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Brasil desponta no mercado de crédito de carbono no agronegócio

Setor tem potencial para liderar globalmente, mas enfrenta desafios regulatórios e estruturais

O mercado de crédito de carbono está em franca expansão no Brasil, com destaque especial para o agronegócio, setor que apresenta um dos maiores potenciais para a geração de créditos devido à sua capacidade de mitigar emissões. Segundo o CEO da BlockBR, Cassio Krupinsk, o país tem condições de suprir até 37,5% da demanda global de créditos de carbono, consolidando-se como um dos principais atores desse mercado. Com o agronegócio respondendo por mais de 25% do PIB nacional, a adoção de práticas sustentáveis não apenas reduz as emissões de gases do efeito estufa, mas também cria oportunidades econômicas significativas para produtores rurais.

Os projetos em desenvolvimento no Brasil priorizam iniciativas como reflorestamento, manejo sustentável e a integração lavoura-pecuária-floresta. Em 2023, o mercado global de créditos de carbono foi avaliado em mais de US$ 850 bilhões, com previsão de crescimento anual de 15% até 2030, conforme estimativas do Banco Mundial. Graças à sua vasta área preservada e diversidade de biomas, o Brasil está bem posicionado para capturar uma parcela expressiva desse crescimento. No entanto, desafios como a falta de regularização fundiária e a padronização de metodologias ainda precisam ser superados.

Regulamentação e demanda interna

Com a implantação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, o governo busca alinhar o Brasil aos mercados regulados internacionais, como o da União Europeia. A regulamentação trouxe maior segurança jurídica e diretrizes claras para as empresas, estabelecendo, por exemplo, que companhias que emitam mais de 25 mil toneladas de CO2 equivalente ao ano precisarão cumprir metas de redução ou compensar suas emissões. Segundo estudos do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPAM), o Brasil pode gerar mais de 1 bilhão de toneladas de créditos de carbono até 2030, com grande parte desse volume vindo do setor agropecuário.

Tecnologia e transparência: a tokenização dos créditos de carbono

O avanço desse mercado está diretamente ligado à adoção de tecnologias emergentes, como a blockchain, que viabiliza a tokenização de ativos ambientais. Esse processo representa uma inovação significativa ao permitir a digitalização e fragmentação dos créditos de carbono em tokens negociáveis, ampliando a acessibilidade e a eficiência das transações.

A tokenização também garante maior transparência, fornecendo informações detalhadas sobre a origem dos créditos, o tipo de projeto ambiental, a localização geográfica e os padrões de certificação adotados. Dessa forma, produtores rurais podem acessar plataformas de negociação com mais facilidade, viabilizando transações de forma simplificada, mesmo para aqueles com pouca experiência no mercado financeiro.

Regularização fundiária e segurança jurídica

Um dos principais desafios para a expansão desse mercado no Brasil é a regularização fundiária. Muitos projetos de crédito de carbono dependem de terras legalmente registradas para garantir a segurança jurídica das operações. A tokenização pode auxiliar nesse processo ao integrar informações fundiárias em contratos inteligentes, assegurando que apenas áreas devidamente regularizadas sejam utilizadas para a geração de créditos de carbono, reduzindo riscos legais e administrativos.

Projetos de longo prazo e sustentabilidade contratual

A longevidade dos projetos de crédito de carbono é um desafio significativo, uma vez que muitos contratos possuem duração superior a 30 anos. A tecnologia blockchain possibilita a automação de cláusulas contratuais, reduzindo o risco de litígios e garantindo maior previsibilidade para produtores rurais e investidores. Esse modelo de gestão facilita a execução dos contratos e incentiva a adesão de novos participantes ao mercado.

Impactos econômicos e oportunidades para pequenos produtores

Outro aspecto relevante desse mercado é o impacto econômico para pequenos e médios produtores rurais. Projetos de crédito de carbono oferecem uma nova fonte de receita, monetizando a preservação ambiental e o manejo sustentável. Estudos indicam que a comercialização de créditos pode representar até 20% do faturamento anual de pequenas propriedades, sendo especialmente relevante em biomas como o Cerrado e o Pantanal, onde a conservação desempenha um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas.

Desafios e perspectivas futuras

O avanço desse mercado depende de uma abordagem integrada entre governo, setor privado e instituições internacionais. A regularização fundiária é essencial para garantir a segurança jurídica dos projetos, enquanto a padronização de metodologias é necessária para atender à diversidade dos biomas brasileiros. Incentivos fiscais também podem ser um instrumento eficaz para estimular a participação de novos atores no setor.

Com um futuro promissor, o Brasil tem a oportunidade de se tornar um dos maiores fornecedores globais de créditos de carbono, contribuindo significativamente para a redução das mudanças climáticas. No entanto, para que esse potencial seja plenamente explorado, é fundamental planejamento estratégico e colaboração multissetorial.

Informações: Portal do Agronegócio.

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XCMG Brasil expõe modernos equipamentos para impulsionar o agronegócio na Show Rural Coopavel 2024

Entre os destaques estão as escavadeiras XE225BR, XE35U e XE27U, as pás carregadeiras LW300KV, LW180KV e XC7-SR07 e a plataforma articulada XGA16E, que contribuem para aumentar a produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais

Com o propósito de apresentar suas tecnologias em equipamentos para impulsionar o agronegócio no País, adotando, cada vez mais, práticas sustentáveis e com responsabilidade socioambiental, a XCMG Basil, líder no setor de máquinas pesadas na China e a 3ª no mundo no segmento, participa da Show Rural Coopavel 2024. O evento acontece de 05 a 09 de fevereiro, em CascavelParaná.

Devido à importância dessa feira para o setor, a XCMG Brasil expõe seus equipamentos que contribuem para aumentar a produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais, como:

Escavadeira XE225BR: Novidade na feira, a escavadeira XE225BR possui peso operacional de 22.500 kg, potência do motor de180 hp, alta eficiência e grande velocidade de operação, equipada com motor Cummins QSB7 TIER III. A escavadeira conta com lanças e braços reforçados com aço de alta resistência e grande gama de opcionais de caçamba. Além do setor agro, é muito utilizada para serviços de terraplanagem, construção civil, mineração, obras viárias e fluviais e outros ambientes de trabalho.

Mini escavadeira XE35U: Com peso operacional de 4.200 kg e potência do motor de 24,5 hp, a mini escavadeira XE35U desempenha tarefas como escavação, carregamento, nivelamento, abertura de valas, trituração, perfuração, compressão, levantamento, entre outras. Possui design sem cauda, com ângulo de flexão esquerdo de 75° e direito de 50°, sendo capaz de realizar operação complexa junto com o giro da estrutura para escavação paralela a paredes e superfícies em espaços estreitos. A cabine rotacionada 35° para a frente, com o capô traseiro totalmente aberto, favorecem a máquina operar em todas as direções. Ecologicamente correto, o motor da escavadeira atende a Certificação Norma EPA Tier III (Mar-I) de emissão de gases, garantindo proteção ambiental, ao mesmo tempo em que confere alta potência.

Mini escavadeira XE27U: Com peso operacional de 2.780 kg e potência do motor de 20,9 hp, a máquina adota um design compacto com raio de giro menor, liberando a parte traseira de impactos ao operar também em espaços estreitos.

Pá carregadeira LW300KV: Com capacidade nominal de operação de até 3.000 kg, a LW300KV é uma máquina robusta, com foco em quatro aspectos: economia, alta eficiência, confiabilidade e conforto. Além do agronegócio, é amplamente utilizada em terraplenagem, movimentação de materiais, portos, mineração, construção civil, entre outros.

Pá carregadeira LW180KV: Com capacidade nominal de operação de 1.800 Kg e potência do motor de 80 hp, a pá carregadeira LW180KV é capaz de realizar diversas atividades agrícolas. Possui, ainda, vários opcionais como garfo de carregamento, garra para uso florestal e braço de movimentação de materiais, podendo ser também utilizada na construção civil, terminais, areais, pedreiras e mineração, por exemplo.

Mini pá carregadeira XC7-SR07: Com peso operacional de 2.950kg, caçamba 0,4me potência do motor 67,3hp, a mini pá carregadeira XC7-SR07 traz uma tecnologia avançada e um desempenho orientado para atender às mais diversas demandas do mercado, desde paisagismo e agricultura até construção e manutenção de estradas. Priorizando segurança, confiabilidade e eficiência, o equipamento vem equipado com recursos inovadores, como: mecanismo de elevação radial potente e eficiente, oferecendo versatilidade e desempenho superiores; função de nivelamento unidirecional e de alta eficiência operacional, que agiliza e aprimora o trabalho; sistema hidráulico de qualidade, que proporciona um levantamento nivelado e velocidade variável; cabine panorâmica com mecanismo ROPS e FOPS, oferecendo segurança e confiabilidade. Além disso, a tela de exibição inteligente e o monitoramento eletrônico em tempo real garantem controle total; e conforto e produtividade, com ar-condicionado integrado, sistema de entrada de ar aprimorado e assentos com suspensão, proporcionando uma experiência de trabalho excepcional.

Plataforma articulada XGA16E: Com altura de trabalho de 16,63 e capacidade de peso de até 256/350 kg, a plataforma apresenta as seguintes características técnicas: 1,83×0,76m dimensões do cesto/plataforma; 4 rodas motrizes; 2 rodas direcionais; 45% de gradeabilidade; sistema de eixo oscilante; pneus sólidos; inclinômetro; rotação de plataforma 160º; habilitador de acionador; modo de alta e baixa velocidade; display de funcionamento do motor; controle de direção; luz rotativa; unidade de energia de emergência, entre outras.

Sobre a XCMG:

Fundada em março de 1943 na China, a XCMG ocupa hoje a 1ª posição no setor de máquinas pesadas no mercado chinês e a 3ª no mundo. O Grupo XCMG é constituído por diversas fábricas de máquinas pesadas para construção civil, mineração e agronegócios, oferecendo as linhas mais completas e competitivas do mercado. Destaques para guindastes, terraplenagem, pavimentação, perfuratrizes, elevação e concretagem. Nesse ranking, detém 20% do mercado mundial e 70% do chinês.

O Centro de Tecnologia e o Instituto de Pesquisa para Máquinas de Construção estão localizados em Xuzhou, China. Todo o investimento em tecnologia, qualidade e garantia de seus produtos e Recursos Humanos certifica a XCMG na liderança no setor de máquinas para construção, segundo estudo do Centro de Tecnologia de Empresas Chinesas.

No mundo, a XCMG estabeleceu uma rede de comercialização ampla, constituída de mais de 110 distribuidores, oferecendo produtos e serviços em diversos países. No Brasil, desde 2004, a empresa atende todo o País, mantendo a linha de produção fabril instalada na cidade de Pouso Alegre, Minas Gerais. A localização estratégica da unidade fabril, próxima às margens da rodovia Fernão Dias, estreitou os laços da marca com um mercado cada vez mais exigente em qualidade, tecnologia e inovação.

Para mais informações sobre a empresa e produtos acesse: www.xcmg-america.com

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Setor brasileiro de árvores cultivadas alcança receita bruta de R$ 260 bilhões e atrai investidores

Os dados mais recentes sobre o crescimento do setor florestal mostram que a atividade bateu recorde e se consolidou como um dos motores da economia nacional. O relatório anual de 2023 da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ) revela que o ramo brasileiro alcançou uma receita bruta de R$ 260 bilhões em 2022, valor 6,3% maior em relação ao ano anterior.

A contribuição do setor com o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 1.3%, maior percentual em 11 anos. O consultor de mercado, Márcio Funchal, explica que o crescimento reforça o peso do setor florestal na produção de riqueza brasileira, “tudo indica que seguindo nessa dinâmica o setor vai continuar crescendo”. 

O mercado atrai olhares de investidores. A plantação de florestas comerciais faz parte do que é entendido como “setor florestal”. No Brasil, existem 40 mil hectares plantados de Mogno Africano, uma madeira nobre, usada na construção civil, móveis, construção naval, entre outros. Essa espécie é considerada por especialistas como alternativa de investimento a longo prazo.

Funchal pontua que o mercado da madeira deve se manter nos próximos anos, “para cada tipo de investidor, tem um tipo de investimento, se é um perfil mais cauteloso, de longo prazo, o Mogno cai como uma luva”. De acordo com o Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), a receita pode render cerca de R$1,5 milhão por hectare, e pesquisas apontam que a Taxa Interna de Retorno (TIR) é superior a 18% ao ano.

Para aqueles que buscam uma oportunidade visando o lucro no futuro ou ter a aplicação como aposentadoria e proteção do patrimônio, o IBF oferece uma solução completa chamada Polo Florestal, onde o investidor adquire um lote de terra e tem a gestão da sua floresta realizada por especialistas até o final do ciclo das árvores que dura em média entre 17 a 20 anos.

Neste contexto, além da árvore, a terra também funciona como investimento, tendo em vista a valorização ao longo dos anos. O Polo Florestal está localizado em Pompéu, região central de Minas Gerais, onde o IBF administra 4,4 mil hectares O projeto é dos irmãos Solano, Willian Aquino e Higino, de Londrina, no Paraná.

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