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BNDES aprova R$ 250 milhões para a Suzano restaurar 24 mil hectares de Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia

Maior projeto do Fundo Clima para florestas nativas, iniciativa viabilizará a recuperação de áreas degradadas em SP, ES, BA, MA, PA e MS

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 250 milhões à Suzano. Os recursos serão destinados à restauração ecológica de 24.304 hectares de áreas degradadas em regiões de preservação permanente e de reserva legal nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia.

Trata-se do maior volume de recursos já aprovados com recursos do Fundo Clima para a recuperação de mata nativa degradada no Brasil. O termo de aprovação do financiamento foi entregue nesta sexta-feira, 10, pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, à vice-presidente executiva de Sustentabilidade, Comunicação e Marca da Suzano, Malu Paiva, durante o evento BNDES Florestas do Brasil por Todo o Planeta, realizado no teatro do BNDES, no Centro do Rio.

A restauração ecológica é um processo que visa à recuperação da funcionalidade e da biodiversidade de ecossistemas transformados por atividades humanas, o que inclui terras desprovidas de vegetação nativa desenvolvida, ou em estágio de conservação inadequado para a sustentabilidade da biodiversidade local. 

“O BNDES tem articulado e impulsionado a restauração florestal como ferramenta crucial para combater a crise climática, reduzir emissões de gases de efeito estufa e promover o desenvolvimento sustentável, que é uma prioridade do governo do presidente Lula”, ressaltou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, Mercadante, Malu Paiva, a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, e o diretor de Planejamento do Banco, Nelson Barbosa
O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, Mercadante, Malu Paiva, a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, e o diretor de Planejamento do Banco, Nelson BarbosaFoto: André Telles/BNDES

As ações a serem implementadas pelo projeto contribuirão para a regularização ambiental de mais de 1000 imóveis rurais, distribuídos em seis estados: São Paulo, Bahia Espírito Santo, Maranhão, Pará e Mato Grosso do Sul. O projeto impulsiona um modelo de negócios emblemático no setor de florestas, tendo uma empresa de grande porte atuando como vetor de reflorestamento com espécies nativas para seus fornecedores, fortalecendo a cadeia produtiva e servindo de modelo para o setor e outras atividades econômicas.

Da área total a ser restaurada, 60% correspondem a imóveis de terceiros, parceiros da Suzano. A parceria entre o BNDES e a companhia contribuirá para a disseminação de boas práticas pela capacitação de proprietários e trabalhadores rurais das áreas arrendadas e adjacências em técnicas de restauração, além da geração de empregos diretos e indiretos durante as etapas de plantio, manutenção e monitoramento e na cadeia produtiva de insumos.

“O apoio do BNDES ao nosso programa de restauração reforça a importância de parcerias entre o setor público e privado para ampliar o alcance das soluções baseadas na natureza”, afirma Malu Paiva. “Esse financiamento contribuirá diretamente para o avanço de algumas metas assumidas pela Suzano, como conectar 500 mil hectares de vegetação nativa até 2030”.

Além da regularização ambiental das propriedades, a restauração das áreas degradadas proporcionará importantes serviços ecossistêmicos para as regiões, incluindo a recuperação da vegetação nativa, a redução de áreas com processos erosivos, a proteção de nascentes e recursos hídricos, o incremento da biodiversidade, a criação ou o restabelecimento de corredores ecológicos e a captura e fixação de carbono. Esses benefícios, além de estarem alinhados aos compromissos assumidos pela Suzano, contribuem com metas nacionais e internacionais de mitigação das mudanças climáticas. O processo de escolha das áreas onde ocorrerá a restauração leva em consideração a formação de corredores ecológicos e sua conexão com Unidades de Conservação. 

O projeto prevê a utilização de metodologias diversas e adaptativas, combinando técnicas inovadoras, como semeadura com drones, com práticas consolidadas de restauração ambiental. A recuperação ocorrerá em áreas de solo exposto, pasto, vegetação secundária (área em processo natural de regeneração da vegetação nativa após supressão total ou parcial da vegetação original) e agricultura. Conforme o estágio de degradação, serão utilizadas as metodologias mais adequadas a cada caso, tais como remoção e controle de espécies exóticas, plantio de faixas de vegetação nativa, plantio total de mudas, isolamento da área ou semeadura direta.

Além das ações no campo, a Suzano investirá em pesquisa florestal e inovação, a fim de aumentar a produtividade e a resiliência das florestas plantadas, além de fortalecer a cadeia produtiva da restauração florestal. Ao final do projeto, estima-se que a vegetação das áreas restauradas capture da atmosfera aproximadamente 228 mil toneladas de COequivalente por ano.

O evento BNDES Florestas do Brasil por Todo o Planeta reuniu agentes públicos e privados para discutir o papel da restauração e da bioeconomia no desenvolvimento do país — e foi palco do lançamento da plataforma BNDES Florestas que organizará e dará visibilidade às iniciativas do Banco no setor.

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Expedição Silvicultura passará pelo Estado de São Paulo em outubro

A Expedição Silvicultura é uma ação inédita de levantamento e análise de dados sobre as condições, os desafios e as perspectivas da silvicultura nacional. Coordenada pela Canopy, em parceria com a Embrapa Florestas e a Paulo Cardoso Comunicações, a iniciativa será realizada entre os meses de setembro e novembro de 2025, com passagem por 14 estados.

Nos períodos de 18 a 23 de outubro, a Expedição percorrerá trechos no Estado de São Paulo, incluindo áreas de atuação de empresas associadas à Florestar. O roteiro contempla registros de campo para validação do mapeamento realizado pela Canopy, visitas técnicas, entrevistas e a realização de eventos regionais para apresentar os resultados, compartilhar inovações tecnológicas e divulgar pesquisas voltadas à produtividade florestal.

Durante esse período, os veículos da Expedição circularão devidamente identificados. Qualquer dado coletado será utilizado exclusivamente de forma agregada, sem qualquer identificação individualizada de empresas ou áreas.

Não é necessária nenhuma ação por parte das empresas associadas. Caso alguma empresa queira obter mais informações ou manifestar alguma consideração, deve entrar em contato pelo email: expedicao@canopyrss.tech. A Expedição Silvicultura conta com o apoio de mais de 40 entidades do setor florestal.

Evento em Botucatu

O evento regional da Expedição Silvicultura no Estado de São Paulo será realizado em Botucatu, no dia 22 de outubro de 2025, das 13h às 18:40, no Auditório Prof. Paulo Rodolfo Leopoldo (Av. Universitária, nº 3780, Fazenda Experimental Lageado, Botucatu/SP).

O evento em Botucatu contará com:

– Palestra técnica sobre o levantamento realizado em São Paulo;
– Painel com representantes do setor e do governo estadual, abordando políticas públicas e oportunidades para a silvicultura no estado;
– Apresentações de inovações científicas e tecnológicas voltadas ao setor florestal;
– Momento de networking e rodada de negócios para fomentar parcerias e novas oportunidades.

As inscrições são gratuitas, mas as vagas, limitadas. Inscreva-se em: https://expedicaosilvicultura.com.br/

Informações: Florestar-SP.

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Fogo Zero: como a união do setor florestal se tornou referência em prevenção em MS

Campanha coordenada pela Reflore/MS reúne empresas, instituições e comunidades em uma grande frente de prevenção e conscientização

Os incêndios florestais estão entre as maiores ameaças ambientais e econômicas de Mato Grosso do Sul. A cada ano, o fogo coloca em risco vidas humanas, propriedades rurais, áreas de preservação e vastas extensões de florestas plantadas, que sustentam milhares de empregos e movimentam a economia do Estado. Diante desse cenário, o setor florestal tem atuado de forma integrada para prevenir e combater as queimadas, com resultados cada vez mais expressivos.

À frente dessa mobilização está a Reflore/MS — Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas — que, há 13 anos, coordena a Campanha de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, uma das iniciativas mais consolidadas do país. Mais do que uma campanha de conscientização, o trabalho representa uma estratégia contínua de cooperação, tecnologia e educação ambiental — agora reconhecida oficialmente pelo Estado de Mato Grosso do Sul.

Cooperação e investimento – As ações da Reflore/MS começaram com a formação de um Grupo de Trabalho de Combate aos Incêndios, que permanece ativo até hoje, reunindo empresas associadas e parceiros institucionais em torno da prevenção. Entre as principais frentes estão palestras educacionais em escolas públicas, a instalação de torres de monitoramento em toda a região da Costa Leste e a cooperação entre empresas para o aluguel e aquisição de aeronaves, veículos especializados e maquinários pesados usados no combate ao fogo.

Além da estrutura física, as empresas associadas têm investido fortemente em tecnologia, equipamentos de proteção e capacitação de brigadistas, assegurando que os profissionais atuem com segurança, eficiência e preparo técnico. Boa parte desses brigadistas atua inclusive em áreas de terceiros, reforçando o caráter colaborativo da iniciativa e o compromisso com o bem comum.

Outro eixo essencial é o diálogo permanente com instituições parceiras, como DNIT, Energisa, Electra, Famasul e Senar/MS, para reduzir focos de incêndio às margens de rodovias, em linhas de transmissão elétrica e em propriedades rurais. Esse trabalho articulado evidencia a responsabilidade compartilhada entre o setor produtivo e os órgãos públicos na construção de um ambiente mais seguro e sustentável.

Educação e conscientização – No campo da comunicação, a campanha se desdobra em outdoors espalhados pelos polos florestais, spots em rádio e TV, entrevistas e distribuição de materiais informativos. Uma das mobilizações mais importantes ocorre no Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), quando as empresas associadas realizam ações de panfletagem e conscientização em várias cidades do Estado, aproximando a comunidade do tema da prevenção.

De acordo com Dito Mário, diretor-executivo da Reflore/MS, o sucesso da campanha é fruto de uma união real entre as empresas e a sociedade. “A Campanha Fogo Zero é o símbolo da força coletiva do setor florestal. Cada empresa, cada colaborador e cada parceiro entende que prevenir é o melhor caminho. Não se trata apenas de proteger os plantios, mas de preservar vidas, comunidades e também a fauna e a flora, que são parte essencial da nossa sustentabilidade. Esse senso de responsabilidade compartilhada é o que garante resultados concretos ano após ano.”

Capacitação e segurança – A solidariedade entre as empresas associadas é um dos pilares da campanha. Muitos combates acontecem em propriedades vizinhas, fora da gestão direta das companhias florestais, num esforço conjunto para evitar que o fogo se alastre e cause danos maiores. Segundo a Reflore/MS, essa colaboração é essencial para proteger não apenas os plantios comerciais, mas todo o patrimônio ambiental e produtivo de Mato Grosso do Sul.

As ações de prevenção também incluem cursos de capacitação e treinamentos técnicos em parceria com o Senar/MS, que já formou mais de 2 mil profissionais desde 2021, além de programas de Sistema de Comando de Incidentes (SCI), voltados à coordenação eficiente das equipes em campo. Esses treinamentos reforçam a segurança dos brigadistas e reduzem o risco de acidentes durante os deslocamentos e operações, especialmente em áreas de difícil acesso ou próximas a rodovias.

Os investimentos contínuos em capacitação, deslocamento e infraestrutura mostram que a campanha vai muito além da sensibilização — é uma ação estruturada, com planejamento e custo elevado, assumido coletivamente pelas empresas do setor florestal, que entendem a prevenção como o melhor investimento possível.

Reconhecimento e legado – Todo esse trabalho coletivo e permanente resultou, em 2025, em um marco histórico: a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 127/2025, de autoria do deputado Pedrossian Neto (PSD), que inclui a Campanha Fogo Zero no Calendário Oficial de Eventos do Estado.
A medida é resultado direto da mobilização conduzida pela Reflore/MS, por meio do Grupo de Trabalho de Combate aos Incêndios, que há mais de uma década une empresas, instituições e sociedade civil em torno da causa.

Para Vanessa Bonfim, coordenadora do GT de Combate aos Incêndios da Reflore/MS, a aprovação da lei consolida o reconhecimento de um trabalho coletivo: “A inclusão da Campanha Fogo Zero no Calendário Oficial é um reconhecimento do esforço do setor florestal em mobilizar a sociedade contra os incêndios. Agora, teremos uma mobilização anual oficializada, que amplia o alcance das ações de prevenção, educação e conscientização, fortalecendo ainda mais a proteção das áreas de floresta e a segurança da população.”

O deputado Pedrossian Neto também destacou a relevância da iniciativa: “Nosso Estado tem um patrimônio ambiental muito grande. É essencial envolver todos os agentes sociais para combater as queimadas e fortalecer uma cultura permanente de prevenção.”

Prevenção como propósito – Com a sanção da lei, Mato Grosso do Sul dá um passo importante na consolidação de políticas públicas permanentes para o combate aos incêndios florestais, reconhecendo o papel estratégico do setor produtivo como parceiro da sustentabilidade.
Para 2026, a Reflore/MS já projeta novas ações, prometendo uma campanha ainda mais criativa, tecnológica e cooperativa, fortalecendo as estruturas de prevenção e o compromisso com um futuro mais seguro e sustentável.

A Campanha Fogo Zero reafirma o propósito do setor florestal em proteger vidas, florestas, fauna e comunidades, mostrando que prevenir é o caminho mais inteligente — e humano — para preservar.

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Pedra Fundamental do Instituto CMPC é lançada em Guaíba

A organização que atua como braço social da companhia terá um espaço multiuso completo para receber a comunidade

Em evento realizado na tarde desta segunda-feira (06), em Guaíba (RS), foi lançada oficialmente a Pedra Fundamental do Instituto CMPC. As obras da sede, localizada no bairro Alegria, estão previstas para iniciarem no mês de dezembro. Durante a cerimônia, ocorreu um momento simbólico com a plantação de uma muda de ipê-amarelo, árvore nativa da região e que fará parte do projeto arquitetônico.

Com conclusão prevista para 2027, a sede do Instituto CMPC será um espaço multiuso completo na cidade de Guaíba, oportunizando receber a comunidade local e onde serão desenvolvidas atividades voltadas aos pilares de educação e cultura.

Estiveram presentes diversas autoridades, como o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, a vice-prefeita de Guaíba, Claudia Jardim, e o prefeito de Barra do Ribeiro, João Feijó. Os presentes foram recepcionados pelo corpo diretivo da CMPC, incluindo lideranças do Brasil e do Chile.

“Faremos a construção deste espaço porque nos sentimos parte desta comunidade. Temos a motivação de ser um fator fundamental para o desenvolvimento econômico de Guaíba e do Rio Grande do Sul, assim como nos inspira gerar oportunidades para o progresso de todos os seus habitantes”, comentou Francisco Ruiz-Tagle, CEO da CMPC.

“Aqui neste espaço, tão sonhado por nós ao longo dos últimos anos, não só as crianças e adolescentes, mas também seus familiares e amigos encontrarão acolhimento, lazer, aprendizado, arte, cultura e oportunidades para crescer e sonhar com um futuro melhor”, afirmou o diretor-geral de Celulose da CMPC no Brasil e presidente do Instituto CMPC, Antonio Lacerda.

“Somos muito orgulhosos no Rio Grande do Sul com a presença da CMPC. Além do maior investimento privado já anunciado na história do Estado, com a nova planta de celulose em Barra do Ribeiro, a empresa apresenta um compromisso social e o desejo de promover impacto profundo nas comunidades em que atua. Guaíba terá, no Instituto CMPC, um impulso para a transformação da vida dessas crianças e do seu entorno”, declarou Eduardo Leite, Governador do Rio Grande do Sul.

Atualmente, o instituto CMPC já realiza atividades gratuitas de contraturno escolar para estudantes da rede municipal de Guaíba. Além disso, a organização desenvolve o projeto Primeiras Letras, cujo propósito é fortalecer a educação, incentivar a leitura de crianças e jovens e valorizar a cultura nas escolas públicas. Entre as medidas estão a revitalização e entrega de seis bibliotecas de escolas da cidade.

Sobre a CMPC

A CMPC é uma empresa centenária do setor florestal que atua em três segmentos de negócio: celulose, itens de higiene pessoal (tissue) e embalagens. A companhia é uma representante da bioeconomia e possui suas operações alicerçadas na sustentabilidade e na economia circular. Presente no Brasil desde 2009, a CMPC possui operações em sete estados. O grupo CMPC conta com mais de 25 mil colaboradores, 54 unidades produtivas distribuídas em nove países da América Latina e cerca de 24 mil clientes atendidos ao redor do mundo. Em 2023, conquistou a 1ª posição do ranking de sustentabilidade corporativa da S&P Global. Em 2024, foi apontada pela segunda vez consecutiva como a Empresa Florestal Mais Sustentável do Mundo pelo Índice Dow Jones de Sustentabilidade e, com o BioCMPC, de forma inédita no Brasil, a CMPC levantou o Prêmio PMI Awards de Projeto do Ano de Engenharia, Construção e Infraestrutura, o reconhecimento mais importante do setor em nível global. O CEO do Grupo CMPC, Francisco Ruiz-Tagle, foi eleito pela Council of the Americas o CEO do Ano (2023) em Sustentabilidade.  Em 2024, Ruiz-Tagle recebeu o título de CEO do Ano pela Fastmarkets Forest Products PPI Awards, que também elegeu a CMPC como líder mundial em Sustentabilidade. Outras informações estão no site:   https://cmpcbrasil.com.br/

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: 

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Arauco homenageia Mato Grosso do Sul e Inocência em evento no Projeto Sucuriú

Criação do padrão Sertanejo, inspirado nas paisagens rurais do Estado, marcou a celebração dos 48 anos de Mato Grosso do Sul e o avanço do maior investimento da Arauco no Brasil

A Arauco, referência global na produção de celulose e produtos de madeira, realizou na última quarta-feira, 8 de outubro, uma homenagem a Mato Grosso do Sul, que celebra 48 anos de história, e à Inocência, cidade que abriga o Projeto Sucuriú – empreendimento que marca a entrada da companhia no negócio de celulose no Brasil.

Com investimento de US$ 4,6 bilhões, o Projeto Sucuriú prevê a implantação da maior fábrica de celulose em etapa única do mundo, com capacidade para produzir 3,5 milhões de toneladas por ano. O evento aconteceu nas instalações do Projeto e reuniu autoridades, executivos da Companhia, imprensa, clientes do negócio madeiras e convidados.

Sertanejo: um tributo em forma de design

Como parte da celebração, a Arauco Madeiras apresentou o padrão Sertanejo, desenvolvido especialmente para homenagear o Mato Grosso do Sul e a cidade de Inocência. O lançamento integra a Coleção Ritmos, que reúne nove padrões, cores e texturas inéditas, criados a partir de referências culturais brasileiras e internacionais.

Inspirado nas paisagens rurais sul-mato-grossenses, o padrão Sertanejo traz um tom de carvalho claro que traduz pertencimento, autenticidade e a força da identidade local, convidando arquitetos e designers a levarem para seus projetos a essência dessa terra.

“Sertanejo é um tributo ao Mato Grosso do Sul e às pessoas que constroem a história desta região”, afirmou Flávio Verardi, Diretor Comercial & Marketing da Arauco Brasil. “Nosso compromisso vai além de lançar produtos: queremos oferecer soluções que unam beleza, funcionalidade e sustentabilidade, criando conexões reais com nossos clientes e parceiros”.

Avanços do Projeto Sucuriú

A programação incluiu uma visita guiada às instalações do Projeto Sucuriú, onde os participantes puderem acompanhar de perto o andamento das obras e as soluções de engenharia voltadas para o baixo consumo de água e baixas emissões, reforçando o compromisso da Arauco com a sustentabilidade e o uso de tecnologias de última geração.

Um dos destaques apresentados foi a primeira coluna da caldeira de recuperação, recém-concluída, com mais de 100 metros de altura, símbolo da dimensão e do avanço do empreendimento. Atualmente, mais de 6 mil pessoas estão envolvidas na construção, número que deve chegar a 14 mil trabalhadores no pico das obras, previsto para 2026. A operação está programada para o final de 2027.

Desenvolvimento regional e compromisso social

Nas boas-vindas, Carlos Altimiras, Presidente da Arauco Brasil lembrou que “o Projeto Sucuriú é um marco na jornada de crescimento da companhia, e resultado do alinhamento e soma de esforços entre empresa, poder público e comunidade – sob o mesmo propósito de gerar valor e construir um futuro com mais qualidade devida e oportunidades”, reforçando o compromisso com o progresso econômico, social e ambiental de Mato Grosso do Sul e do Brasil.

O Governo do Estado foi representado por Artur Falcette, Secretário-Adjunto de Meio Ambiente, que validou o Projeto Sucuriú como “um modelo de negócio capaz de olhar para as pessoas, para o meio ambiente e não apenas para o resultado econômico”. Em suas palavras, “é gratificante ver a Arauco com essa clareza e entendimento transformador. Esta é a base do crescimento que queremos para o nosso Estado”.

O discurso foi complementado pelo prefeito Antônio Ângelo dos Santos, que pontuou a relevância dos investimentos que movimentam Inocência em todos os setores. “Somos uma pequena cidade que, desde 2011, sonha com este projeto de futuro. Hoje estamos cuidando das estradas, do transporte escolar, da saúde pública. Vivemos uma mudança radical desde que vocês chegaram e saímos daqui hoje muito satisfeitos em receber um dos maiores empreendimentos privados do Brasil”, avaliou o gestor.

Para encerrar, o Vice-presidente do Negócio Madeiras Arauco Brasil, Mário Neto, agradeceu pelo momento especial, dentro do maior Projeto na história da Arauco.

“Este é um encontro simbólico. De um lado, celebramos o aniversário de um Estado jovem, dinâmico e cheio de potencial. De outro, mostramos como um projeto industrial e florestal pode se transformar em alicerce para o desenvolvimento sustentável, mobilizando pessoas, fortalecendo cadeias produtivas e projetando Mato Grosso do Sul e Inocência no cenário nacional e internacional”, finalizou.

No decorrer do evento, também foram sublinhadas as iniciativas da Arauco em Inocência e região. Com um investimento de cerca de R$ 85 milhões, a empresa tem fomentado a capacitação profissional, a geração de empregos e a qualificação de fornecedores. As ações também incluem a construção de moradias para colaboradores e a realização de melhorias na infraestrutura urbana e nos serviços públicos.

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Florestas plantadas e tecnologia: o salto do Paraná para a silvicultura do futuro

O Paraná se consolidou como uma das principais potências florestais do país. Segundo o Departamento de Florestas Plantadas (Deflop), a produção florestal paranaense é estratégica tanto pelo volume quanto pela diversidade. O estado lidera no cultivo de pinus e se destaca na produção de erva-mate, unindo tradição e inovação no campo.

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), o valor bruto da produção florestal estadual cresceu 207% nos últimos dez anos, confirmando o Paraná como vice-líder nacional. O avanço se apoia em uma combinação de tecnologia, pesquisa genética e mecanização que vem transformando o setor.

Hoje, satélites, drones, colheitas mecanizadas e softwares de análise são ferramentas cada vez mais presentes no dia a dia do manejo florestal, permitindo monitorar pragas, prevenir desmatamento e otimizar recursos.

O caso Itaipu: restauração florestal de alta tecnologia

Itaipu Binacional é protagonista em conservação ambiental e tecnologia aplicada às florestas. A hidrelétrica mantém 34 mil hectares de áreas de conservação no lado brasileiro, incluindo uma faixa de proteção de 210 metros ao redor do reservatório, que se estende por 1.345 quilômetros entre Foz do Iguaçu e Guaíra.

As áreas são resultado de um processo de restauração florestal iniciado há mais de 40 anos, com o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica. Diferentemente dos plantios comerciais, as chamadas “florestas plantadas” da Itaipu Binacional têm finalidade ambiental: proteger as margens do reservatório, conservar a biodiversidade e garantir a qualidade da água.

Para a gestão e manutenção da extensa área, a Itaipu Binacional vem aplicando tecnologias de ponta:

  • Drones e imagens de satélite: monitoramento técnico de plantios recentes e do estado geral da vegetação.
  • Ferramentas de geoprocessamento (SIG): coleta de dados e apoio à tomada de decisões sobre manejo.
  • LiDAR (sensoriamento a laser): em fase experimental, avalia biomassa, crescimento da floresta e quantifica carbono estocado.

Os recursos complementam o inventário florestal tradicional, ainda realizado em campo para validação e calibração dos métodos digitais. A meta é tornar o monitoramento contínuo mais rápido, preciso e econômico.

Prevenção e mudanças climáticas

O uso de sensores e drones também ajuda a identificar pragas, doenças e risco de incêndios. Segundo engenheiros florestais da Itaipu, o monitoramento precoce permite ações rápidas e reduz os danos ambientais.

Além disso, a floresta atua como sumidouro de carbono, absorvendo CO₂ da atmosfera e contribuindo para mitigar mudanças climáticas. A proteção das margens do reservatório evita erosão e sedimentação, preservando a qualidade da água e a estabilidade do sistema hidrelétrico.

Pesquisa, biodiversidade e comunidade

A Itaipu investe em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), como o inventário florestal realizado em parceria com a Embrapa Florestas, que avalia estoque de carbono, diversidade de espécies e interação com a fauna. Já foram registradas 358 espécies nativas — quase três vezes mais que o número original de árvores plantadas, mostrando o sucesso da regeneração natural.

Outros estudos, em parceria com universidades, mapeiam a biodiversidade nos refúgios da empresa e já renderam prêmios nacionais, como o reconhecimento do MAPBiomas em 2024.

No campo social, as atividades de restauração e monitoramento geram empregos e movimentam a cadeia produtiva de mudas em comunidades próximas ao reservatório. As áreas também oferecem usos múltiplos: turismo, pesca, lazer e educação ambiental.

Desenvolvimento sustentável

Ao integrar ciência, tecnologia e conservação ambiental, a Itaipu mostra como as florestas plantadas podem ser ferramentas estratégicas para o desenvolvimento sustentável.

No Paraná, o movimento se soma ao avanço da silvicultura comercial de pinus e erva-mate, formando um cenário no qual produção, pesquisa e preservação caminham juntas.

Informações: Massa.

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Lucas do Rio Verde (MT) recebe nesta semana etapa da Expedição Silvicultura

Lucas do Rio Verde recebe na quinta-feira (09/10), a edição presencial da Expedição Silvicultura, realizada pela Canopy Solutions em parceria com a Embrapa Florestas, Arefloresta, Associação de Reflorestadores de Mato Grosso, Sindicato Rural de Lucas e Paulo Cardoso Comunicações.

O evento será das sete e meia da manhã até uma hora da tarde. A programação do encontro prevê nove palestras e uma rodada de negócios. 

As edições presenciais da Expedição Silvicultura são a forma de mobilizar produtores da área florestal e fomentar a troca de experiência entre pesquisadores, investidores, órgãos públicos e empresas.

O presidente da Arefloresta, Clair Baravieira, será um dos palestrantes do evento e analisa de forma positiva o esforço da Expedição Silvicultura no levantamento de dados qualificados sobre o setor de reflorestamento. 

Ele destacou que espera que os números apresentados no evento sejam um estímulo para novas empresas acreditarem e investirem nesse mercado promissor que é tão necessário para a sustentabilidade no país.

Mais de 40 mil quilômetros distribuídos por 14 estados brasileiros estão sendo percorridos pela equipe da Expedição Silvicultura para traçar um raio-X sobre a atividade silvícola na região que concentra 98% das áreas plantadas no país. 

Além de realizar entrevistas, fazer rodadas de negócios e coletar dados, o projeto investiga custos de produção, práticas socioambientais e tendências de investimento. 

A edição da Expedição Silvicultura em Lucas do Rio Verde será na sede do Sindicato Rural do município.

 

Ainda tem vagas! As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site expedicaosilvicultura.com.br.

Informações: Sapicua.

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Campanha Fogo Zero agora faz parte do calendário oficial de MS

Realizada anualmente no mês de maio, a campanha tem o objetivo de reforçar prevenção aos incêndios florestais

Entrou em vigor nesta quarta-feira (1º) a Campanha Fogo Zero, incluída no calendário oficial de eventos de Mato Grosso do Sul por meio da Lei nº 6.477, de 30 de setembro de 2025.

A lei foi decretada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Eduardo Riedel, constando no DOE MS (Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul) desta quarta.

Segundo o texto, a Campanha Fogo Zero, “realizada anualmente no mês de maio, tem como objetivo
reforçar a cultura de prevenção aos incêndios florestais por meio de ações educativas”.

Entre as medidas educativas previstas está a realização de cursos de capacitação em prevenção e combate a incêndios, além de outras iniciativas que tenham foco na proteção das áreas de floresta no Estado.

A ação conta com o apoio da Reflore-MS (Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas) e reúne empresas líderes da cadeia florestal.

Também integram a campanha o Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), o Governo do Estado, Corpo de Bombeiros Militar e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Em 2025, a iniciativa chega à sua 13ª edição.

Informações: MidiaMax.

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Ibá divulga Relatório Anual com recordes de produção, exportações e conservação florestal

Setor exportou US$ 15,7 bilhões em 2024; publicação produzida pela Ibá está disponível no site da entidade

São Paulo, outubro de 2025 – O setor de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração de nativas conquistou novos recordes em 2024. O setor chegou a 10,5 milhões de hectares de árvores plantadas, ultrapassou os 7 milhões de hectares de florestas nativas conservadas, exportou US$ 15,7 bilhões em artigos florestais e produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose.

Esses e muitos outros dados acabam de ser publicados no Relatório Anual da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), documento que traz os principais indicadores do setor e está disponível gratuitamente em iba.org. A publicação tem o apoio da consultoria ESG Tech e parceria com a startup Canopy Remote Sensing Solutions para os dados de área plantada e conservada a partir do mapeamento de imagens via satélite.

O relatório esmiúça os dados de produção, exportação, plantação, conservação e os indicadores de sustentabilidade de um segmento que ganha crescente participação na economia nacional, enquanto se consolida como referência da bioeconomia global.

Em 2024, mostra o documento, a área plantada pelo setor cresceu 234 mil hectares, sendo 187,9 mil hectares no Mato Grosso do Sul, estado que desponta como fronteira de expansão da indústria. Esse crescimento acontece sobre áreas antropizadas, de forma a transformar pastos de baixa produtividade em plantações produtivas, que ainda prestam valiosos serviços ecossistêmicos, como a recuperação do solo, dos recursos hídricos, a recuperação da biodiversidade e a remoção de carbono da atmosfera.

No campo econômico, o Brasil se manteve como o maior exportador de celulose do mundo e segundo maior produtor. As exportações do setor, que incluem também placas, diversos tipos de papeis, entre inúmeros outros produtos, têm o mundo como destino. No ano passado, a indústria teve uma receita bruta de aproximadamente R$ 240 bilhões, superando a média nacional de crescimento, garantindo mais de 700 mil empregos diretos e mais de 2 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos.

“Faça chuva ou faça sol, plantamos diariamente 1,8 milhão de mudas que, ao crescerem, sequestram carbono da atmosfera e o estocam em sua biomassa, sendo assim essenciais para o combate ao maior desafio de nossos tempos: a emergência climática”, diz Paulo Hartung, presidente da Ibá. “Os números de 2024 comprovam a relevância do setor para a agenda ambiental e também para a economia nacional, com geração de empregos e desenvolvimento de municípios país adentro. A indústria de árvores cultivadas é um exemplo de bioeconomia competitiva, sustentável e inovadora.”

Acesse o relatório em: iba.org/publicacoes/

Sobre a Ibá

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais e de restauração, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 50 empresas e 10 entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas. Esse é um setor protagonista da bioeconomia de larga escala, oferecendo soluções para um mundo que precisa descarbonizar com serviços ecossistêmicos, como a remoção de carbono, e dando origem a produtos recicláveis, biodegradáveis e provenientes de fonte renovável.

Site: iba.org

Instagram: instagram.com/iba_oficial

Facebook: facebook.com/industriabrasileiradearvores

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Exclusiva – Expedição Silvicultura atinge 47% do roteiro e acelera mapeamento florestal do Brasil

Iniciativa estratégica atesta a eficácia da metodologia e garante a coleta de informações cruciais para a competitividade global e a sustentabilidade do setor florestal brasileiro

A Expedição Silvicultura, uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento sustentável do setor florestal brasileiro, alcançou um importante marco em sua jornada, atingindo 47% de sua meta total de mapeamento e coleta de dados. O projeto, que se dedica a desvendar o potencial florestal do país, mantém um ritmo intenso de trabalho, impulsionado pelo sucesso de sua mais recente etapa.

A Expedição concluiu a primeira fase de seus eventos presenciais, passando por Belo Horizonte (MG), Vitória (ES) e Eunápolis (BA), onde realizou um evento de imersão na Bahia, focado na coleta aprofundada de informações essenciais para o futuro das florestas nacionais. A mobilização de esforços nas regiões visitadas permitiu a obtenção de dados cruciais que subsidiarão a construção de um setor mais resiliente e inovador.

Eventos presenciais em Eunápolis, Belo Horizonte e Vitória:

Com o objetivo de manter o avanço e expandir o conhecimento gerado, a Expedição Silvicultura tem como próximo destino o município de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, onde realizará seu próximo evento no dia 09 de outubro. A escolha da localidade sublinha a importância estratégica da região para a silvicultura nacional e reforça o compromisso da iniciativa em cobrir as diversas nuances do cenário florestal brasileiro. A Expedição ainda tem seis cidades no seu cronograma oficial para cobrir os próximos 53% do roteiro.

Dados e diálogo com produtores

Bruno Montibeller, sócio da Canopy Remote Sensing Solutions e coordenador geral do projeto, apresenta um balanço prévio da primeira metade da jornada. Ele destaca o volume de informações técnicas já coletadas e compartilha os primeiros insights obtidos a partir das conversas com os produtores, revelando os principais desafios enfrentados pela silvicultura no campo. “Até o momento, considerando esses quase 50% já percorridos da Expedição, já coletamos mais de 5 mil pontos de controle para validação do nosso mapeamento e também a coleta de mais de 200 parcelas de inventário florestal. Essas coletas foram feitas tanto em áreas de empresas quanto de produtores independentes”.

“Durante essas coletas, conversamos com alguns produtores e profissionais ligados sobretudo à silvicultura, e eles relataram algumas dificuldades e desafios que têm enfrentado nessa atividade. As principais questões levantadas foram: dificuldade de comercialização e aquisição de financiamento para realizar a reforma das áreas cultivadas, bem como, dificuldades para encontrar mão de obra para realizar essas reformas. Vários produtores já relataram que estão conduzindo a quinta ou sexta rebrota de eucalipto devido a essa limitação (mão de obra)”, explica ele.

De acordo com Bruno, este diálogo com os produtores faz parte do escopo da Expedição, que visa identificar, junto a eles, as dificuldades, desafios e a percepção em relação à atividade.

Tecnologia e Inovação em Campo

Segundo Fabio Gonçalves, Cofundador & CEO da Canopy Remote Sensing Solutions, um dos pilares da Expedição, o avanço é resultado da aplicação de tecnologias de ponta no levantamento. “Alcançar a marca de 47% da Expedição evidencia a eficácia da nossa metodologia e da força da parceria estratégica realizada com empresas de tecnologia florestal nessa iniciativa. O que celebramos não é apenas o percentual concluído, mas sim a quantidade de dados de alta precisão que estamos coletando e transformando em inteligência para o setor”.

““Nosso foco agora se volta para o estado do Mato Grosso. Estamos ansiosos para fazer o levantamento na região e realizar o próximo evento em Lucas do Rio Verde, trazendo informação de qualidade e apresentando tecnologias de ponta para apoiar os produtores florestais da região. A inovação em coleta e análise de dados é a chave para desvendar o verdadeiro potencial florestal”, destaca.

Próximos passos da Expedição

A Expedição Silvicultura avança. Na próxima fase, o projeto amplia seu alcance geográfico e diversifica o inventário, conforme explica Bruno. “Em relação aos próximos 50% do roteiro da Expedição, nossa perspectiva é seguir com as programações em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de reunir os agentes responsáveis do setor, e difundirmos ainda mais os objetivos da Expedição, apresentando nosso trabalho e resultados gerados. Além disso, também visitaremos talhões com plantios de gêneros que foram menos representados até o momento, como Teca e Pinus”.

Uma aliança estratégica para o setor

A Expedição Silvicultura é fruto de uma colaboração robusta entre a Canopy Remote Sensing Solutions, a Embrapa Florestas e a Paulo Cardoso Comunicações. Essa união de expertises tem como desafio central o mapeamento detalhado das principais áreas produtivas do Brasil, por meio da coleta de informações com uma “pegada” altamente inovadora. O objetivo primordial da iniciativa é construir um futuro mais sustentável e produtivo para o setor, ao mesmo tempo em que estabelece um espaço de troca e networking de alto nível para os profissionais da área.

Os dados coletados e as soluções geradas buscam garantir que as empresas florestais brasileiras não apenas cresçam de forma sustentável no plano nacional, mas também alcancem maior proeminência no cenário competitivo global.

Eventos presencias – Inscrições gratuitas (e limitadas)!

Os interessados em participar e aprofundar-se nos conhecimentos compartilhados durante os encontros da Expedição Silvicultura podem realizar suas inscrições gratuitas para os próximos eventos presenciais através do portal www.maisfloresta.com.br e www.expedicaosilvicultura.com.br, garantindo a oportunidade de interagir com importantes nomes e tendências do setor.

Escrito por: redação Mais Floresta.

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