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Prédio de madeira mais alto do mundo é totalmente resistente ao fogo

A estrutura em CLT é capaz de suportar chamas por mais de 120 minutos segundo normas europeias

No interior da Noruega, às margens do lago Mjøsa, foi erguido um dos projetos mais impressionantes da engenharia contemporânea: o Mjøstårnet, oficialmente reconhecido como o prédio de madeira mais alto do mundo. Com 85,4 metros, distribuídos em 18 andares e construído quase inteiramente em CLT (Cross-Laminated Timber) madeira engenheirada em lâminas cruzadas, o arranha-céu redefine tudo o que se entendia sobre segurança estrutural e resistência ao fogo em grandes edificações de madeira.

Inaugurado em março de 2019, no município de Brumunddal, o edifício tornou-se um marco global de sustentabilidade, precisão industrial e inovação, provando que madeira pode não apenas igualar, mas superar padrões de desempenho de aço e concreto em diversos aspectos técnicos.

A madeira que não pega fogo como madeira comum: o segredo do CLT

A ideia de construir um arranha-céu de madeira pode parecer arriscada, especialmente para quem imagina que a madeira é inerentemente inflamável. Mas o Mjøstårnet utiliza CLT, um material industrializado no qual camadas de madeira são coladas em direções cruzadas, formando painéis maciços com:

  • alta resistência mecânica,
  • rigidez comparável ao concreto,
  • capacidade de deformação controlada,
  • comportamento previsível em incêndios.

O CLT carboniza externamente quando exposto ao fogo, criando uma camada protetora que impede que o núcleo interno seja atingido. Isso faz com que os painéis permaneçam estáveis por longos períodos.

Ensaios europeus de segurança demonstram que painéis de CLT podem resistir por mais de 120 minutos ao fogo, tempo muito superior ao exigido em diversas normas internacionais para estruturas altas.

É exatamente esse comportamento que permitiu que o Mjøstårnet fosse aprovado pelos rigorosos padrões escandinavos.

Uma engenharia de precisão milimétrica

O prédio foi projetado pelo escritório Voll Arkitekter e construído pela empresa Hent. Todo o sistema estrutural utiliza madeira:

  • colunas de glulam (lamelado colado),
  • vigas estruturalmente calculadas para longos vãos,
  • painéis CLT como paredes portantes,
  • núcleos rígidos também em madeira engenheirada.
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A montagem ocorreu como um “gigantesco Lego estrutural”: as peças chegaram prontas e numeradas diretamente da fábrica, permitindo montagem rápida e com mínima geração de resíduos.

O prédio ainda utiliza conectores metálicos estrategicamente posicionados, garantindo rigidez extra contra cargas laterais como ventos intensos em altura.

Sustentabilidade no nível mais avançado

Além do impacto visual e técnico, o Mjøstårnet chamou atenção mundial pela sustentabilidade:

  • A madeira utilizada veio de florestas certificadas norueguesas.
  • O prédio sequestra CO₂ por toda a sua vida útil.
  • Há redução significativa do impacto ambiental comparado ao concreto.
  • A construção emite menos gases de efeito estufa.
Créditos: World Construction Network

Segundo estimativas do setor de madeira engenheirada, a substituição de concreto por CLT em prédios acima de 8 andares pode reduzir as emissões em até 75%.

Isso coloca o arranha-céu norueguês como um dos edifícios mais ambientalmente eficientes já construídos.

Um prédio funcional: hotel, escritórios, apartamentos e piscina

O Mjøstårnet não é apenas um experimento arquitetônico é um edifício multifuncional. No interior, há:

  • apartamentos residenciais,
  • um hotel completo,
  • restaurantes,
  • escritórios,
  • espaços comerciais,
  • auditório,
  • e até uma piscina pública aquecida conectada à estrutura.

Cada ambiente foi projetado para aproveitar a estética natural da madeira, criando interiores quentes, acústica controlada e sensação de conforto térmico superior ao de edifícios tradicionais.Play Video

https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.733.0_en.html#deid=%22%22&eventfe_experiment_ids=%5B%5D&fid=%22goog_710758158%22&genotype_experiment_data=%7B%22experimentStateProto%22%3A%22%5B%5B%5B45713128%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5Bnull%2C749060184%2Cnull%2C%5Bnull%2C100%5D%5D%2C%5B45722344%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45706017%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45740207%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45668885%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45685340%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45734716%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45735891%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45663239%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45715032%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B45661356%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45676441%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45675307%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B45675308%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5Bnull%2C45645574%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45688859%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45656766%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45710689%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45710688%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B45685601%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5Bnull%2C45685602%2Cnull%2C%5Bnull%2C500%5D%5D%2C%5B775241416%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B781107959%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B781107958%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B792614055%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B781107957%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45729602%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45658982%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5B45725657%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%5D%2C%5B%5B16%2C%5B%5B1%2C%5B%5B31089630%5D%2C%5B31089631%2C%5B%5B45668885%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B1000%2C%5B%5B95332046%5D%5D%5D%2C%5Bnull%2C%5B%5B95332047%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95333808%5D%2C%5B95333809%2C%5B%5B635466687%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95338769%2C%5B%5Bnull%2C45645574%2Cnull%2C%5Bnull%2C1%5D%5D%5D%5D%2C%5B95338770%2C%5B%5Bnull%2C45645574%2Cnull%2C%5Bnull%2C2%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95345206%5D%2C%5B95345207%2C%5B%5B45661356%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5Bnull%2C%5B%5B95351425%5D%2C%5B95351426%2C%5B%5B45676441%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95356068%5D%2C%5B95356069%2C%5B%5B45685601%2Cnull%2Cnull%2C%5B%5D%5D%2C%5Bnull%2C45685602%2Cnull%2C%5B%5D%5D%5D%5D%2C%5B95356070%2C%5B%5B45685601%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5Bnull%2C45685602%2Cnull%2C%5B%5D%5D%5D%5D%2C%5B95356071%2C%5B%5B45685601%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5Bnull%2C45685602%2Cnull%2C%5Bnull%2C100%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95372277%5D%2C%5B95372278%2C%5B%5Bnull%2C745150931%2Cnull%2C%5Bnull%2C1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B1%2C%5B%5B95373378%2C%5B%5B792614055%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%2C%5B95373379%2C%5B%5B781107959%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B792614055%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B781107957%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B10%2C%5B%5B95375243%5D%2C%5B95375244%5D%5D%5D%2C%5B50%2C%5B%5B95375505%5D%2C%5B95375506%2C%5B%5Bnull%2C749060184%2Cnull%2C%5B%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5Bnull%2C%5B%5B95375930%5D%2C%5B95375931%2C%5B%5B45734716%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%2C%5B95376520%2C%5B%5B45734716%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%2C%5B45735891%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5Bnull%2C%5B%5B95378095%5D%2C%5B95378096%2C%5B%5B45740207%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2C%5B1%2C%5B%5B95378629%5D%2C%5B95378630%2C%5B%5B45729602%2Cnull%2Cnull%2C%5B1%5D%5D%5D%5D%5D%5D%5D%5D%5D%2Cnull%2Cnull%2C%5Bnull%2C1000%2C1%2C1000%5D%5D%22%7D&imalib_experiments=%5B44715336%2C95322027%2C95331589%2C95332046%5D&is_eap_loader=false&managed_js_experiment_id=0&pvsid=3811832138942655&top_accessible_page_url=%22https%3A%2F%2Fclickpetroleoegas.com.br%2Fo-predio-de-madeira-mais-alto-do-mundo-totalmente-resistente-ao-fogo-tem-854-metros-de-altura-18-andares-e-uma-estrutura-em-clt-vml97%2F%22

Como ele se comporta contra vento, fogo e carga

Engenheiros escandinavos afirmam que o prédio foi testado exaustivamente em simulações digitais:

Resistência ao fogo

A espessura dos painéis foi dimensionada para permitir carbonização sem perda de estabilidade estrutural.

Resistência ao vento

A altura de 85,4 metros exige rigidez lateral avançada. Isso foi alcançado com núcleos de CLT reforçados por vigas glulam.

Resistência a cargas verticais

As colunas lameladas possuem desempenho semelhante ao aço em compressão.

Durabilidade

Madeira engenheirada não apodrece quando adequadamente protegida da umidade, e o clima norueguês facilita esse controle.

Um projeto que abriu caminho para novos arranha-céus de madeira

Após o Mjøstårnet, o setor de construção civil global passou a discutir seriamente:

  • prédios híbridos (madeira + concreto),
  • arranha-céus de até 150 metros feitos majoritariamente em CLT,
  • construções mais rápidas e limpas em áreas urbanas,
  • redução das emissões da indústria do concreto.

Cidades como Viena, Toronto e Tóquio já estudam estruturas ainda mais altas, inspiradas pelo sucesso norueguês.

O arranha-céu que redefiniu o futuro da construção

O Mjøstårnet provou que madeira não é sinônimo de fragilidade. Pelo contrário: na forma de CLT e glulam, ela se torna um dos materiais mais eficientes para prédios altos, unindo estética, segurança e sustentabilidade em uma única obra.

Com 85,4 metros18 andares e resistência técnica comprovada, o prédio mais alto de madeira do mundo não apenas desafiou o concreto ele abriu caminho para uma nova era da construção civil, onde tecnologia, natureza e engenharia caminham juntas.

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Com investimento de R$ 139 bilhões, ferrovia que cortará MS tem edital agendado para abril

Intenção é integrar a Malha Oeste ao Corredor Bioceânico, para levar combustíveis, grãos e celulose ao Porto de Santos e aos portos do Sudeste, via Ferroanel

Após um longo período de abandono de inatividade parcial, o setor ferroviário terá um novo capítulo em 2026, com leilões e muito trabalho. A expectativa, de acordo com o Ministério dos Transportes, é movimentar mais de R$ 139,7 bilhões de investimentos em obras, além de R$ 516,5 bilhões em operações de trechos.

Com uma matriz limpa de transporte, a intenção do Governo Federal é ampliar a malha ferroviária nacional, reduzir gargalos logísticos e fortalecer a competitividade econômica.

No caso da Malha Oeste, que busca conectar Mato Grosso do Sul a São Paulo, inclusive, com ramais que chegam a Corumbá e Ponta Porã, na região sul do Estado, a publicação do edital está prevista para abril do próximo ano, com leilão em julho.

O custo das obras e de operação, respectivamente, é R$ 35,7 e R$ 53,5 bilhões, com prazo de concessão em 57 anos. A Malha Oeste configura como um dos trechos mais extensos do pacote, com 1.597 quilômetros. Praticamente inoperante, a ferrovia exige reforma total.

Sendo assim, nos próximos dois anos, está prevista a publicação de editais e das datas dos leilões, incluindo a revitalização de trechos degradados e integração de corredores que conectam polos produtivos a grandes portos do país.

A intenção é integrar a Malha Oeste ao Corredor Bioceânico, para levar combustíveis, grãos e celulose ao Porto de Santos e aos portos do Sudeste, via Ferroanel.

Informações: Hoje Cidades.

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Governador vê MS ainda mais competitivo com indústria florestal

Investimentos como os da Suzano e Arauco irrigam o horizonte de apostas seguras na economia

“A área de florestas plantadas está avançando em Mato Grosso do Sul. Investimentos bilionários de empresas do setor transformam cidades inteiras, gerando milhares de empregos e novos desafios e oportunidades em saúde, educação, segurança e infraestrutura. O Estado é hoje um dos mais competitivos no país”.

Com esta declaração o governador Eduardo Riedel (PP) realçou, enfaticamente, o elevado grau de desenvolvimento que o Estado alcança, tornando-se um dos mais sedutores para grandes e variados investimentos, com o estímulo de políticas públicas de fomento, ambiente seguro, logística e malha de escoamento. Para ele, quem quiser investir sabe que terá competitividade para disputar diferentes mercados.

“É um desenvolvimento que muda a realidade local e fortalece o estado”, assinalou. Suas palavras foram endossadas recentemente durante um encontro com o Rafael Furlanetti, o sócio-diretor institucional da XP Investimentos, para discutir a Rota da Celulose. O secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez, participou da reunião. Ele disse que o Vale da Celulose, impulsionado pela indústria florestal, é um divisor de águas na história da economia regional.

O projeto prevê investimentos em torno dos R$ 10 bilhões e tem a presença do Fundo XP Infra. “Isto reforça a posição estratégica de Mato Grosso do Sul no avanço da infraestrutura e na geração de oportunidades para os sul-mato-grossenses e brasileiros”, observou Riedel. A área de florestas plantadas, a maioria de eucalipto, tem crescido acentuadamente. Em 2024 chegou a 1,5 milhão de hectares. A projeção é de 2,5 milhões de hectares até 2028.

Oportunidades

Neste nicho industrial, investimentos de grande porte vêm mudando para melhor os cenários econômicos, sociais e urbanos das cidades. Dois exemplos são eloquentes. Em Ribas do Rio Pardo a Suzano fez o maior desembolso nos 100 anos da empresa: R$ 22,2 bilhões para construir uma das maiores e mais modernas fábricas de celulose do mundo. Gerou , com capacidade para produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose por ano.

No pico da obra, empregou 10 mil pessoas. Após a inauguração, conta com 3 mil empregos diretos. Até julho o grupo já tinha investido no município mais de R$ 300 milhões em iniciativas como o Programa de Infraestrutura Urbana, que abrange 21 projetos nas áreas de saúde, educação, desenvolvimento social, habitação e segurança pública, além de aportes para geração de renda e combate à pobreza, construção de 954 casas para colaboradores da empresa e do Centro Médico Sepaco.

Em Inocência, a chilena Arauco está investindo US$ 4,6 bilhões (cerca de R$ 24,8 bilhões) na construção da maior fábrica de celulose do mundo, intitulada “Projeto Sucuriú”, com o início da produção previsto para o final de 2027. Vai produzir 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano, gerando 14 mil empregos no pico das obras e 6 mil empregos diretos e indiretos na fase de operação.

Em 2020 o Grupo Arauco recebeu a certificação Carbono Neutro. Foi a primeira companhia florestal do mundo a alcançar essa meta. Para ser certificado como Carbono Neutro, é preciso que o dióxido de carbono capturado supere as suas emissões globais. De acordo com a empresa, este avanço contribui significativamente na preservação do planeta.

Informações: Folha de Campo Grande.

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Projeto Sucuriú mobilizará 60 mil carretas em uma das maiores operações logísticas do país

Durante a construção do projeto, Valmet coordenará uma megaoperação global que envolve 18 países e três continentes para entregar os equipamentos da maior fábrica de celulose do mundo

A multinacional chilena Arauco avança na construção daquele que já é considerado o maior projeto industrial da história do Mato Grosso do Sul — e, quando concluído, será também a maior fábrica de celulose do mundo. O Projeto Sucuriú, instalado no município de Inocência, receberá investimentos superiores a R$ 25 bilhões e terá capacidade produtiva anual de 3,5 milhões de toneladas de celulose. O início das operações está programado para o final de 2027.

O impacto socioeconômico também é colossal: serão mais de 14 mil oportunidades de trabalho ao longo da construção e, após a inauguração, aproximadamente 6 mil empregos diretos e indiretos nos setores industrial, florestal e logístico.

Mas por trás de uma estrutura fabril de tal magnitude existe uma engrenagem pouco conhecida do grande público: a logística para transportar milhares de peças e equipamentos superdimensionados, importados de vários países, para o coração do Centro-Oeste brasileiro.

Para atender o projeto, a Valmet é a empresa responsável que fornecerá a tecnologia e os equipamentos (como a linha de produção de celulose), cujo transporte do local de fabricação (nacional ou internacional) até o canteiro de obras em Inocência requer um planejamento logístico complexo, muitas vezes utilizando modais rodoviário, ferroviário e hidroviário, com a necessidade de licenças e rotas especiais.

Para compreender a complexidade dessa operação, o Perfil News conversou com Cesar Augusto Hein, coordenador de Logística da Valmet na América Latina. A empresa finlandesa é responsável pelo fornecimento de tecnologia de processo, automação e serviços — o maior contrato da história da companhia.

Uma operação global: 18 países na rota do Sucuriú

Os equipamentos que integram unidades como digestores, caldeiras de recuperação, evaporadores, forno de cal e sistemas de automação são provenientes de 18 países, entre eles:

China (maior fornecedora), Finlândia, Alemanha, Suécia, Índia, Japão, EUA, Bélgica, Noruega, Estônia, Polônia, Holanda, Turquia, Portugal, Taiwan, República Tcheca, Lituânia e Vietnã.

Boa parte das peças já está em fabricação e embarque nos países de origem. O tempo médio de viagem marítima até o Brasil é de aproximadamente 50 dias.

Portos estratégicos e uma rota calculada ao milímetro

A logística marítima foi dividida em dois eixos:

• Porto de Santos (SP): recepção exclusiva do Balão da Caldeira, um dos equipamentos mais pesados de todo o projeto.
• Porto de Paranaguá (PR): entrada das demais cargas do empreendimento.
Depois de desembarcadas, as peças seguem por transporte rodoviário até Inocência (MS), atravessando rodovias estaduais e federais, cidades e trechos com restrições estruturais — um percurso que exige planejamento minucioso e autorização especial para centenas de viagens.

Um exército sobre rodas: 60 mil carretas ao longo do projeto

Os números da etapa terrestre impressionam:

• Mais de 4 mil veículos já estão previstos na fase inicial, entre carretas, caminhões e veículos de suporte.
• A projeção chega a 12 mil carretas até junho do próximo ano.
• Ao longo de todo o cronograma do projeto serão mais de 60 mil carretas transportando cargas do porto e de empresas fornecedoras até o canteiro de obras.

As transportadoras Pesado Minas S/A e DiCanalli são as responsáveis pelo deslocamento dos equipamentos. Ao todo, cerca de 100 profissionais atuam diretamente no comando logístico da Valmet no projeto.

Peças colossais e transporte milimétrico

Entre as maiores estruturas transportadas estão:

• Balão da Caldeira: 28 m de comprimento, 3 x 3 m de seção e 318 toneladas (chegando a 507 toneladas no conjunto transportado).
• Boiler Banks: 28 m de comprimento e 30–40 toneladas cada.
• Separadores de topo: 6,09 m de altura e 7,05 m de largura.

As cargas superdimensionadas — cerca de 500 itens especiais — requerem escolta particular, apoio da Polícia Rodoviária Federal, paradas programadas e restrições de velocidade. No caso do balão da caldeira, por exemplo, o limite operacional é de 20 km/h.

O volume da engenharia logística

Apenas em materiais metálicos e estruturais, a operação inclui:

• 20 mil toneladas de estruturas metálicas (25% já entregues).
• 6 mil toneladas de tanques (50% entregues).
• 6 mil toneladas de tubulações (1 mil toneladas já recebidas).
• Forno de cal: 22 peças brasileiras e 8 importadas.
• Cerca de 3 mil contêineres e 1.100 cargas do tipo break-bulk já previstas.
O pico de entregas está programado para janeiro a maio do próximo ano, com aproximadamente 400 entregas mensais.

Apoio institucional e segurança nas estradas

A complexidade das cargas exige:

• Apoio da PRF, DNIT, concessionárias e prefeituras para escoltas e intervenções temporárias.
• Ajustes em rodovias: remoção de sinalização, reforço de pontes, desvios e travessias urbanas.

A comunicação com a população será realizada:

• Pelas concessionárias, na saída dos portos;
• Por ações conjuntas de marketing da Valmet e Arauco, nos municípios próximos ao canteiro.

Compromisso ambiental e tecnologias limpas no transporte

Segundo Hein, a logística foi estruturada com rigor ambiental:

• Uso de frotas novas com motores Euro 6, reduzindo emissões.
• Caminhões equipados com placas solares, diminuindo o tempo de motor ligado para uso do ar-condicionado.
• Parceiros especializados em operações de baixo impacto ambiental.

Um marco para a indústria sul-mato-grossense

Com o Projeto Sucuriú, Inocência passa a integrar o mapa global da celulose, atraindo investimentos bilionários e impulsionando a infraestrutura regional. A operação logística, uma das maiores já realizadas no país, é peça-chave para que a fábrica entre em operação dentro do cronograma e coloque o Brasil, novamente, na liderança mundial do setor.

A travessia das gigantescas estruturas pelos portos, estradas e fronteiras estaduais é apenas uma amostra da engenharia complexa que sustenta o maior projeto industrial do Mato Grosso do Sul — e um dos mais impressionantes do planeta.

Informações: Perfil News.

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Prefeitura de Bataguassu isenta impostos de fábrica de celulose em Mato Grosso do Sul

A Prefeitura de Bataguassu, a 295 km de Campo Grande, isentou o recolhimento de impostos da nova fábrica de celulose da Bracell, que deve começar a ser construída em fevereiro de 2026. A decisão, assinada pela prefeita Wanderleia Caravina (PSDB), foi publicada no Diário Oficial da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul). 

Os incentivos serão concedidos por dez anos conforme a Lei Municipal nº 3.173/2025, incluindo os seguintes impostos:

  • Isenção do ITBI; 
  • Isenção do IPTU;
  • Isenção das taxas municipais decorrentes do exercício do poder de polícia;
  • Redução da alíquota do ISSQN para 2% sobre serviços diretamente vinculados à implantação do empreendimento.

A medida também autoriza a extensão da alíquota reduzida de 2% do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) aos prestadores de serviços contratados diretamente pelas empresas beneficiárias, vinculados à obra do empreendimento, no período de 2025 a 2029, podendo ser prorrogada. 

A extensão poderá alcançar subcontratados, desde que a nota fiscal seja emitida diretamente para as empresas beneficiárias e mediante autorização expressa da administração municipal.

O deferimento do pedido da empresa foi analisado pelo Condebata (Conselho Diretor de Programa de Desenvolvimento de Bataguassu). 

Além da filial em Bataguassu, o pedido abrange outros CNPJs da Bracell, como a Bracell SP Celulose Ltda (CNPJ 53.943.098/0001-87); Bracell SP Florestal Ltda (CNPJ  50.640.054/0001-90) e MSFC Florestal Ltda (CNPJ 49.683.306/0001-89).

O Condebata terá 15 dias úteis para elaborar uma regulamentação específica sobre habilitação, extensão e fiscalização dos prestadores de serviços vinculados à obra.

Além disso, foi temporariamente suspensa a análise do pedido de redução da alíquota do ISS a 0% e a extensão da alíquota reduzida a serviços não diretamente vinculados à implantação. A medida foi tomada para análise técnica e deliberação futura do Condebata.

Informações: Midiamax.

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Com alta de 20,7%, Paraná consolida vice-liderança no valor da produção florestal

Paraná atinge recorde e lidera produção

O Paraná é vice-líder no valor da produção florestal no País, com R$ 6,9 bilhões e alta de 20,7% em relação a 2023, atingindo um novo recorde. É o que aponta a Pesquisa da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que tem como base o ano de 2024.

O Estado responde por 15,6% da produção florestal no País. Minas Gerais aparece em primeiro lugar, com a fatia de 19,4%, e São Paulo vem logo atrás do Paraná, com 12,9%. A soma dos três estados representa praticamente metade do que é produzido nacionalmente, com 48%, e as demais Unidades da Federação somam 52%.

De acordo com o IBGE, a silvicultura responde por 91,65% do valor da produção florestal paranaense, com R$ 6,34 bilhões, mantendo a trajetória de crescimento dos últimos anos, com alta de 24,09% em relação a 2023. O Paraná é o maior produtor de madeira em tora para outras finalidades, responsável por 32,1% do que é produzido no País.

Liderança também na produção de lenha com origem em florestas plantadas, com uma quantidade estimada de 14 milhões de metros cúbicos, cerca de 26% do total nacional. O Rio Grande do Sul foi o segundo maior produtor de lenha, atingindo 10,9 milhões de m³ e 20,1% do total nacional. O IBGE destaca que a Região Sul responde por 60,6% da produção nacional de lenha.

De acordo com Breno Campos, diretor do Departamento de Florestas Plantadas e Sustentabilidade da Seab, o Paraná já é reconhecido por seu histórico florestal. “A floresta plantada é um setor ativo da economia paranaense, com diversas empresas do segmento instaladas no estado. Mas não é apenas economicamente viável. A produção florestal está amplamente alinhada à sustentabilidade: preserva florestas nativas, contribui para a conservação dos solos e exerce papel fundamental no enfrentamento das mudanças climáticas, uma vez que as florestas são consideradas importantes sumidouros de carbono”, afirma Breno.

CAPILARIDADE – Outro dado relevante é a abrangência da produção paranaense, que impacta 391 dos 399 municípios. General Carneiro, na região Sul do Estado, manteve a liderança nacional no valor da produção da silvicultura, com acréscimo de 10,3% na comparação com 2023. Foram R$ 637,2 milhões, com destaque para a produção de madeira, com R$ 612,7 milhões; de lenha, com R$ 13,8 milhões; e de carvão vegetal, com R$ 10,8 milhões, os dois últimos com aumento de 15% cada na quantidade produzida.

Além de General Carneiro, o Paraná tem outros quatro municípios no top 15 da silvicultura nacional. São eles: Sengés (8º lugar – R$ 367 milhões), Cruz Machado (11º lugar – R$ 304 milhões), Telêmaco Borba (14º lugar – R$ 281 milhões) e Bituruna (15º lugar – R$ 275 milhões).

Já a extração vegetal representa 8,35% do que é produzido no Estado, que ocupa a terceira posição nacional com ganhos de R$ 577 milhões. São Mateus do Sul, também no Sul do Estado, é o representante no top 15, ocupando a 8ª posição com uma produção de R$ 117,7 milhões.

ERVA-MATE – O Paraná concentra 85,8% da produção nacional de erva-mate, totalizando R$ 117 milhões de valor. No Estado nove municípios obtiveram a maior produção de erva-mate em 2024, destacando-se São Mateus do Sul como a de maior volume extraído, com 17,2% do total nacional, e com a mesma produção do ano anterior. A extração de erva-mate, que se concentra na Região Sul, gerou o segundo maior valor da produção entre os produtos não madeireiros, com R$ 522,8 milhões, registrando redução de 11,3% na comparação com 2023.

PINHÃO – O pinhão se destacou entre os produtos não madeireiros a nível Brasil após apresentar um aumento de 15,1% no valor da produção, chegando a R$ 76,8 milhões, mesmo com um aumento de apenas 0,7% na quantidade produzida. O Paraná é o principal produtor, respondendo por 35,4% do volume nacional.

ÁREA PLANTADA – O Paraná possui a terceira maior área coberta com espécies florestais plantadas do Brasil, com 1,2 milhão de hectares cada, um aumento de 1,6%. A área é a mesma que a de São Paulo, que registrou uma redução de 0,7%. Minas Gerais aparece em primeiro, com 2,2 milhões de hectares, e Mato Grosso do Sul em segundo, com 1,5 milhão de hectares.

Em relação ao cultivo de pinus, o Paraná possui a maior área plantada do País. São 670,7 mil hectares destinados para o cultivo, enquanto que outros 464,4 mil hectares são para o cultivo de eucalipto e 22,6 mil hectares para outras espécies.

Na indústria de papel e celulose, enquanto o eucalipto serve de matéria-prima para a produção de celulose de fibra curta, utilizada principalmente na fabricação de papéis, como os de imprimir, escrever e para fins sanitários, a madeira de pinus é destinada à produção de celulose de fibra longa (para fabricação de papel de qualidade superior, que demanda maior resistência).

PESQUISA – A PEVS levanta informações sobre a quantidade e o valor da produção decorrentes dos processos de exploração de florestas plantadas para fins comerciais (silvicultura), e a exploração dos recursos vegetais naturais (extrativismo vegetal). Também são apresentadas informações sobre as áreas ocupadas pelos efetivos da silvicultura.

Informações: AGROLINK.

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Acácia, eucalipto e pinus têm cenários distintos no RS

Escassez de mão de obra e tarifas afetam setor florestal

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quarta-feira (19), a produção de acácia-negra na região administrativa de Caxias do Sul, especialmente na região das Hortênsias, permanece como reserva financeira e complemento de renda para diversas unidades produtivas. O boletim informa que “a atividade enfrenta dificuldades devido à escassez de mão de obra”, enquanto a maior parte do mercado segue direcionada à produção de energia, com participação menor da construção civil. As condições fitossanitárias são consideradas adequadas, com tratos culturais, controle de formigas, adubação de cobertura, corte e colheita em andamento.

Na mesma região, a demanda pela matéria-prima do eucalipto permanece estável. O informativo destaca que “a espécie se destaca pelo rápido crescimento”, impulsionado pelo setor de desdobro e pelo uso diversificado. A implantação de novas áreas e o manejo da brotação estão abaixo do previsto, o que pode resultar em escassez de madeira nos próximos anos. Segundo o documento, a cultura “apresenta boas condições fitossanitárias”, com práticas de manejo como controle de formigas, corte, empilhamento e comercialização de toras e subprodutos, especialmente lenha. Os preços variam conforme localização, dificuldade de extração e diâmetro da madeira, atendendo aos mercados local, regional e estadual.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, são realizados tratos culturais, incluindo preparo de terreno, plantio de mudas, controle de formigas e inços e adubação. Em florestas de dois a três anos ocorre a poda, enquanto áreas com seis a sete anos recebem o raleio.

Na região administrativa de Caxias do Sul, os cultivos de pínus mantêm papel relevante na cadeia florestal, com destinação para toras, chapas, compensados, aglomerados, laminados, movelaria, pallets, estaquetas para exportação, forros, assoalhos e construção civil. O setor registra apreensão diante de especulações sobre tarifas de importação pelos Estados Unidos, o que levou empresas a conceder férias coletivas e a promover demissões. A madeira fina, entre 18 e 30 centímetros, mantém mercado, embora com queda nos preços, enquanto toras acima de 30 centímetros enfrentam baixa procura. Segundo o informativo, “a demanda por parte de empresas locais, regionais e de estados vizinhos garante preços regulares aos produtores”. O boletim também aponta que apenas 15% a 20% das áreas de corte raso estão sendo replantadas, com substituição por cultivos anuais e perenes, exceto em empresas verticalizadas que mantêm os plantios. As entidades do setor alertam para o risco de déficit de madeira nos próximos anos. As condições fitossanitárias são relatadas como adequadas.

Na região administrativa de Passo Fundo, a resinagem registrou retração no último ano e tende a diminuir ainda mais devido à baixa disponibilidade de áreas aptas para coleta. A atividade permanece apenas em florestas já resinadas, sem expansão para novas áreas. Continua a colheita por corte raso, com baixo índice de replantio e migração de áreas para cultivos anuais.

Informações: AGROLINK.

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Inteligência artificial, inovação e empreendedorismo no setor florestal são temas de webinário

O Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal (PPGEF) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – em parceria com a University of British Columbia (UBC ), do Canadá, e com o Consulado do Canadá no Brasil – promove o webinário internacional “Inovação em IA e Empreendedorismo na Engenharia Florestal”.

O evento é gratuito e será realizado on-line no dia 27 de novembro, das 19h às 21h, com tradução simultânea inglês /português. O webinário reunirá pesquisadores e especialistas do Canadá e do Brasil para discutir aplicações de inteligência artificial, inovação tecnológica e empreendedorismo no setor florestal.

Interessados em participar devem realizar inscrição no site do evento, onde também é possível conferir a programação completa.

Inovação em IA e Empreendedorismo na Engenharia Florestal

Data: 27 de novembro de 2025
Horário: 19h às 21h
Inscrições: https://forestry.ubc.ca/events/ai-innovation-and-entrepreneurship-in-forestry-webinar/

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J&F divulga acordo para obter totalidade das ações da Eldorado Celulose

Holding dos irmãos Batista compra os 49% que a multinacional Paper Excellence detinha da empresa de celulose e dá fim à disputa judicial de cerca de 8 anos

J&F divulgou na quinta-feira (15/11) o acordo para a compra à vista dos 49% da Paper Excellence sobre a Eldorado Brasil Celulose por R$ 15 bilhões. Com isso, a holding dos irmãos Batista volta a ter a totalidade das ações da empresa.

Em 2017, a J&F vendeu 49,41% das ações da Eldorado por R$ 3,8 bilhões, além de fechar acordo de venda das ações restantes para a multinacional sino-indonésia em até um ano. Para isso, havia algumas obrigações, dentre elas as dívidas da empresa de celulose em nome da holding dos irmãos Batista.

Um ano depois, a Paper Excellence inicia o litígio e recorre à Justiça alegando que a J&F e a Eldorado não deram condições para que a empresa pudesse cumprir com as obrigações de aquirir as ações restantes da companhia de celulose.

Desde então, as duas empresas estão envolvidas em um embate judicial e arbitrário sobre as partes acionárias da Eldorado Brasil Celulose. O conflito tem fim depois de cerca de 8 anos, com os dois lados desistindo dos processos judiciais para a conclusão do negócio.

Informações: CNN.

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Suzano está com vagas abertas para Três Lagoas e Ribas (MS)

Oportunidades vão de áreas florestais a indústria e finanças; seleção é gratuita e aberta a candidatos de todo o país

A Suzano, gigante global na produção de celulose e referência em bioprodutos, segue com nove processos seletivos abertos para atuação em Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas. As inscrições estão disponíveis para candidatos e candidatas de qualquer região do Brasil, sem distinção de gênero, etnia, idade, deficiência ou orientação sexual.

Os interessados devem se inscrever diretamente pela Plataforma de Oportunidades da companhia: http://www.suzano.gupy.io

Vagas em Três Lagoas

Polo industrial e sede de uma das maiores plantas de celulose do planeta, Três Lagoas conta com duas oportunidades abertas:

  • Analista de Automação Pleno — inscrições até 21/11/2025
  • Motorista de Logística Florestal — até 30/11/2025

Vagas em Ribas do Rio Pardo

O município, que abriga uma das principais operações florestais da Suzano, concentra a maior parte das oportunidades, distribuídas nas áreas de logística florestal, produção, finanças e operações industriais. Confira:

  • Consultor(a) de Produção II — até 23/11/2025
  • Operador(a) de Abastecimento de Madeira I (Grua) — até 23/11/2025
  • Operador(a) de Logística Florestal III (Balança) — até 23/11/2025
  • Técnico(a) de Logística Florestal I (Malha Viária) — até 23/11/2025
  • Analista de Planejamento Financeiro Sênior (temporário) — até 25/11/2025
  • Técnico(a) de Logística Florestal II (Pátio de Madeiras) — até 25/11/2025

Processos gratuitos e Banco de Talentos

A Suzano reforça que todo o processo seletivo é gratuito. Além das vagas em Mato Grosso do Sul, interessados podem conferir outras oportunidades pelo país e se cadastrar no Banco de Talentos da empresa, disponível na mesma plataforma.

Sobre a Suzano

Com mais de um século de atuação, a Suzano é a maior produtora de celulose do mundo e uma das principais fabricantes de papéis da América Latina, além de liderar o segmento de papel higiênico no Brasil. A empresa desenvolve soluções sustentáveis a partir de matéria-prima renovável e atende mais de 2 bilhões de pessoas globalmente.

No portfólio estão produtos como celulose, papéis para imprimir e escrever, embalagens, guardanapos, copos, canudos e itens das marcas Neve®, Pólen®, Suzano Report® e Mimmo®. A companhia opera nas Américas, Europa e Ásia e tem ações negociadas na B3 (SUZB3) e na bolsa dos EUA (SUZ).

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