip, que permite uma prensagem uniforme da folha atingindo altos níveis de teor seco e bulk, Sistema de Controle Distribuído (DCS) Valmet DNA com monitoramento integrado da condição da máquina, Sistema de Controle de Qualidade (QCS) Valmet IQ e sensor de suavidade, além de válvulas de flow control e serviços do Performance Center.

Um dos grandes destaques do projeto foi a performance das linhas de conversão Perini Constellation S8 da Valmet, que iniciaram a operação de forma antecipada. A partida da Linha 01 ocorreu 65 dias antes do prazo previsto, atingindo um índice de produtividade de 72,3% em poucas horas de operação (produção de 2.982 fardos em oito horas). A Linha 02 entrou em funcionamento logo em seguida, evidenciando a eficiência da tecnologia e a sinergia no planejamento e execução entre a Valmet e a Suzano.

As linhas de conversão Perini Constellation S8 da Valmet instaladas em Aracruz (ES) são equipadas com tecnologia de ponta, garantindo um rebobinamento uniforme da primeira à última folha e assegurando a qualidade superior do produto acabado, como papel higiênico de folha tripla. Sua tecnologia inovadora, com um sistema de quatro rolos, simplifica o processo e garante desempenho constante, permitindo operar em velocidades mais altas, mantendo a maciez e integridade do produto.

“Ver a planta tissue de Aracruz em operação é uma grande satisfação para nós. O sucesso deste projeto, especialmente a antecipação do start-up das linhas de conversão e da máquina tissue, demonstra o compromisso da Valmet em entregar, não apenas equipamentos, mas soluções completas que geram eficiência e produtividade para nossos clientes. Contribuir para o crescimento da Suzano e para a sua consolidação no mercado de bens de consumo reforça ainda mais a nossa parceria”, celebra o diretor de Negócios de Embalagem, Papel e Tissue na América Latina, Rogério Berardi.

Com a nova fábrica, a Suzano terá capacidade para produzir 60 mil toneladas de papel tissue anualmente, que abastecerão duas linhas de conversão, para produção de 30 mil toneladas anuais cada, instaladas na mesma planta de Aracruz e em outras plantas do grupo. A tecnologia da Valmet está no coração deste processo, garantindo que a produção atinja os mais elevados padrões de qualidade e eficiência, desde a fabricação do papel até sua conversão e empacotamento de produtos para o consumidor final.

“É um novo capítulo na nossa história com Aracruz. Há quase 50 anos produzimos celulose no estado e agora estamos ampliando nossa capacidade operacional. A unidade garante produção de alta qualidade, fortalece a logística entre nossas plantas e nos permite entregar nossos produtos com mais rapidez e consistência aos clientes”, afirma o diretor de Operações Industriais de Bens de Consumo da Suzano, Claudinei Matos.

Sobre a Suzano 

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em www.suzano.com.br

Sobre a Valmet

A Valmet possui uma base global de clientes em diversas indústrias de processo. Somos líderes globais no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia e, com nossas soluções de automação e controle de fluxo, atendemos uma base ainda mais ampla de indústrias de processo. Nossos mais de 19.000 profissionais em todo o mundo trabalham próximos aos nossos clientes e estão comprometidos em impulsionar o desempenho de nossos clientes – todos os dias. A empresa tem mais de 225 anos de história industrial e um forte histórico de melhoria e renovação contínuas. As vendas líquidas da Valmet em 2024 foram de aproximadamente 5,4 bilhões de euros. As ações da Valmet estão listadas na Nasdaq Helsinki e sua sede fica em Espoo, na Finlândia.

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Ibá lança documento que evidencia contribuições de setor baseado na natureza para a mitigação das mudanças climáticas

‘Setor florestal brasileiro pelo clima’ traz 26 casos reais que já são postos em prática e auxiliam no enfrentamento do maior desafio global

São Paulo, outubro de 2025 – A pouco mais de um mês da COP30, a Ibá lança um robusto documento com iniciativas do setor brasileiro de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração de nativas que evidenciam as contribuições desse setor para a mitigação das mudanças climáticas. O caderno “Setor florestal brasileiro pelo clima” faz um voo rasante no inovador business model desenvolvido pelo segmento de soluções baseadas na natureza nos mais de 100 anos de atuação dessa agroindústria.

São ao todo 26 cases que passam pelo desenvolvimento da agricultura tropical, a conservação de florestas nativas, o manejo sustentável, os cuidados com a água, o solo e a biodiversidade. O caderno ainda trata da atuação social das empresas, das atividades de silvicultura de nativas, da remoção de carbono da atmosfera, do processo de descarbonização de fábricas e da produção de bionergia, entre outros temas.

Participam da publicação com exemplos de suas operações Arauco Brasil, Biomas, Bracell, Carbon2Nature, Cenibra, CMPC, Dexco, Eldorado Brasil, Gerdau, Guararapes, Ibema, Irani, Klabin, LD Celulose, Melhoramentos, re.green, Smurfit Westrock, Suzano, Sylvamo, Symbiosis, TTG Brasil e Veracel. Também contribuíram para o caderno instituições como o Ipef (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais), SIF (Sociedade de Investigações Florestais) e Reflore.

Maior exportador de celulose do mundo, o setor brasileiro de árvores cultivadas é referência global de bioeconomia, mostrando como é possível produzir e conservar. Oferece produtos biodegradáveis e recicláveis, feitos a partir de matéria-prima renovável, para o dia a dia de 2 bilhões de planetários. São livros, embalagens de papel, roupas de fios como viscose, lenços de papel, pisos e painéis, cápsulas de remédio, caixas de papelão, entre inúmeros outros.

As árvores são um dos mais antigos e eficientes mecanismos da natureza para manutenção da saúde do planeta. O setor é um dos maiores plantadores de árvores do mundo: são 1,8 milhão de árvores plantadas todos os dias. Atualmente, as áreas de plantio no Brasil somam 10,5 milhões de hectares e, paralelamente, o setor ainda conserva outros 7,01 milhões de hectares de vegetação nativa — uma área superior aos territórios da Bélgica e da Suíça somados.

O documento é lançado por ocasião da COP30 em novembro, quando importantes autoridades globais se encontrarão em Belém para debater os esforços de combate à emergência climática. O material, que será distribuído durante a conferência, já está disponível gratuitamente no site da Ibá (iba.org) em inglês e português. Acesse aqui. 

Sobre a Ibá

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas. Esse é um setor protagonista da bioeconomia de larga escala, oferecendo soluções para um mundo que precisa descarbonizar com serviços ecossistêmicos, como a remoção de carbono, e dando origem a produtos recicláveis, biodegradáveis e provenientes de fonte renovável.

Site: iba.org

Instagram: instagram.com/iba_oficial

Facebook: facebook.com/industriabrasileiradearvores

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Valmet oferece mais de 60 vagas de trabalho em plantas fabris do Rio Grande do Sul

Empresa busca talentos para atuar nas unidades de Portão e Novo Hamburgo; oportunidades serão divulgadas na TRAME – Feira de Empregabilidade

Entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, a Valmet vai participar do Feevale Summit 2025, em Novo Hamburgo. No evento, que tem como tema “Inspirando ideias. Construindo futuros” e reúne empresas, startups e palestrantes em um ecossistema de inovação e desenvolvimento regional, a multinacional finlandesa de tecnologias para celulose, papel e energia participará do painel sobre ESG e terá um estande interativo, com apresentações institucionais, quiz e sorteio de brindes.

Durante a TRAME – Feira de Empregabilidade, que integra a programação do evento, a Valmet oferecerá mais de 60 vagas de trabalho em suas unidades de Portão e Novo Hamburgo. Essas unidades estão atualmente com alta carga de produção de peças para o Projeto Sucuriú, reconhecida como a maior planta de celulose do mundo, com capacidade de produção anual de 3,5 milhões de toneladas.

Segundo o gerente de Recursos Humanos da Valmet na América Latina, Anderson Fugita, a presença na TRAME é estratégica por promover diálogo entre empresas e jovens talentos em busca de oportunidades.

“Acreditamos profundamente na força da conexão entre universidade e empresa e é nesse espaço de troca que nascem ideias inovadoras e grandes oportunidades. Iremos apresentar um pouco da Valmet e reforçar o quanto valorizamos quem está iniciando sua trajetória profissional. Nossa equipe estará no nosso estande para conversar, tirar dúvidas, apresentar nossas vagas e mostrar como os estudantes podem fazer parte do nosso time”, afirma. Ele ainda destaca que  a Valmet conquistou o 2º lugar do Prêmio IEL na categoria de Programa de Estágio Inovador entre empresas de grande porte com o programa universitário #FirstStepForward.

Presença reforçada

A atuação da Valmet no Rio Grande do Sul se fortaleceu ainda mais após a aquisição da Demuth, em 2023, consolidando o estado como polo de inovação, produção e exportação. Durante o Feevale Summit, a gerente de Marketing e Comunicação da Valmet na América Latina, Fernanda Maia, participa de painel sobre ESG com foco em sustentabilidade, no dia 2 de outubro.”A inovação faz parte do nosso DNA e orienta soluções voltadas à transformação sustentável da indústria. Estar no Feevale Summit reafirma nosso compromisso com o desenvolvimento tecnológico e econômico da região e nos aproxima ainda mais do ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul”, destaca.

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Controle de plantas daninhas evita perda de produtividade em florestas plantadas

Nos primeiros meses, mudas de eucalipto e pinus são mais vulneráveis à matocompetição. Pendulum® Aqua em mistura com o ativo Isoxaflutole oferece residual prolongado e seletividade

São Paulo, 29 de setembro de 2025 – As plantas daninhas são um desafio conhecido da agricultura e dos cultivos florestais, especialmente nos estágios iniciais de desenvolvimento das culturas. Em florestas plantadas de eucalipto e pinus, essas espécies invasoras comprometem o crescimento das árvores, reduzem o volume de madeira e elevam os custos operacionais, exigindo atenção redobrada no manejo.

Esse impacto ganha ainda mais relevância diante da escala do setor florestal brasileiro, que ultrapassou 10 milhões de hectares em 2023, segundo a Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ). Com cerca de 1,8 milhão de árvores plantadas por dia no país, garantir o bom estabelecimento das plantas é essencial para a sustentabilidade e rentabilidade do setor.

“Nos primeiros meses após o plantio, as árvores são especialmente vulneráveis à competição por luz, água e nutrientes. A presença de plantas daninhas pode impactar no crescimento, exigir replantios e aumentar os custos com insumos e mão de obra”, explica Edicarlos de Castro, pesquisador de Desenvolvimento de Produto e Mercado da BASF Soluções para Agricultura.

Estudos reforçam a importância do manejo adequado em pinus e eucaliptos

Estudos recentes reforçam a importância de estratégias eficazes de controle de plantas daninhas em florestas plantadas. Uma pesquisa publicada na revista Agrochemicals (2025), demonstrou que o manejo adequado em plantações de Pinus taeda pode dobrar a produtividade. O controle químico resultou em ganhos expressivos no diâmetro do caule e na biomassa total.

Já em florestas de eucalipto, o resultado também foi positivo. Ensaios conduzidos pela BASF compararam diferentes herbicidas e comprovaram que o uso de soluções seletivas com residual prolongado nos estágios iniciais é fundamental para proteger as mudas contra a matocompetição. Entre os tratamentos avaliados, a combinação de Pendulum® Aqua com o ativo Isoxaflutole apresentou os melhores resultados, mantendo a área livre de plantas daninhas por até 80 dias após a aplicação.

Ensaio compara diferentes herbicidas no manejo de plantas daninhas em eucalipto. Testes realizados com produtos à base de Isoxaflutole, com formulação grânulos dispersíveis em água (WG), registrados para uso em eucalipto para controle das plantas daninhas (Créditos: BASF) 

Diante dos resultados, a BASF Soluções para Agricultura passou a recomendar o uso do herbicida Pendulum® Aqua em combinação com o ativo Isoxaflutole em formulação WG, desde que observado o registro para controle de plantas daninhas em florestas de Eucalipto e Pinus.  A combinação une seletividade e residual prolongado, podendo ser aplicada em pré ou pós-plantio por via terrestre.

Lançado em 2020, o Pendulum® Aqua libera seu ingrediente ativo de forma gradual, possibilitando proteção eficaz contra gramíneas e algumas folhas largas. Já o Isoxaflutole atua em pós-emergência inicial, complementando o espectro de ação e prolongando o efeito residual. Na prática, a mistura contribui para reduzir a necessidade de múltiplas aplicações, o que representa menor consumo de água, combustível e tempo de operação, além de menor exposição de pessoas ao risco no campo. 

“Entendemos que inovar é ir além de lançar novos produtos: é também explorar o máximo potencial das soluções já disponíveis. O reposicionamento do Pendulum® Aqua representa ganhos reais para o manejo florestal, otimizando recursos, reduzindo custos e minimizando a exposição de pessoas no campo. É mais uma iniciativa que reforça nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade no setor”, afirma Edicarlos.

Investimentos em P&D impulsionam tecnologias para todas as etapas de cultivo 

O reposicionamento da solução faz parte da estratégia da BASF de apoiar o produtor florestal durante todas as etapas do plantio, com tecnologias que promovem produtividade e sustentabilidade. Para isso, a companhia investe globalmente mais de 915 milhões de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento, trazendo inovações para diferentes culturas que fortalecem o setor e contribuem para a longevidade dos sistemas produtivos. 

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Pendulum® Aqua é registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o número 11520.

Sobre BASF Soluções para Agricultura

Tudo o que fazemos, fazemos por amor à agricultura. A agricultura é fundamental para fornecer alimentos saudáveis e acessíveis suficientes para uma população em rápido crescimento, ao mesmo tempo em que reduz os impactos ambientais. É por isso que trabalhamos com parceiros e especialistas para integrar nossos compromissos de sustentabilidade em todas as nossas decisões de negócio. Com €919 milhões em 2024, investimos em uma sólida estrutura de P&D, combinando ideias inovadoras com ações práticas no campo. Nossas soluções são desenvolvidas para os diversos sistemas produtivos. Conectamos sementes e biotecnologias, soluções de proteção de cultivos, ferramentas digitais e iniciativas de sustentabilidade com o objetivo de contribuir com agricultores, agricultoras e outros elos da cadeia produtiva para que tenham os melhores resultados. Com equipes especializadas nos laboratórios, campo, escritório e produção, nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para construir um futuro sustentável na agricultura. Em 2024 nossa área gerou vendas de €9.8 bilhões. Para mais informações, por favor visite www.agriculture.basf.com ou nossos canais nas redes sociais.

Sobre a BASF

Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: queremos ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 112 mil colaboradores e colaboradoras do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em quase todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição e Cuidados; nossos negócios autônomos estão agrupados nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de € 65,3 bilhões de euros em 2024. As ações da companhia são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com. 

Informações: BASF.

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Documentário ‘Novas Raízes – Escolhas do futuro’ estreia no Discovery e HBO Max

Coprodução da Warner Bros. Discovery e Casa Redonda, uma iniciativa da Indústria Brasileira de Árvores, o filme revela soluções reais para os desafios ambientais da atualidade

São Paulo, setembro de 2025 – Estreou na última terça-feira (23), no canal Discovery e na HBO Max o documentário NOVAS RAÍZES – ESCOLHAS DO FUTURO. O filme coloca o Brasil, líder global na exportação de celulose, no centro do debate sobre o futuro do planeta e destaca o papel fundamental do indivíduo na construção de um mundo sustentável, a partir de escolhas conscientes, hábitos responsáveis e a preferência por cadeias produtivas mais sustentáveis.

Coprodução da Warner Bros. Discovery e da produtora Casa Redonda, e uma iniciativa da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a produção revela como ciência, tecnologia e práticas inovadoras desenvolvidas pelo setor de árvores plantadas são aliadas estratégicas na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

Com 47 minutos de duração, o documentário traz histórias reais de profissionais que atuam diariamente no cultivo, pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras que conciliam tecnologia, engenharia genética, biotecnologia e práticas agrícolas sustentáveis.

Com direção de Eduardo Rajabally e pesquisa e roteiro de Kenya Zanatta, o filme é uma coprodução com a Casa Redonda. Além da Ibá, o projeto conta ainda com o apoio de 15 empresas da indústria de base florestal: Bracell, Eldorado, Klabin, Smurfit Westrock, Suzano, CMPC, Papirus, BO Paper, Ibema, Irani, Norflor, Quick-Step, RMS, TTG Brasil e Veracel. O filme pode ser visto no canal Discovery e também no serviço de streaming do grupo Warner Bros. Discovery, a HBO Max. Todas as informações estão disponíveis em www.iba.org/documentario.

Veja os horários de exibição no Discovery:

  • Sábado, dia 27 de setembro às 01h20
  • Sábado, dia 27 de setembro às 12h50
  • Sexta, 3 de outubro às 23h45
  • Sábado, dia 3 de outubro às 03h50
  • Domingo, dia 5 de outubro às 09h30
  • Segunda, dia 6 de outubro às 13h00

SOBRE A WARNER BROS. DISCOVERY 

A Warner Bros. Discovery (NASDAQ: WBD) é uma empresa líder global de mídia e entretenimento que cria e distribui o portfólio de conteúdo e marcas mais diferenciado e completo do mundo em televisão, filmes e streaming. Disponível em mais de 220 países e territórios e em 50 idiomas, a Warner Bros. Discovery inspira, informa e entretém o público em todo o mundo por meio de suas marcas e produtos icônicos, incluindo: Discovery Channel, Max, discovery+, CNN, DC, Eurosport, HBO, HBO Max, HGTV, Food Network, OWN, Investigação Discovery, TLC, Magnolia Network, TNT, truTV, Travel Channel, MotorTrend, Animal Planet, Science Channel, Warner Bros. Film Group, Warner Bros. Television Group, Warner Bros. Games, New Line Cinema, Cartoon Network, Adult Swim, Turner Classic Movies, Discovery en Español, Hogar de HGTV e outros. Para obter mais informações, acesse aqui.    

SOBRE A IBÁ

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas. Esse é um setor protagonista da bioeconomia de larga escala, oferecendo soluções para um mundo que precisa descarbonizar com serviços ecossistêmicos, como a remoção de carbono, e dando origem a produtos recicláveis, biodegradáveis e provenientes de fonte renovável.

Site: iba.org

Instagram: instagram.com/iba_oficial

Facebook: facebook.com/industriabrasileiradearvores

SOBRE A CASA REDONDA

A Casa Redonda é uma produtora cultural brasileira com atuação internacional nas áreas de cinema e TV, artes visuais, consultoria cultural e plataformas criativas. A empresa fundada em 2004, cria, planeja e produz conteúdos audiovisuais e expositivos e empreende plataformas de desenvolvimento do setor cultural brasileiro por meio de concursos, editais, fundos de investimento, seminários, laboratórios e residências revelando novos talentos e fomentando novos conhecimentos, negócios e intercâmbios. É responsável pela produção dos documentários Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil, CRAVOS, Pessoas – Contar para Viver, Moto Contínuo e Meu Querido Supermercado. Para mais informações, acesse aqui.

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Suzano alcança marca histórica de 35 milhões de toneladas de celulose produzidas em Três Lagoas (MS)

Com duas fábricas em operação no município, empresa colabora para a geração de mais de 69 mil postos de trabalho entre diretos, indiretos e por meio de efeito renda

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, alcançou a marca histórica de 35 milhões de toneladas de celulose produzidas nas suas duas fábricas em Três Lagoas (MS). No mês de agosto, a companhia já havia celebrado o marco de 15 milhões de toneladas geradas pela sua segunda unidade, inaugurada em 2017 no município.

Para Eduardo Ferraz, diretor de Operações Industriais da Suzano, o volume produzindo é monumental e motivo de orgulho para a companhia. Mas, segundo ele, a transformação de Três Lagoas numa das cidades mais economicamente dinâmicas de Mato Grosso do Sul, e o impacto positivo da empresa na vida de milhares de famílias na região, são as grandes conquistas a serem celebradas:

“Este resultado, nosso segundo grande marco no ano, só foi possível graças ao comprometimento diário de nossos colaboradores e colaboradoras, que são a essência do nosso trabalho. Na Suzano, temos um direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’. Então, para nós, esse marco vai muito além da produção de celulose: ela coroa todo o processo de desenvolvimento de Três Lagoas ao longo dessas quase duas décadas. Para a companhia, é motivo de orgulho fazer parte dessa história e ter colaborado, direta e indiretamente, para transformar a vida de milhares de famílias e pessoas na região”, destaca Eduardo.

Uma dessas pessoas é Cristiane Silva. Aos 45 anos e mãe de dois filhos, ela viu sua vida se transformar após a chegada da Suzano a Três Lagoas, quando decidiu deixar seu emprego como balconista para se dedicar à área industrial, mesmo sem nunca ter tido contato com o setor de celulose. Natural de Três Lagoas, Cristiane fez parte de uma das primeiras turmas de moradores capacitados para trabalhar na primeira fábrica da Suzano no estado.

Com passagem por diversas áreas, do laboratório ao chão de fábrica, Cristiane evoluiu na companhia e chegou à posição de operadora de painel na linha de fibras, uma espécie de sala de controle da fábrica. Sua função é estratégica e exige conhecimento técnico, tomada de decisão rápida e liderança de equipe.

Cristiane trabalha na Suzano desde 2011 e hoje é inspiração para outras mulheres. “A Suzano abriu portas para mim e para minha família. Eu não tinha experiência, mas tive vontade de aprender e me superar a cada dia. Hoje tenho uma profissão, consigo oferecer mais qualidade de vida para meus filhos e orgulho para eles. Minha trajetória mostra que, com dedicação e apoio, a gente cresce, conquista espaço e realiza sonhos”, afirma.

Operações da Suzano geram mais de 69 mil empregos


A trajetória da Suzano em Três Lagoas se conecta diretamente ao avanço econômico e social da cidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) per capita de Três Lagoas passou de R$ 38,4 mil, em 2010, para R$ 103 mil, em 2021.

Atualmente, a companhia corresponde a cerca de 67% do PIB Industrial do município, conforme estudo inédito realizado em parceria com o professor e pesquisador Armando Castelar Pinheiro, da Fundação Getulio Vargas (FGV), para analisar o impacto social e econômico que a empresa promove nas regiões onde atua e na economia brasileira como um todo.

O estudo aponta que a unidade da Suzano colabora para a geração de 69.334 empregos em Três Lagoas entre diretos, indiretos e por meio de efeito renda (empregos gerados por meio do consumo realizado pelos colaboradores(as) da empresa e de seus fornecedores). A pesquisa demonstra que cada colaborador e colaboradora da companhia, entre próprios e terceiros, pode gerar até 15,5 outros postos de trabalho na economia.

Cristiane Silva acompanhou de perto essa transformação iniciada com a chegada da companhia: “De um cenário com poucas oportunidades de emprego, passamos a ter vagas em diversas áreas, com melhores salários e maior exigência de qualificação profissional. Essa mudança trouxe desenvolvimento para a região e melhorou a vida de muitas famílias, que conquistaram novas condições de vida e realizaram sonhos. No meu caso e da minha família, vivenciar essa evolução é motivo de orgulho e gratidão, pois simboliza crescimento e desenvolvimento para todos”.

De acordo com Eduardo Ferraz, a empresa seguirá sempre comprometida em gerar desenvolvimento sustentável no município e no estado: “A Suzano em Três Lagoas e a cidade cresceram juntas. É muito gratificante ver como a chegada da companhia ajudou a transformar a vida de tantas pessoas e famílias ao longo do tempo, gerando novas oportunidades e perspectivas para o futuro. Seguimos firmes no compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento das comunidades onde atuamos”.

A primeira fábrica da Suzano em Mato Grosso do Sul entrou em operação no ano de 2009, no município de Três Lagoas, com uma capacidade instalada de 1,3 milhão de toneladas de celulose ao ano. Em 2017, foi inaugurada a segunda linha, com capacidade para produzir 1,95 milhão de toneladas de celulose/ano, totalizando 3,25 milhões de celulose produzidas ao ano.

Sobre a Suzano 

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis.

Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

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