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Suzano abre 20 novas vagas para suas operações florestais e industriais em Ribas do Rio Pardo (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com 11 processos seletivos abertos, com o total de 20 vagas disponíveis, para atender suas operações em Ribas do Rio Pardo (MS). As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa (https://jobs.kenoby.com/Suzano).

A primeira oportunidade é para a função de Analista de Manutenção Florestal Júnior, com duas vagas a serem preenchidas. São pré-requisitos: ter concluído curso técnico ou Ensino Superior; experiência em manutenção de equipamentos florestais, gestão de frotas, análises e indicadores; conhecimento em normas dos Sistemas de Gestão da Qualidade ISO, FSC, Cerflor; dominar sistemas de manutenção e o Pacote Office, além de sistemas de aplicações (SAP e Power Bi); e ter nível de inglês intermediário. As inscrições seguem abertas até 14 de junho, na página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/analista-manutencao-florestal-jr/62a00fb432630876dafc9011?utm_source=website

Para o cargo de Assistente Administrativo II, umavaga é oferecida. Os pré-requisitos são: Ensino Médio completo; experiência na área administrativa; ter conhecimento intermediário em sistemas de manutenção e em informática, especialmente o Pacote Office e SAP. As inscrições seguem abertas até 14 de junho, pelo site: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/assistente-administrativo-ii/62a01322c94eae78a583787b?utm_source=website

Três vagas são oferecidas nos processos seletivos para contratação de Operador/a de Painel da Linha de Fibras (Digestor), Operador/a de Painel de Utilidades (Caldeira Biomassa e Águas) e Operador/a de Painel de Utilidades (Turbogeradores). Interessados/as precisam ter: curso técnico concluído nas áreas de Mecânica, Elétrica, Mecatrônica, Química ou Automação, sendo desejável estar cursando ou ter concluído Ensino Superior nas áreas de Engenharia; ter conhecimento intermediário em processo de fabricação de celulose; dominar o Pacote Office e ter vivência em sistemas e aplicações (SAP e Power BI); ter disponibilidade para viagens; ter vivência e conhecimentos de Linha de Fibras (para a primeira vaga); e experiência em operação de painel SDCD (para a segunda e a terceira vaga). As inscrições seguem abertas até 18 de junho, respectivamente, pelas páginas:

https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/operadora-painel-linha-de-fibras-digestor/629e37d7677b7c5757096706?utm_source=website

https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/operadora-painel-utilidades-cald-biomassa-e-aguas/62a1053e3d09fd3d764bc582?utm_source=website

https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/operadora-painel-utilidades-turbogeradores/62a10185ef09e05424609bf0?utm_source=website

Mais uma oportunidade é para a vaga de Planejador/a de Manutenção Florestal. São pré-requisitos: ter curso técnico ou Ensino Superior completo; ter experiência na área de manutenção de equipamentos florestais, gestão de frotas e em análises e indicadores; ter conhecimento intermediário em sistemas de manutenção, em Pacote Office e SAP, além de Power Bi; e inglês de nível intermediário. O processo seletivo segue aberto até 14 de junho e as inscrições podem ser feitas pelo site: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/planejadora-manutencao-florestal/62a0141de5154743ebab1bb9?utm_source=website

Ainda em Ribas do Rio Pardo, a empresa está com uma vaga aberta para Supervisor/a de Manutenção e outra para Supervisor/a de Operações Florestais. Os pré-requisitos para a primeira vaga são: ter Ensino Superior completo em Administração, Engenharia ou áreas afins e MBA/Especialização; experiência em gestão de equipes de planejamento de manutenção, gestão de frotas e manutenção de equipamentos florestais; experiência consolidada na área de manutenção florestal; conhecimento avançado em Pacote Office e SAP; e nível intermediário de inglês. Já os interessados/as na segunda vaga precisam ter: Ensino Superior completo em Engenharia, Administração ou áreas afins; experiência de pelo menos dois anos na área de colheita florestal; CNH categoria B; e conhecimento intermediário no pacote Office e no sistema SAP. As inscrições para o primeiro processo seletivo se encerram em 14 de junho e, para o segundo, até o preenchimento da vaga, respectivamente pelos sites:

https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/supervisora-manutencao/62a016af677b7c29e710fca8?utm_source=website

https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/supervisora-operacoes-florestais/62a3000bafef8b0231efbf48?utm_source=website

Para os/as interessados em oportunidades nas áreas técnicas, há 10 vagas para Desenvolvimento Operacional I, uma vaga para Manutenção Florestal II e uma vaga para Silvicultura II. São pré-requisitos para as vagas de Técnico/a de Desenvolvimento Operacional I: ter Ensino Técnico ou Superior Completo; conhecimento básico em Pacote Office; ter CNH categoria B; didática e habilidade para desenvolver e ministrar treinamentos; e experiência comprovada no processo de colheita florestal. As inscrições podem ser feitas até o preenchimento das vagas, pelo site: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-desenv-operacional-ii/629ec3559b2f052846880390?utm_source=website

Para a vaga de Técnico/a em Manutenção Florestal II, a empresa pede: formação técnica ou Superior em Engenharia Mecânica, Elétrica ou Mecatrônica; experiência intermediária nos processos de operação florestal; conhecimento em SAP (PM), Pacote Office, indicadores de manutenção, planejamento, programação e controle de Manutenção; experiência em manutenção de componentes hidráulicos, elétricos, mecânicos e equipamentos móveis; e CNH categoria C ou superior. As inscrições podem ser feitas até 14 de junho, pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-manutencao-florestal-ii/62a015b9e515479d7cab1c6d?utm_source=website

Por fim, para a vaga de Técnico em Silvicultura II, são pré-requisitos: ter Ensino Médio completo ou também curso técnico florestal concluído e ter concluído ou estar cursando Ensino Superior; vivência e conhecimentos em Silvicultura; domínio do Pacote Office e vivência em sistemas e aplicações (SAP e Power BI); ter CNH categoria B ou acima; e disponibilidade para viagens. É possível se inscrever para a vaga até o seu preenchimento, por meio do link: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-silvicultura-ii/6294dcb6bdc6d123bdaf600a?utm_source=website

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Silvicultura&Carbono: Capacidade e Necessidade!

Não existe um binômio tão indissolúvel como silvicultura e carbono! Neste momento em que claramente notamos que há uma emergência climática em curso e que precisa de ações concretas, entendemos que temos uma silvicultura capaz representada pelo sistema solo-plantações como uma alternativa real de redução e estocagem imediata de carbono como uma das respostas imediatas que precisamos usar como uma das formas de mitigação do problema.

Comprovado por estudos recentes essa emergência climática caracterizada principalmente pelo aumento da concentração de CO2 na atmosfera e em especial no Brasil afetando nossas plantações devido a redução da precipitação e o aumento da temperatura, a EMBRAPA publicou um trabalho recente onde verificou o comportamento climatológico na região Sul do Brasil, e a capacidade de emissão/remoção de carbono em solos cultivados com eucalipto. O resultado da modelagem mostrou que as perdas acumuladas em termos absolutos são significativas e podem chegar na região de estudo a mais de oito milhões de toneladas de carbono em 2035, representando perda de 2,5% do carbono armazenado nas florestas, nas áreas do estudo.

A silvicultura se apresenta como fundamental no cenário socioambiental, pois umas das fontes de grande reserva de carbono é o solo, por isso estudos intensos vêm sendo conduzidos visando quantificar a sua contribuição o desenvolvimento e a busca de tecnologias que permitam recuperar e/ou aumentar os estoques de carbono.

 Um desses estudos foi conduzido pela pesquisadora Devin McMahon do Departamento de Ciência do Sistema da Terra, da Universidade de Stanford, EUA, neste visando avaliar o efeito do manejo no solo, foram comparados solos sob eucalipto com solos sem manejo silvicultural.

Foram analisados dez talhões de eucalipto e seis talhões de outros tipos de vegetação—quatro reservas de vegetação nativa e dois de pastagens—que foram previamente amostrados em 2004 em estudo realizado pela equipe da Universidade Federal de Viçosa. O estudo realizado em 2016 avaliou seis plantações de cinco empresas florestais e abrangeu um gradiente do Cerrado até a Mata Atlântica costeira.

Foram coletadas amostras de solo até a profundidade de 100 cm, sendo quatro amostras compostas por talhão, em cinco profundidades (0-10, 10-20, 20-40, 40-60, e 60-100 cm). Cada amostra composta, por sua vez, foi formada por quatro amostras simples. Ao todo, foram coletadas 16 amostras simples por talhão para avaliar estoques totais de carbono, a conclusão do estudo mostrou que os estoques de carbono nos talhões de eucalipto de até 20 cm de solo mineral aumentaram, de um valor médio de 46,0 Mg/ha (erro-padrão 2,8 Mg/ha) em 2004 para 50,1 (3,1) Mg/ha em 2016.

O fator edafoclimático é o principal condicionador do teor de matéria orgânica no solo, em condições tropicais e subtropicais onde há prevalência de elevadas temperaturas e precipitação, as boas práticas de manejo são fundamentais para aumentar o aporte de resíduos orgânicos ao solo, ou que por outro lado, retardem a decomposição da matéria orgânica, o que potencializará a fixação de carbono por este compartimento

A capacidade da nossa silvicultura pode ser comprovada não só pela quantidade de áreas aptas para a sua implantação, mas principalmente pelas boas práticas de manejo do solo no setor florestal que tem relação intrínseca com a manutenção do carbono no solo e seu balanço.

O melhoramento genético, onde principalmente as empresas florestais que se dedicam a produção de carvão vegetal vem produzindo espécies de maior densidade! Mais massa, mais carbono, mais retenção.

O mapeamento de solos, o qual vai determinar o maquinário de preparo condizente com as características físicas do solo evitando consumo desnecessário de combustível e químicas quando determina a nutrição adequada de fertilizantes nitrogenados, evitando que ela contribua com as emissões, inclusive, em um trabalho recente de monitoramento nutricional realizado por uma empresa florestal foi analisada a série histórica de recomendações baseada na adequação da nutrição originalmente recomendada e foi observada uma redução de 0,035t de CO2e/ha.

O cultivo mínimo visa a manutenção da produtividade e consequente sustentabilidade das plantações de curta rotação ele se baseia em um conjunto de práticas silviculturais de baixo impacto ambiental empregado desde o plantio até a colheita, com preparo do solo restrito às linhas de plantio com revolvimento reduzido, manutenção e manejo de resíduos da colheita da madeira, a figura abaixo exemplifica a contribuição de matéria orgânica no sistema solo-planta ao final de 7 anos e seu impacto na produtividade em 36% quando se compara resíduos deixados na colheita x todos os resíduos retirados.

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            Fonte: PTSM/IPEF – Professor José Leonardo de Moraes Gonçalves

O incremento nos teores de carbono no solo melhora suas propriedades e na maioria das vezes o torna mais produtivo. Essas melhorias nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo pelo aumento nos teores de carbono criam um ambiente mais propício ao desenvolvimento das plantas, pois sob o ponto de vista físico, isso melhora a estruturação do solo e consequentemente a infiltração e o armazenamento de água pelo solo, favorecendo o desenvolvimento radicular e consequentemente da parte aérea da planta.

Da mesma forma a silvicultura contribui de forma muito rápida para estocar carbono, logicamente através das árvores! Aproximadamente 40% de uma árvore é carbono! Um dos estudos mais completos sobre a relação plantação e carbono feita no Brasil foi o EUCFLUX o qual analisou o comportamento das plantas com relação a absorção de carbono, onde observamos no gráfico abaixo que 6 meses após o plantio, a absorção é maior que a emissão e 19 meses após o plantio: balanço é totalmente positivo. Os plantios clonais com alta produtividade podem chegar a reter até 20t de Co2 ha/ano.

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    Fonte: EUCFLUX – Professores José Luiz Stape & Otávio Campoe

Não só por suas contribuições ao ambiente no que tange a emergência climática, mas rastreando todo o processo positivo da silvicultura gerando diversas matérias primas chegamos, por exemplo, ao gusa produzido com carvão vegetal. Na Gerdau, o aço produzido emite 930kg de CO2 por tonelada produzida, enquanto a média mundial, segundo o World Steel Association, é de 1.890 kg de CO2.

Dois eventos recentes devem contribuir para fortalecer e incentivar ainda mais reforçando o setor florestal e consequentemente a silvicultura como promotora da sustentabilidade, e mitigadora do carbono e componente da bioeconomia: A primeira foi a aprovação pelos senadores da exclusão da silvicultura da lista de práticas poluidoras e prejudiciais ao meio ambiente (PLS 214/2015). O projeto segue para votação na Câmara dos Deputados agora identificado como PL1366/2022 com uma chance enorme de aprovação pela casa.

E a segunda foi a recente publicação do Decreto nº 11.075, que estabelece os procedimentos para a elaboração dos Planos Setoriais de Mitigação das Mudanças Climáticas e institui o Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa. A medida cria o mercado regulado de carbono, com foco em exportação de créditos, especialmente para países e empresas que precisam compensar emissões para cumprir com seus compromissos de neutralidade de carbono.

Mas na silvicultura do carbono nem tudo são flores! Apesar da fotossíntese ser um processo cientificamente comprovado a séculos e que transcende fronteiras até hoje algumas nações “negacionistas” não reconhecem a importância das espécies “exóticas” capturarem e armazenarem carbono durante seu processo de crescimento, logicamente outras questões estão envolvidas nesta celeuma. 

Ainda há necessidade de aprofundamento em questões científicas, políticas e comerciais para justamente fortalecer a importância e a aceitação das boas práticas da silvicultura no contexto da retenção do carbono, não só no Brasil, mas no contexto internacional

As boas práticas de silvicultura vêm desempenhando um papel significativo no aumento dos estoques de carbono no solo, significando a garantia do bem-estar e segurança para as futuras gerações. Esse aumento nos teores de carbono no solo associado a redução dos seus teores na atmosfera pode contribuir para minimizar os impactos deste sobre os fatores do clima que afetam o homem, bem como o potencial produtivo das plantações florestais.

Artigo de Roosevelt Almado

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Escócia investe cerca de 43 milhões e reais para projetos de transporte de madeira

Projetos que melhorarão a infraestrutura de transporte de madeira da Escócia, beneficiarão as comunidades rurais e ajudarão a descarbonizar o setor florestal.

Projetos de transporte de madeira nas Highlands, Dumfries & Galloway, Scottish Borders, Ayrshire, Argyll e Perthshire estão recebendo apoio financeiro. 

O trabalho para melhorar as frágeis estradas rurais, a criação de novas rotas de transporte florestal e a promoção do transporte de madeira por mar estão todos compartilhando do aumento de caixa. 

Ao anunciar o financiamento, o Ministro do Meio Ambiente, Màiri McAllan, disse: “O setor florestal da Escócia sustenta cerca de 25.000 empregos e gera mais de £ 1 bilhão para a economia a cada ano. Garantir que temos uma rede de transporte de madeira sólida é uma característica fundamental para garantir que os benefícios econômicos continuem.

“O financiamento promove projetos de transporte de madeira que beneficiam também as comunidades rurais. Congratulo-me com os projectos que reduzem as viagens de camião e afastam os vagões de madeira das aldeias e pequenas estradas rurais.   

“Para atingir o Net Zero, também é importante ajudarmos o setor florestal a descarbonizar. Estou, portanto, muito satisfeito em ver novos projetos surgindo sobre isso e a promoção contínua do transporte de madeira para o mercado.”

O financiamento é feito através do Strategic Timber Transport Fund, que é parcialmente financiado pela Transport Scotland e administrado pela Scottish Forestry.

Alguns dos projetos incluem:

  • Apoio ao serviço TimberLINK que permite o transporte de cerca de 100.000 toneladas de madeira por ano na costa oeste da Escócia:
  • O Conselho de Moray receberá financiamento para desviar o tráfego de madeira do uso da Main Street na vila de Dallas, melhorando a segurança geral das estradas, reduzindo o ruído e a interrupção dos moradores.
  • Financiamento para a construção de rampas de lançamento nas margens sul e norte do Loch Arkaig, completas com área de empilhamento e carregamento, e instalação de infraestrutura de carregamento elétrico para uma barcaça elétrica.
  • A Heritage Concern Foundation concedeu uma doação para ajudar a construir uma nova rampa de desembarque em Crossaig, na península de Kintyre, que permitirá que maiores volumes de madeira sejam transportados por mar.

Nos últimos cinco anos, o governo escocês investiu cerca de £ 33 milhões através do fundo em mais de 180 projetos de transporte de madeira, ajudando mais de 47 milhões de toneladas de madeira a chegar ao mercado.

Trechos de estradas locais de classe A, B, C e não classificadas também serão atualizados e rotas florestais adicionadas para afastar o tráfego de madeira das comunidades.

As melhorias nas estradas podem incluir a melhoria dos sistemas de drenagem, reforço ou modernização de superfícies e pontes, alargamento de esquinas ou adição de medidas de moderação do tráfego.

Os locais de passagem também podem ser adicionados, tornando mais fácil para os moradores e empresas locais compartilharem a rede rodoviária rural.

Uma rede de oficiais regionais de transporte de madeira e um coordenador nacional continua a ser financiada para ajudar as partes interessadas florestais a identificar problemas locais de transporte de madeira e buscar soluções.

Fonte: Forest Machine Magazine

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Depois da expansão para Portugal, Quiron Digital prepara entrada nos Estados Unidos

Dados de satélites e nanossatélites associados à inteligência artificial foram capazes de identificar com 45 dias de antecedência, em agosto de 2021, um incêndio florestal no Condado de El Dorado em Omo Ranch, na Califórnia nos Estados Unidos. Apelidado de Caldor Fire, o incêndio cresceu 24 vezes em tamanho em apenas dois dias forçando 10 mil moradores deste estado norte-americano a deixarem suas casas. 

A informação de que o evento extremo iria acontecer foi captada pelos sistemas da Quiron Digital, startup catarinense que atua desde 2018 na prevenção de eventos como esse em florestas, além de reunir dados sobre ataque de pragas, doenças e desmatamento. Com o alerta, as autoridades locais conseguiram tomar medidas de enfrentamento antes mesmo de o incêndio iniciar. O trabalho é um dos exemplos do processo de expansão internacional da empresa que tem sede em Lages e, desde novembro de 2021, uma unidade em Portugal.

Como mostrou o SC Inova, a Quiron fez parte das 14 startups catarinenses que participaram por meio do programa Startup SC do Web Summit, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, em Lisboa. No evento, a empresa anunciou a criação de uma unidade no município de Fundão, na região central de Portugal, por conta volume de contratos fechados no país, especialmente com o uso da ferramenta Flareless. 

Em outra participação no cenário internacional, a startup foi umas das finalistas da maior competição global de empresas que atuam no enfrentamento da crise climática, o Extreme Tech Challenge (XTC). A Quiron ficou em segundo lugar na categoria Smart-Cities Sustentáveis, empatada com a BioElements, do Chile.

Os dez vencedores das categorias do XTC dividirão o palco no evento Global Finals, que faz parte do TechCrunch Sessions Climate, evento que acontece em Berkeley, Califórnia (EUA), no dia 14 de junho, com a presença de grandes nomes de mercado, cientistas, divulgadores de ciência e responsáveis por áreas das inovações tecnológicas relacionadas ao clima. 

A participação neste encontro faz parte da estratégia da empresa lageana de não ficar restrita ao mercado nacional. E especialmente pela intenção da empresa de entrar no mercado norte-americano. “O processo de internacionalização começou praticamente no marco zero. Já sabíamos, de outras experiências, sobre a importância da internacionalização e quando montamos a empresa começamos a estruturar os serviços e produtos. Identificamos a capacidade de fazer tudo por satélite, logo de cara a gente já viu a capacidade de monitorar qualquer floresta do globo”, explica Diogo Machado, diretor de mercado e um dos sócios-fundadores da Quiron.

“Quando você tem essa característica de um modelo de negócio que pode ser internacionalizável, todo o posicionamento de marca, também precisa ser criado para que quando você vá para outro país, a gente possa adequar isso com facilidade”, acrescenta.

Uma das mudanças, logo no começo que a empresa fez foi mudar a definição de “agrodigital” para simplesmente digital, “porque cabia em outros países, além de outras mudanças de posicionamento e toda a estrutura de linguagem – e essa premissa logo se concretizou”, completa o diretor. 

EUA: “OBRIGAÇÃO” NOS PRÓXIMOS DOIS ANOS

O primeiro cliente fora do Brasil foi em Portugal. Desde 2018, os sócios já vinham se relacionando por meio de edições anteriores do Web Summit, e com o programa Startup Portugal, além de outros pontos de contato que se intensificaram no final de 2020. “Foi uma questão natural, porque a gente já estava prospectando por lá, mas ao mesmo tempo a aceitação do mercado português foi mais rápida do que a brasileira, porque eles tinham recém passado por um processo de grande perda com o incêndio de 2017. Por isso, eles estavam mais preparados para tecnologias do segmento florestal”, relembra Diogo.

Nos Estados Unidos, o primeiro trabalho-piloto foi previsão do Caldor Fire, o segundo maior incêndio do ano passado nos Estados Unidos. Para garantir a entrada no mercado norte-americano, no entanto, a startup ainda precisa ter um relacionamento mais próximo para avançar as negociações e novos clientes. 

Antes de entrar em definitivo nos EUA, startup quer tracionar solução onde atua, especialmente Brasil e Portugal, diz Diogo Machado (segundo à esquerda). / Foto: Divulgação.

Por conta da pandemia, a Quiron ainda não teve a oportunidade de estar presencialmente no país, o que deve acontecer no segundo semestre de 2022. “A gente teve muitos contatos dentro da USFS, que é a unidade florestal das unidades federais dos Estados Unidos, e com Cal Fire, que cuida da parte de incêndios na Califórnia, e com o próprio chefe de bombeiros de El Dorado Country. Todos esses pontos de contato avançam em negociações, mas ainda muito incipientes”, aponta Machado. 

Segundo um dos fundadores da empresa, a parte governamental norte-americana ainda tem maior receio na adoção de novas tecnologias. Por isso, a estratégia é “tracionar” um pouco mais o negócio no Brasil, para depois chegar mais forte nos Estados Unidos. “A gente tem essa vontade de ter uma unidade por lá. É quase que obrigatório em função do grande volume de dinheiro que eles investem no combate aos incêndios na Califórnia, principalmente, agora que os incêndios estão atingindo outros estados, como Nevada, Novo México e Arizona. Então, existem outros estados também sofrendo, não apenas e unicamente a Califórnia. Assim, ir para lá é praticamente uma obrigação nos próximos um ou dois anos”, avalia o empreendedor.

NOVOS MERCADOS 

A expansão do mercado de monitoramento de florestas, de acordo com Machado, deve acontecer naturalmente diante das ameaças globais do clima. E ao mesmo tempo no Brasil e fora no exterior, onde existe mais espaço para venda dos sistemas da empresa. 

“Não falo em florestas plantadas, já que no mercado brasileiro esse mercado é muito forte e diria, inclusive, que é um dos mercados mais inovadores do mundo. Mas de maneira geral, em termos de ameaças florestais como pragas e doenças, você tem outros países com grandes potenciais, como os Estados Unidos, o Canadá, a própria Rússia”, diz. 

Outros mercados potenciais, com quantidade de problemas florestais e que precisam de dados satélites são, segundo o empreendedor, são a Indonésia e Oceania. “Essa expansão passa por uma questão burocrática para emitir nota e trazer o dinheiro ao Brasil, ou a sede da Quiron. Mas essa é uma tarefa que a gente vem desenvolvendo com diversos parceiros, e esses parceiros têm encontrado excelentes caminhos para que isso aconteça através da exportação de tecnologia. Nosso foco sempre será internacional, do marco zero dela até o final”, acredita Machado.

Fonte: Quiron Digital

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Exportar madeira ficou mais seguro

A Woodflow é uma startup brasileira que veio para revolucionar o mercado de trade internacional de madeiras. É uma plataforma onde importadores podem negociar madeiras brasileiras de forma ágil e descomplicada, eliminando diversos obstáculos desse processo.

Agora, esses traders podem encontrar, em um único lugar, as melhores ofertas de diversas qualidades de madeira, tendo certeza de sua condição, procedência e qualificação. Além disso, a rastreabilidade dos lotes, que antes era impraticável (ou até mesmo inexistente), com a Woodflow é possível, transparente e funcional. Assim, dentro da própria plataforma, os traders podem ver, em tempo real, em qual etapa e em que lugar os lotes estão.

A comunicação e a linguagem também deixam de ser entraves: a plataforma é bilíngue e os canais de comunicação e suporte são flexíveis, podendo ser feitos até pelo WhatsApp.

Para os próximos passos, o céu é o limite. A plataforma se tornará um grande marketplace de comercialização de madeiras, com inúmeras outras funcionalidades agregadas. Em pouco tempo se tornará uma referência global em soluções para todo o mercado madeireiro.

Em poucas palavras, a Woodflow é uma plataforma que veio para facilitar e agilizar a negociação de madeira brasileira de forma inovadora, descomplicada e segura.

Fonte: WoodFlow

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Veracel divulga editais p/ contratação de vagas diversas. Confira!

Veracel Celulose divulga editais para contratação de:

  • Motorista Comboista

REQUISITOS:

  • Ensino Médio completo;
  • CNH categoria “E”;
  • Experiência na condução de Caminhão Comboio;
  • Curso MOPP – Movimentação de produtos perigosos;
  • Conhecimento em mecânica básica.

Os interessados e as interessadas à vaga acima devem cadastrar currículo até o dia 12/06/2022, acessando https://vemparaaveracel.gupy.io/

  • Auxiliar de Manutenção

REQUISITOS:

  • Ensino médio completo;
  • Experiência em Manutenção em material de corte para harvester;
  • CNH – Categoria B.

Os interessados e as interessadas à vaga acima devem cadastrar currículo até o dia 12/06/2022, acessando https://vemparaaveracel.gupy.io/

  • Mecânico ou Mecânica I

REQUISITOS:

  • Ensino Médio completo;
  • CNH categoria “B”;
  • Experiência em manutenção de máquinas florestais ou agrícolas;
  • Conhecimento básico de informática;
  • Habilidade com uso de equipamentos eletrônicos (tablets, smartphones, similares);

Os interessados e as interessadas à vaga acima devem cadastrar currículo até o dia 12/06/2022, acessando https://vemparaaveracel.gupy.io/

  • Motorista III

REQUISITOS:

  • Ensino Médio completo;
  • CNH categoria “E”;
  • Curso de formação em Operação de Caminhão Guindauto;
  • Curso de formação em Transporte de Cargas Indivisíveis;
  • Experiência na condução do equipamento: Caminhão prancha.

Os interessados e as interessadas à vaga acima devem cadastrar currículo até o dia 12/06/2022, acessando https://vemparaaveracel.gupy.io/

  • Técnico ou Técnica de Manutenção em Equipamentos Florestais

REQUISITOS:

  • Ensino Médio completo;
  • CNH categoria “E”;
  • Curso técnico em Mecânica, elétrica, eletrônica ou Mecatrônica;
  • CNH categoria “B”;
  • Habilidade com uso de equipamentos eletrônicos (tablets, smartphones, similares);
  • Conhecimento em Mecânica e hidráulica de máquinas e equipamentos pesados;
  • Conhecimento em Elétrica de máquinas e equipamentos pesados;
  • Conhecimento em equipamentos pesados.

Os interessados e as interessadas à vaga acima devem cadastrar currículo até o dia 12/06/2022, acessando https://vemparaaveracel.gupy.io/

A Veracel é uma empresa que preza pela diversidade e inclusão em seus ambientes. Todas as vagas também são destinadas a candidatos e candidatas que sejam pessoas com deficiência.

Fonte: Veracel

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Florestas plantadas melhoram a qualidade de vida no planeta

O planeta sofreu uma série de ocorrências ambientais na última década e, com isso, percebemos uma melhora sobre o conhecimento a respeito da importância das florestas na luta contra as mudanças climáticas. Em meio a tudo isso, um grupo de cientistas estabelecido pelas Nações Unidas para monitorar e assessorar toda a ciência global relacionada às mudanças climáticas lançou seu novo relatório de clima, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês), que divulgou recentemente que as alterações no clima já estão causando um aumento na frequência e/ou intensidade de eventos extremos desde os tempos pré-industriais como: tempestades, alagamentos, secas, incêndios florestais e outros fenômenos climáticos, além disso, segundo o relatório de agosto de 2021 os seres humanos são responsáveis por um aumento de 1,07°C na temperatura do planeta. Ainda de acordo com o IPCC, não há como baixar a temperatura global, o desafio é evitar que ela continue a se elevar.

Para entender isso é preciso analisar sob a ótica de um período em que a mentalidade era a de ver a poluição das fábricas como símbolo de vitória e prosperidade, sem perceber os possíveis efeitos colaterais do modelo industrial, marcado pelo uso irracional dos recursos naturais, desigualdade social e pelas péssimas condições de vida dos operários.

Buscando frear o avanço das emissões de carbono no globo e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, surgiu a partir do Protocolo de Kyoto em 1997 o conceito do crédito de carbono. Foi o primeiro tratado internacional para controle da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, de acordo com publicação da Agência Senado.

Os créditos de carbono se tornaram um incentivo, pois permitem que se tenha um maior retorno financeiro, recurso que pode ser usado para projetos de infraestrutura sustentável e de bioeconomia, principalmente para o pagamento dos serviços ambientais e da preservação do estoque de recursos naturais. Esses créditos, além de neutralizar as emissões próprias das companhias, podem ser comercializados entre empresas que buscam neutralizar suas emissões, evitando assim possíveis sanções ambientais.

Diante desse cenário, a silvicultura (cultivo de florestas) entra com protagonismo, pois são capazes de reduzir a pressão sobre a vegetação nativa, contribuindo para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Segundo o site pensamentoverde.com.br, os principais benefícios da silvicultura são:

•             Diminuição da pressão sobre florestas nativas;

•             Reaprimoramento de terras degradadas pela agricultura;

•             Sequestro de carbono;

•             Proteção do solo e da água;

•             Ciclos de rotação mais curtos em relação aos países com clima temperado;

•             Maior homogeneidade dos produtos, facilitando a adequação de máquinas na indústria.

Ou seja, tem como função cuidar da exploração e da manutenção racional das florestas, desde o pequeno agricultor às grandes indústrias.

Brasil

Durante a última Conferência em Glasgow, na Escócia, as entidades que representam o mercado mundial de crédito de carbono foram unânimes em dizer que o Brasil está cada vez mais atraindo investidores internacionais. A lógica desse mecanismo é permitir que uma nação mais poluidora invista em projetos de sustentabilidade em outro país e ganhe crédito de carbono.

O Brasil, por sua vez, possui aproximadamente 9,8 milhões de hectares de florestas plantadas, o que corresponde a menos de 1% do território nacional, com estoque de aproximadamente 1,88 bilhão de toneladas de gás carbônico (CO2) equivalente, sendo que 76 % da produção total de florestas no país é destinada ao eucalipto, segundo o IBGE, com base nos dados de 2021.

Tanto as empresas de florestas plantadas, quanto fundos internacionais de investimentos florestais, as chamadas Timber Investment Management Organization (TIMO), que é um grupo de gestão que auxilia os investidores institucionais na gestão de suas carteiras de investimento em ativos florestais, seguem avançando no país, investindo no aumento de áreas plantadas, com o objetivo de abastecer suas industrias (mercado verticalizado) e no chamado mercado aberto de madeira reflorestada. As árvores plantadas, mesmo após serem colhidas, são transformadas em produtos, que seguem estocando o carbono sequestrado. Além disso, milhões de toneladas de carbono deixam de ser emitidas no uso de energia renovável em substituição aos combustíveis de origem fósseis, na produção de produtos em substituição a produtos derivados do petróleo.

Esse mercado global de produtos derivados da madeira proveniente de florestas plantadas, exige certificações internacionais que atestam o emprego de práticas responsáveis durante toda cadeia de valor do manejo florestal. Os plantios ocorrem em áreas antropizadas, ou seja, área cujas características originais foram alteradas pela ação do homem, sem fazer pressão sobre áreas de florestas nativas. Além de sequestrar carbono e contribuir na geração de energia de fontes renováveis, esse mercado cumpri à risca a legislação, protege e preserva serviços ecossistêmicos.

Com base nesta análise que contempla o contexto histórico e traz uma visão sistêmica do momento atual que vivemos no mundo, acredito que a silvicultura exerce um papel de extrema importância para a desaceleração das mudanças climáticas mundiais. O Brasil se destaca nesta cultura de maneira global e tem condições de liderar o processo de expansão das atividades de base floresta no planeta, carregando a plena convicção de que cumprimos os mais rígidos padrões de sustentabilidade e leis ambientais.

Outro ponto que não posso deixar de fora desta análise é o papel social desempenhados pelas empresas de base florestal, que proporcionam conhecimento e geram empregos e renda em suas regiões de atuação, o que nos dá no plano geral uma contribuição direta para o desenvolvimento socioeconômico do país.

O plantio de florestas, portanto, além de gerar divisas e ter um manejo responsável, é ambientalmente correto e melhora a vida das pessoas.

Artigo de Elcio Trajano Junior

Diretor de RH, Sustentabilidade e Comunicação Interna da Eldorado Brasil

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Suzano está com três processos seletivos abertos para Três Lagoas (MS)

As inscrições estão abertas para todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa.

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está com três processos seletivos abertos para atender suas operações florestais e industriais em Três Lagoas (MS). As inscrições podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, raça, etnia, deficiência ou orientação sexual, na Plataforma de Oportunidades da empresa (https://jobs.kenoby.com/Suzano).

Para participar do processo seletivo para Técnico/a de Desenvolvimento Operacional II, os pré-requisitos são: ter ensino técnico completo ou superior completo; domínio do pacote Office; Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria “B”; didática e habilidade em desenvolver e ministrar treinamentos e experiência intermediaria comprovada nos processos de operação florestal. A inscrição segue aberta até o preenchimento da vaga, pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/tecnicoa-desenv-operacional-ii/628b6831be40365c5ed5a38f?utm_source=website

Já as pessoas interessadas na vaga de Auxiliar Administrativo (Florestal), precisam ter: Ensino Médio completo; domínio do Pacote Office básico; conhecimento em sistemas de gestão (SAP) e CNH na categoria B. As inscrições seguem abertas até o preenchimento da vaga, pelo site: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/auxiliar-administrativo/629a491c6df0fb4cdf09dc5a?utm_source=website

A empresa também está com inscrições abertas para a vaga de Consultor/a de Planejamento de Manutenção. Para participar do processo seletivo, os pré-requisitos são: formação Superior completa em Engenharia ou áreas correlatas; conhecimento em Excel e MS Project – Avançados, SAP Módulo PM; conhecimento em Power BI; planejamento de manutenção em grandes indústrias, preferencialmente do mercado de Papel e Celulose; especialização na área de manutenção e inglês intermediário. As inscrições seguem abertas até o dia 13 de junho, pela página: https://jobs.kenoby.com/Suzano/job/consultora-planejamento-manutencao-i/629e181dcb86f83f2248e2a5?utm_source=website

Mais detalhes sobre os processos seletivos, assim como os benefícios oferecidos pela empresa, estão disponíveis na Plataforma de Oportunidades da Suzano (https://jobs.kenoby.com/Suzano). Na página, candidatos e candidatas também poderão acessar todas as vagas abertas no Estado e em outras unidades da Suzano no País, além de se cadastrar no Banco de Talentos da empresa.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Fonte: Suzano

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Novo Procedimento de Melhoria Contínua do FSC capacita as comunidades em uma abordagem ousada à certificação

Abordagem passo a passo para a certificação de manejo florestal para florestas comunitárias e familiares lançada por meio do Procedimento de Melhoria Contínua FSC-PRO-30-011 . Este novo procedimento está agora finalizado e publicado no Centro de Documentos FSC. As organizações elegíveis podem solicitar a certificação FSC usando este procedimento após 17 de agosto de 2022.

O Procedimento de Melhoria Contínua é uma abordagem inovadora para a certificação, permitindo que os usuários cumpram apenas um subconjunto de critérios e concluam um plano de ação para as melhorias de gestão restantes. Isso simplifica suas jornadas de certificação para oferecer uma oportunidade de melhorar continuamente seus objetivos de sustentabilidade no manejo florestal. Adicionalmente, a liberação deste procedimento inclui um Plano de Ação e Autoverificação de Conformidade como anexos. Essas ferramentas podem ser utilizadas imediatamente pelas organizações para desenvolver um plano de ação para aprimorar suas práticas de manejo florestal.

Com o Procedimento de Melhoria Contínua agora em vigor, os padrões do FSC serão simplificados para ajudar as florestas comunitárias e familiares a serem certificadas; passo a passo. Por meio desse procedimento, o FSC também está introduzindo auditorias mais adaptadas à cultura e incorporando avaliações de risco. Com essa maior flexibilidade, os usuários podem aproveitar mais facilmente esse procedimento para acessar os benefícios da certificação e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de certificação.

O FSC gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer ao grupo de trabalho técnico que trabalhou para montar o procedimento. O novo procedimento pode ser baixado no Document Centre aqui. Para saber mais sobre o processo de desenvolvimento do procedimento, visite a página do processo aqui. Webinars sobre o procedimento e sua implementação serão anunciados em breve; Fique ligado!

Fonte: FSC

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Novos mercados para produtos de madeira ajudam a preservar as florestas para as gerações futuras

Há uma desconexão contínua que tende a ressurgir no debate em torno do uso da biomassa lenhosa para criar produtos inovadores e renováveis ​​que estão substituindo os produtos de base fóssil. Isso inclui bioenergia (geração de eletricidade) e biocombustíveis para transporte, bem como bioquímicos que são usados ​​no desenvolvimento de produtos de base biológica que eram inimagináveis ​​há apenas algumas décadas.

Esta é uma batalha curiosa para os detratores da biomassa travarem. Por um lado, há desdém por todas as formas de energia fóssil. No entanto, por outro lado, os recursos renováveis ​​mais confiáveis ​​e disponíveis do mundo (árvores) também devem permanecer “fora dos limites”.

No caso de pellets de madeira usados ​​para produção de bioenergia, o principal ponto de discórdia é normalmente enquadrado como: “Queimar árvores está dizimando permanentemente as florestas do sul”. É o caso de um artigo recente da WFAE, que observou que “O Parlamento Europeu está tomando medidas para reverter as políticas climáticas que promovem o uso de pellets de madeira para substituir o carvão em usinas de energia. Isso colocaria um freio em uma indústria controversa que está crescendo no Sudeste.”

Este seria um retrocesso decepcionante e um erro que afetaria milhões no Reino Unido e na UE – especialmente à luz do tenso impasse geopolítico que resultará em fluxos de petróleo e gás reduzidos da Rússia daqui para frente. Ursula Von der Leyen, chefe do poder executivo da UE, afirmou recentemente que a decisão de embargar a maioria das importações de petróleo da Rússia “cortará efetivamente cerca de 90% das importações de petróleo da Rússia para a UE até o final do ano”.

Parece que os recursos florestais renováveis ​​devem ser uma opção natural para a UE como matéria-prima disponível e comprovada, que atuaria em grande parte como um combustível de “ponte” até que formas mais eficientes e menos dispendiosas de energia renovável se disponibilizem.

A Forest2Market apresentou montanhas de dados e insights florestais únicos que provam de forma esmagadora que a indústria de pellets de madeira não é uma ameaça para as florestas do sul. Também é decepcionante que a conclusão lógica do argumento antibiomassa tenha como objetivo uma dinâmica de propriedade florestal no sul dos EUA que a torna uma região florestal tão produtiva. Milhões de florestas locais de propriedade familiar fornecem renda, recreação e habitats saudáveis ​​para plantas e vida selvagem – um descanso das paisagens urbanas em constante expansão que surgem em todo o país. Esta floresta privada, muitas vezes mantida em trustes, garante que as florestas permaneçam fortes e vitais para as gerações futuras.

Além disso, essa estrutura de propriedade é responsável pelas florestas incrivelmente produtivas da região que floresceram nas últimas décadas. Muitas outras regiões florestais – onde a maior parte da floresta é de propriedade de entidades governamentais (como o Noroeste do Pacífico ) – são desnecessariamente prejudicadas por encargos regulatórios, são subutilizadas e em estados perpétuos de problemas de saúde e, portanto, estão cada vez mais propensas a ataques em larga escala. destruição por meio de incêndios florestais e invasão de pragas. Por outro lado, a estrutura de propriedade florestal baseada no mercado do Sul, em combinação com uma demanda estável e sustentável, é um modelo global de gestão e utilização florestal bem-sucedida.

Mercados criam soluções combinadas

Como sabemos que um sistema baseado no mercado permite que os interesses econômicos e ambientais trabalhem juntos? Devido a preocupações com o crescimento inicial da indústria de pellets de madeira no sul dos EUA, a Forest2Market foi contratada para examinar a história e a sustentabilidade dos ativos florestais regionais em 2017. Para o estudo , realizamos uma análise estatística para um período de 70 anos do área de floresta, demanda e estoque, e descobrimos algumas correlações estatisticamente significativas.  

Desde meados do século XX, a quantidade de florestas no sul dos EUA permaneceu estável, aumentando cerca de 3% entre 1953 e 2015. Durante esse período, o crescimento econômico e o aumento da construção estimularam a demanda do consumidor por produtos florestais, o que levou a uma aumento significativo nas colheitas de madeira (remoções) em quase 60%. No entanto, durante esse mesmo período, a quantidade de estoque de fibra de madeira armazenada nas florestas do sul mais que dobrou essencialmente na mesma base de terra.

Drax_1

A análise aprofundada de dados históricos da Forest2Market ao longo das últimas seis décadas documenta a ligação entre o aumento da demanda por produtos florestais e o aumento do inventário florestal. Além disso, explica que o aumento dramático no inventário florestal foi possibilitado por aumentos ainda mais notáveis ​​na produtividade florestal, especialmente em áreas florestais de propriedade privada.

  • A crescente demanda por produtos florestais impulsiona o aumento das remoções de florestas. À medida que a população e o PIB dos EUA cresceram na última metade do século XX, o mesmo aconteceu com a demanda por produtos à base de madeira. As remoções anuais de madeira quase dobraram em 1996 e foram 57% maiores em 2015 do que em 1953.
  • A indústria de produtos florestais e os proprietários de terras responderam aumentando a produtividade de suas florestas. Para garantir que suas fábricas tivessem uma fonte de abastecimento estável e de alta qualidade, as empresas de produtos florestais investiram pesadamente em pesquisas para promover a produtividade florestal, melhorando as práticas de manejo. Essas práticas impulsionaram o desenvolvimento de plantações de alto rendimento que resultaram em um aumento de 3,5 vezes no estoque de madeira por hectare, o que aumentou a disponibilidade de fibra de madeira nas plantações de madeira e, assim, reduziu a pressão de colheita em povoamentos naturais de madeira. O gráfico a seguir mostra o impacto significativo no estoque permanente alcançado pelas práticas avançadas de silvicultura em resposta à demanda do mercado.
tendências de crescimento
  • O aumento da demanda não esgotou as florestas. O número de acres de floresta permaneceu estável, aumentando em 3%. Ao mesmo tempo, o estoque total dobrou (+108% de 142 para 296 bilhões de pés cúbicos) porque o crescimento ultrapassou as remoções.
  • Análises estatísticas mostram que o aumento da demanda está associado a um melhor crescimento e maiores estoques. Os modelos de regressão mostram uma correlação estatisticamente significativa (65-90%) entre demanda e estoque.


A correlação estatística é que o aumento da demanda resulta em aumento do estoque, e não o contrário. Como isso acontece?

Isso ocorre porque a madeira e a terra que a madeira ocupa são ativos econômicos. Como em qualquer mercado, quando há forte demanda, os proprietários gerenciam ativamente seus ativos para maximizar o retorno econômico. Nesse caso, os proprietários de florestas gerenciam suas florestas para maximizar o crescimento das árvores – especialmente o crescimento do produto de maior valor da floresta (madeira serrada) – o que aumenta o retorno sobre o investimento. Os produtos florestais e os fabricantes de bioenergia usam as matérias-primas que compram na medida do possível, incluindo a utilização de árvores de baixo valor e produtos residuais para produção de energia onde existem mercados.

O crescimento da indústria de produtos florestais, incluindo o setor de pellets de madeira, continua gerando uma nova demanda por biomassa, o que resultou em um aumento, e não uma redução, nos estoques florestais. Em outras palavras, a demanda saudável está impulsionando o reflorestamento , não o desmatamento no sul dos EUA.

Manejo Florestal 101

Embora grande parte da matéria-prima usada para produzir biomassa e pellets de madeira consista em resíduos de cavacos de madeira gerados a partir de outros processos de fabricação de produtos de madeira, é importante esclarecer que muitos produtores de pellets também usam celulose de baixo valor no processo de fabricação. Este é um grande ponto de discórdia entre os detratores da biomassa, embora eles não consigam conectar os pontos entre a oferta e a demanda de matérias-primas de madeira de baixo valor.

Como as árvores colhidas são encaminhadas pela cadeia de abastecimento florestal ?

Os tamanhos das árvores retiradas da floresta são bastante diferentes, atendem a uma série de necessidades e, portanto, variam em valor. Em geral, as toras de pinheiro do sul se enquadram em uma das seguintes categorias:

  • Árvores com 5”-7” de diâmetro à altura do peito (DAP) são consideradas “madeira para celulose” uma vez colhidas, e são mais frequentemente convertidas em cavacos de madeira.
  • Árvores com DAP de 8”-11” são consideradas “chip-n-saw” (CNS), que podem ser usadas como pequenas toras por serrarias ou convertidas em cavacos como madeira para celulose.
  • As árvores com 12”+ DAP são consideradas “madeiras serradas”, que serão utilizadas exclusivamente por serrarias e outros fabricantes de madeira maciça.

Proprietários de madeireiras que administram suas terras para a produção de madeira têm historicamente manejado toras de madeira serrada de grande diâmetro e alto valor. Séculos de demanda por produtos de madeira maciça usados ​​para fins estruturais impulsionaram esse paradigma, pois toras maiores resultam em melhor rendimento e qualidade na fabricação de madeira maciça. Os proprietários de terras são, portanto, incentivados a cultivar toras maiores por meio de ofertas de alto preço desses fabricantes. Como tal, as práticas de manejo florestal evoluíram ao longo do tempo para maximizar os retornos reais de grandes toras, com proprietários de terras implementando prescrições silviculturais para produzir toras maiores e de alto valor em um ritmo mais rápido.

Uma dessas práticas de manejo conhecida como “ desbaste ” envolve a remoção de madeira para celulose de baixo valor, que geralmente está confinada a árvores pequenas, deformadas, deformadas e fora da espécie dentro de uma área de madeira. Esse processo reduz a competição por nutrientes do solo e abre o dossel da floresta para permitir mais luz solar na floresta, o que induz maiores taxas de crescimento para as árvores de alto valor remanescentes. Essas árvores continuam crescendo até atingirem maiores diâmetros e especificações de qualidade a serem consideradas para a fabricação de produtos de madeira maciça.

A Economia do Consumo de Madeira

A economia básica e as melhores práticas do setor garantem que as árvores colhidas sejam usadas para maximizar seu valor. Considere o diferencial de preço entre madeira serrada e madeira para celulose: No 1T2022 , o preço médio ponderado do volume Sul (em pé) para madeira serrada de pinus foi cerca de 214% superior ao preço da madeira para celulose de pinus.

Fonte: Forest2Market

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