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Pautas estratégicas do setor florestal são debatidas em reunião do Cipem

Implantação do Programa Estadual de Florestas (PEF) e outros temas estratégicos para o setor de base florestal foram abordados durante a 3ª Reunião Ordinária do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem). O encontro reuniu diretores dos oito sindicatos patronais, o presidente e o vice-presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel e Jandir Milan, respectivamente, além do deputado estadual Carlos Avalone (PSDB).

Durante a reunião, realizada na tarde da última quinta-feira (27/03), na sede da Fiemt, foram debatidos temas estratégicos para o desenvolvimento e fortalecimento da cadeia produtiva da madeira em Mato Grosso, incluindo o andamento da análise de processos de manejo florestal, participação do setor no Congresso Internacional de Arquitetura em Madeira, na Austrália, bem como o desenvolvimento do PEF.

O presidente do Cipem, Ednei Blasius, conduziu a discussão de pautas técnicas, como as Instruções Normativas (IN) 19 e 28/2024 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e uma possível imposição de tarifa de 25% sobre as importações de madeira pelos Estados Unidos. Também foram apresentados os avanços no projeto de implantação da plataforma LapexMad pela Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) do campus de Sinop, ampliando as fontes de pesquisa sobre arrecadação do setor (ICMS, Fethab, taxas florestais, entre outras). O encontro ainda contou com informes gerais do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), apresentados por Frank Rogieri.

As próximas reuniões itinerantes e assembleias sindicais já têm datas definidas para os meses de abril e maio. O Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado de Mato Grosso), realizará seu encontro em 15 de abril. O Sindinorte (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Médio Norte do Estado de Mato Grosso), terá reuniões nos dias 1º e 16 de maio. Já o Simas (Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso), receberá a comitiva do Cipem nos dias 24 e 25 de maio, no município de Sorriso.

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Mais de 200 colaboradores da Reflorestar participarão do ICAP até abril

Com a edição de 2025, Programa de Inteligência Comportamental passa a abranger todos os cargos da empresa

Em mais um passo para ampliar a capacitação comportamental e emocional de seus colaboradores, a Reflorestar Soluções Florestais promove o ICAP – Inteligência Comportamental Aplicada à Performance – em um formato exclusivo para os operadores, mecânicos, soldadores, auxiliares de manutenção e administrativos. Ao todo, 226 colaboradores, de todas as oito unidades da empresa, participarão desta rodada, que vai até abril. O programa busca aprimorar habilidades comportamentais e emocionais, com foco no desempenho e na excelência dos resultados da empresa.

Desde a sua implementação em 2021, o ICAP se consolidou como uma parte fundamental da cultura de desenvolvimento humano da Reflorestar. “Não enxergamos nossos colaboradores apenas por suas competências, mas como pessoas, oferecendo treinamentos que desenvolvam suas habilidades comportamentais tanto para o trabalho quanto para a vida pessoal”, explica Igor Souza, diretor florestal. Com esta edição, o programa passa a abranger todos os cargos da empresa.

Para este novo ciclo, dois pontos foram trabalhados como pilares centrais: a saúde mental/ comportamental e a gestão financeira. O especialista em Gente e Cultura da Reflorestar, Leandro Fray, dá mais detalhes deste novo formato. “Fizemos um ICAP específico para a equipe operacional da empresa. A intenção é ajudar cada participante a descobrir seu verdadeiro potencial, tanto no aspecto mental quanto no financeiro. A proposta é oferecer ferramentas para melhorar a saúde mental, identificando e superando obstáculos emocionais, além de capacitar os colaboradores a lidarem melhor com a gestão financeira pessoal”, ressalta.

O comboista de Três Lagoas (MS), Diego Silva, ficou surpreso com o resultado. “O curso foi pensado para o nosso desenvolvimento pessoal, mostrando que a Reflorestar realmente se preocupa com o bem-estar dos colaboradores. Confesso que sou outra pessoa. Aprendi a ouvir mais o outro e a pensar antes de falar tanto no trabalho quanto com a família e amigos.”

Gestão financeira

Para a aula de gestão financeira, o ICAP contou com a ajuda do educador financeiro Fernando Miranda. Ele deu dicas de como evitar o “desperdício” e se organizar para realizar os sonhos pessoais. “Gastos desnecessários podem dificultar a realização de sonhos. Precisamos aprender a administrar nosso dinheiro para que o salário adquirido seja empregado na concretização daquilo que tanto almejamos”, comenta.

O mecânico de manutenção da Reflorestar, em Palmeiras (MS), Bruno Henrique Espricigo, vai seguir os conselhos financeiros com a família. “Depois do ICAP, eu e minha esposa decidimos fazer as contas do mês juntos. Vamos colocar tudo em uma planilha para ver em que estamos gastando o orçamento doméstico, em que podemos economizar e assim, investir o que reservarmos nos estudos futuros do meu filho de 5 anos”.

ICAP

Os gestores e lideranças da empresa também fazem o ICAP. Eles já participaram dos módulos de Liderança Empreendedora, Resultados em Performance, Vivencial 1 e 2, Próximo Nível 1 ao 5, além do Módulo Especial – Fale Bem. Eles também fizeram o PN-X – treinamento emocional com foco no trabalho em equipe, pertencimento e capacidade de gestão.

A cada seis meses, a empresa realiza mais uma etapa do ICAP. O curso é desenvolvido para colaboradores de todas as unidades da empresa em Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

A Reflorestar, com essa expansão para o time operacional, reforça seu compromisso com o desenvolvimento contínuo de seus colaboradores e com a busca pela excelência em todos os aspectos de sua operação. O ICAP, ao integrar as dimensões emocional, comportamental e profissional, é um instrumento-chave para que a empresa continue crescendo, com um time cada vez mais preparado para enfrentar os desafios e alcançar resultados almejados.

Sobre a Reflorestar

Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais mecanizadas, incluindo silvicultura, colheita, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.

Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar . 

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Brasil desponta no mercado de crédito de carbono no agronegócio

Setor tem potencial para liderar globalmente, mas enfrenta desafios regulatórios e estruturais

O mercado de crédito de carbono está em franca expansão no Brasil, com destaque especial para o agronegócio, setor que apresenta um dos maiores potenciais para a geração de créditos devido à sua capacidade de mitigar emissões. Segundo o CEO da BlockBR, Cassio Krupinsk, o país tem condições de suprir até 37,5% da demanda global de créditos de carbono, consolidando-se como um dos principais atores desse mercado. Com o agronegócio respondendo por mais de 25% do PIB nacional, a adoção de práticas sustentáveis não apenas reduz as emissões de gases do efeito estufa, mas também cria oportunidades econômicas significativas para produtores rurais.

Os projetos em desenvolvimento no Brasil priorizam iniciativas como reflorestamento, manejo sustentável e a integração lavoura-pecuária-floresta. Em 2023, o mercado global de créditos de carbono foi avaliado em mais de US$ 850 bilhões, com previsão de crescimento anual de 15% até 2030, conforme estimativas do Banco Mundial. Graças à sua vasta área preservada e diversidade de biomas, o Brasil está bem posicionado para capturar uma parcela expressiva desse crescimento. No entanto, desafios como a falta de regularização fundiária e a padronização de metodologias ainda precisam ser superados.

Regulamentação e demanda interna

Com a implantação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, o governo busca alinhar o Brasil aos mercados regulados internacionais, como o da União Europeia. A regulamentação trouxe maior segurança jurídica e diretrizes claras para as empresas, estabelecendo, por exemplo, que companhias que emitam mais de 25 mil toneladas de CO2 equivalente ao ano precisarão cumprir metas de redução ou compensar suas emissões. Segundo estudos do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPAM), o Brasil pode gerar mais de 1 bilhão de toneladas de créditos de carbono até 2030, com grande parte desse volume vindo do setor agropecuário.

Tecnologia e transparência: a tokenização dos créditos de carbono

O avanço desse mercado está diretamente ligado à adoção de tecnologias emergentes, como a blockchain, que viabiliza a tokenização de ativos ambientais. Esse processo representa uma inovação significativa ao permitir a digitalização e fragmentação dos créditos de carbono em tokens negociáveis, ampliando a acessibilidade e a eficiência das transações.

A tokenização também garante maior transparência, fornecendo informações detalhadas sobre a origem dos créditos, o tipo de projeto ambiental, a localização geográfica e os padrões de certificação adotados. Dessa forma, produtores rurais podem acessar plataformas de negociação com mais facilidade, viabilizando transações de forma simplificada, mesmo para aqueles com pouca experiência no mercado financeiro.

Regularização fundiária e segurança jurídica

Um dos principais desafios para a expansão desse mercado no Brasil é a regularização fundiária. Muitos projetos de crédito de carbono dependem de terras legalmente registradas para garantir a segurança jurídica das operações. A tokenização pode auxiliar nesse processo ao integrar informações fundiárias em contratos inteligentes, assegurando que apenas áreas devidamente regularizadas sejam utilizadas para a geração de créditos de carbono, reduzindo riscos legais e administrativos.

Projetos de longo prazo e sustentabilidade contratual

A longevidade dos projetos de crédito de carbono é um desafio significativo, uma vez que muitos contratos possuem duração superior a 30 anos. A tecnologia blockchain possibilita a automação de cláusulas contratuais, reduzindo o risco de litígios e garantindo maior previsibilidade para produtores rurais e investidores. Esse modelo de gestão facilita a execução dos contratos e incentiva a adesão de novos participantes ao mercado.

Impactos econômicos e oportunidades para pequenos produtores

Outro aspecto relevante desse mercado é o impacto econômico para pequenos e médios produtores rurais. Projetos de crédito de carbono oferecem uma nova fonte de receita, monetizando a preservação ambiental e o manejo sustentável. Estudos indicam que a comercialização de créditos pode representar até 20% do faturamento anual de pequenas propriedades, sendo especialmente relevante em biomas como o Cerrado e o Pantanal, onde a conservação desempenha um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas.

Desafios e perspectivas futuras

O avanço desse mercado depende de uma abordagem integrada entre governo, setor privado e instituições internacionais. A regularização fundiária é essencial para garantir a segurança jurídica dos projetos, enquanto a padronização de metodologias é necessária para atender à diversidade dos biomas brasileiros. Incentivos fiscais também podem ser um instrumento eficaz para estimular a participação de novos atores no setor.

Com um futuro promissor, o Brasil tem a oportunidade de se tornar um dos maiores fornecedores globais de créditos de carbono, contribuindo significativamente para a redução das mudanças climáticas. No entanto, para que esse potencial seja plenamente explorado, é fundamental planejamento estratégico e colaboração multissetorial.

Informações: Portal do Agronegócio.

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Identificação da madeira pauta reunião do setor florestal com o Indea

Comercialização segura de espécies florestais nativas de Mato Grosso passa pela correta identificação da madeira. Em busca de alinhamentos técnicos para evitar divergências no reconhecimento das espécies botânicas comercializadas pelo setor de base florestal, o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Ednei Blasius, e o diretor técnico do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), Renan Tomazele, junto com as suas respectivas equipes, se reuniram na manhã desta segunda-feira, 17, na sede do Indea, em Cuiabá.

Blasius defendeu o estreitamento do diálogo com o Indea e ressaltou a importância do setor de base florestal para o desenvolvimento econômico sustentável de Mato Grosso.

Foto: Divulgação

“Trabalhamos para construir alguns procedimentos, evoluir e melhorar a identificação botânica, buscando sempre minimizar erros que possam resultar em apreensões de produtos florestais, muitas são as lacunas entre o licenciamento até o transporte desses produtos, há também implicações pelas metodologias utilizadas na coleta a campo e a de fiscalização. Iremos externar esse assunto também com a Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) e Ministério Público Estadual (MPE), destacando a necessidade de realizar um projeto de capacitação de parataxonomistas, a fim de garantir o registro adequado das espécies já coletadas em campo atualizando os herbários. É importante que o setor privado e os órgãos estaduais trabalhem em sincronia para melhorar essa cadeia produtiva que gera tantos empregos”, argumentou o presidente do Cipem.

Na pauta, ficou alinhado que o interessado, deverá enviar amostra ao Indea contendo detalhes como: casca, flores, frutos e outras características observadas no local da coleta da árvore de origem. Além disso, com a localização registrada, será possível avaliar a ocorrência da espécie para a montagem do processo no Sistema Estadual de Produção e Gestão de Documentos Digitais (Sigadoc).

No futuro, quando houver a identificação botânica em um herbário, será possível comprovar a espécie com precisão, permitindo, quem sabe, incluí-la formalmente no processo. Dessa forma, o empresário florestal poderá despachar suas cargas de madeira com mais segurança para os mercados consumidores, reduzindo o risco de interrupções nos postos de fiscalização do Indea. “O objetivo da reunião foi alinhar tecnicamente isso e abrir o diálogo naqueles pontos que a gente ainda tem alguma dificuldade de avançar”, explica Tomazele.

Conforme explicou o engenheiro florestal e coordenador de Defesa de Tecnologia Florestal do Indea, Marcos Antônio Couto Campos, o órgão atua na certificação da madeira e identificação botânica através da macroscopia “Em muitas espécies, identificamos o gênero. Para aquelas espécies que já estão regulamentadas com decretos e portarias, a gente identifica a espécie botânica. Muitas vezes, trabalhamos com a identificação do objeto. Então, alertamos aos engenheiros florestais e ao pessoal de levantamento de campo que realizem esse estudo botânico. Então, nosso trabalho na fiscalização acaba sendo desdobramento da qualidade do serviço no setor de base. Lógico, há necessidade de ajustes e melhorias do banco de dados de informações do Indea, que tentamos fazer através de nossos boletins técnicos, estudos comparando herbários e xilotecas existentes no país, com outros bancos de dados, revisão do Decreto no 571/2011, para ampliar a identificação em nível de espécie, como também a capacitação do setor privado”, detalha.

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Máquinas semi-autônomas revolucionam o plantio florestal com alta produtividade

Equipamentos como a Komatsu D61EM podem plantar até 900 mudas por hora, reduzindo em 70% a necessidade de mão de obra no setor florestal

A crescente demanda global por produtos de papel e celulose tem incentivado transformações nas operações florestais, especialmente no Brasil, líder mundial em exportação de celulose. De acordo com o Relatório Anual da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ) de 2024, o país exportou US$ 7,9 bilhões em 2023, consolidando sua posição de destaque. Para manter a competitividade em um mercado desafiador, o setor florestal brasileiro tem apostado na automação de processos, como o uso de máquinas semi-autônomas.

Entre as inovações, destaca-se a Komatsu D61EM, um equipamento de plantio semi-autônomo desenvolvido em parceria com a divisão Autonomy & Positioning da Hexagon, referência em tecnologias agrícolas e florestais. Capaz de plantar até 900 mudas de eucalipto por hora, a máquina reduz em até 70% a necessidade de mão de obra, aumentando a eficiência operacional. Grandes players do setor, como a Suzano, já utilizam essa tecnologia para impulsionar suas operações.

Alta precisão no plantio e ganhos em eficiência

A Komatsu D61EM integra cabeçotes de plantio Bracke Forest e sistemas GNSS da Hexagon, utilizando duas antenas SMART7 que garantem precisão de 10 centímetros no posicionamento das mudas. O sistema otimiza o espaçamento entre as árvores, promovendo maior saúde florestal e produtividade.

De acordo com Adriano Naspolini, diretor de engenharia agrícola da Hexagon, o uso do sistema SMART7 reduziu o tempo de convergência dos sinais GNSS para menos de sete minutos, aumentando a produtividade diária em até 15% por máquina. “Com maior precisão e menos interrupções, alcançamos eficiência e confiabilidade significativas no plantio”, afirma.

Entretanto, desafios como a cintilação ionosférica, causada por tempestades geomagnéticas, ainda interferem no funcionamento dos sinais GNSS, especialmente em regiões equatoriais. Para contornar essa limitação, tecnologias de correção de sinal, como o sistema TerraStar, foram incorporadas, reduzindo em até 90% o tempo de inatividade das máquinas durante esses eventos.

Solução para a escassez de mão de obra

A automação surge como resposta à falta de trabalhadores qualificados no setor florestal. Plantações de eucalipto, que demandam ciclos contínuos de plantio com intervalos de 7 a 8 anos, enfrentam desafios em áreas de grande escala. A adoção de equipamentos como a Komatsu D61EM permite operações mais eficientes e menos dependentes da mão de obra, mesmo em períodos de baixa disponibilidade.

A Suzano, por exemplo, planta diariamente cerca de 1,2 milhão de mudas de eucalipto e já se beneficia da tecnologia semi-autônoma, otimizando o espaçamento das árvores e coletando dados para aprimorar a gestão florestal. Esses dados incluem informações sobre a localização das mudas, condições do solo e densidade das florestas, permitindo decisões mais precisas em atividades como irrigação e controle de pragas.

Perspectivas para o futuro

Embora atualmente semi-autônoma, a Komatsu D61EM caminha para alcançar total autonomia, eliminando a necessidade de operadores humanos. Essa evolução promete levar as operações florestais a novos patamares de produtividade e eficiência, consolidando a inovação como um pilar estratégico do setor florestal brasileiro.

“A coleta de dados durante o plantio já oferece benefícios a longo prazo, e a autonomia completa permitirá operações ainda mais avançadas e sustentáveis”, conclui Adriano Naspolini.

Informações: Portal do Agronegócio.

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Plantar e colher: empresas do setor florestal investem em projetos sociais para ‘cultivar’ pessoas

A APRE conta com 92 projetos socioambientais promovidos por 46 empresas associadas

Plantar para colher. Embora essa reportagem reúna empresas do setor florestal, quando usamos essa frase não falamos apenas de árvores. Muito além de utilizar o reflorestamento para o desenvolvimento sustentável do planeta, empresas paranaenses têm apostado no ‘cultivo’ de pessoas por meio de projetos sociais.

Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) conta com 92 projetos socioambientais promovidos por 46 empresas associadas. São ações nas mais diversas áreas, que incluem educaçãocapacitação profissional incentivo à produção consciente.

“Chega um momento que você não separa mais o que é especificamente ambiental e o que é especificamente social. A gente acaba trabalhando com o que está em volta. E é nítido, no entorno dos polos das indústrias de base florestal, o interesse, a busca e a importância dada à comunidade”citou Ailson Loper, diretor-executivo da APRE. 

A cadeia de produção sustentável beneficia, além da empresa, o meio ambiente e as comunidades ao redor. Para o diretor da APRE, plantar, cuidar e colher não diz respeito somente à natureza.

“Quando se trabalha com pessoas, o resultado é bom para todo mundo. A gente sabe que, quando se tem uma comunidade que se identifica com o lugar em que está e que tem uma oportunidade de escolha de trabalhar e estudar por ali, é extremamente importante. Nossas empresas estão em locais em que o poder público muitas vezes não chega. Então, a empresa oferece a oportunidade e essa comunidade tem a chance de crescer, e esse crescimento é bom para os dois lados”, disse em entrevista à Banda B. 

Semeando educação

Há anos, Claudimara Ribeiro Bueno de Quadros trabalha com educação. Diretora da Escola Municipal do Campo da Libertação Camponesa, na área rural de Ortigueira, na região dos Campos Gerais do Paraná, ela sentia a necessidade de capacitar ainda mais os professores para que os alunos fossem beneficiados em sala de aula. Mas faltava quem abraçasse a ideia.

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Crianças de Ortigueira foram beneficiadas com o projeto Semeando Educação da Klabin (Foto: Acervo Pessoal)

O projeto saiu do papel quando a Claudimara conheceu o “Semeando Educação”. O programa da Klabin, uma das maiores produtoras de papel para embalagens do Brasil, atua na melhoria da gestão dos recursos públicos destinados à educação.

O que isso quer dizer? A empresa ensina os gestores de escolas a aplicarem os valores de maneira inteligente, pensando em infraestrutura e práticas pedagógicas. 

“O projeto foi interessante porque foi uma questão de valorização dos parceiros que colaboram conosco no trabalho da escola. Eu posso dizer que a formação continuada foi muito importante e fundamental, porque trouxe melhorias para gestão da escola e um crescimento”, avaliou Claudimara. 

Conforme Uilson Paiva, gerente de Responsabilidade Social e Relações com a Comunidade da Klabin, o principal objetivo é melhorar os resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

“O fato de ser uma empresa florestal, que utiliza como matéria-prima aquilo que ela planta e que ela colhe, com todo cuidado e manejo, isso nos inspira a realizar esse tipo de ação com a sociedade. O próprio programa Semeando a Educação no nome já diz: a gente semeia educação e a colheita é feita lá na frente. Depois de anos desse investimento, desse cuidado, essa semente vai brotar, vai gerar frutos e aí sim todos nós vamos ganhar com isso”, afirmou Uilson Paiva, da Klabin.

Além de Ortigueira, o Semeando Educação é aplicado em 12 municípios paranaenses como Telêmaco Borba e Imbaú, nos Campos Gerais.

A Klabin também tem ações do programa nos estados de Santa Catarina, São Paulo e Pernambuco. Ao todo, desde 2017, foram mais de 253 escolas e 1200 profissionais da educação beneficiados.

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Crianças beneficiadas pelo Semeando Educação em Ortigueira (Foto: Acervo Pessoal)

Paiva olha ainda mais para o futuro. Segundo ele, ensinar as crianças desde a fase escolar pode torná-las ótimas profissionais quando forem para o mercado de trabalho. 

“São projetos que ajudam a comunidade a desenvolver o seu potencial e isso promove reflexos na sua empregabilidade e na capacidade de ocupar vagas de trabalho, que muitas vezes estão disponíveis nas nossas unidades, mas que por falta de formação específica, as pessoas que estão mais próximas das nossas unidades não têm acesso à essas oportunidades”, considerou o gerente de Responsabilidade Social e Relações com a Comunidade.

A diretora da escola garante que os frutos já estão sendo colhidos, principalmente quando o assunto é educação ambiental. 

“A questão do cuidado com os materiais que são usados, observar o meio ambiente, proteger e guardar a nossa natureza. Para as crianças, isso é fundamental. É algo que não pode ser esquecido, porque o planeta é a nossa casa e temos que cuidar dele o máximo possível. Projetos assim ajudam a formar as crianças que são as que darão continuidade ao trabalho no futuro”, celebrou Claudimara.

DesEnvolve 

Em busca de mão de obra qualificada, a Smurfit WestRock – líder global em soluções sustentáveis de papel e embalagens de papelão ondulado – percebeu a necessidade de capacitar moradores de comunidades no entorno das unidades da empresa no Paraná e em Santa Catarina. Foi assim que nasceu o “DesEnvolve”

Desde 2022, o projeto oferece capacitação profissional para pessoas em situação de vulnerabilidade social para que elas trabalhem nas indústrias florestal e de papel.

As formações gratuitas ocorrem em parceria com o SENAI para contribuir com o desenvolvimento da região de Três Barras (SC), Canoinhas (SC) e São Mateus do Sul (PR). 

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DesEnvolve capacita profissionais para atuar na indústria florestal (Foto: Smurfit WestRock)

Taís Georgeti de Toledo, gerente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Smurfit Westrock, explica que o programa é parte da estratégia de responsabilidade social da empresa para preparar a comunidade local para atuar tanto na própria empresa quanto em outras indústrias da região. 

“Ele é focado em ensino profissionalizante e o público alvo é de pessoas em situação de vulnerabilidade social, com uma renda per capita abaixo de um salário mínimo. E a gente busca preparar essas pessoas para o mercado de trabalho e aumentar a inclusão delas nessas regiões”, disse Taís Georgeti de Toledo, em entrevista à Banda B. 

Tem chances pra todos

Só que nem todo mundo que vive nessas regiões pretende atuar diretamente na indústria florestal. Alguns moradores só querem a chance de continuar o que já sabem fazer. Foi ouvindo essas demandas que a Smurfit Westrock criou dois programas diferentes: o Mel Florestal e o Projeto Vencer.

“Basicamente é gerar valor compartilhado e como consequência ter o desenvolvimento dessas pessoas que vivem nas regiões. Como a gente faz isso na prática? A gente busca estabelecer relacionamento, dialogar com as comunidades onde a gente opera, escutar a percepção delas com relação às nossas operações e mapear oportunidades de melhoria. Então, tem todo um processo de escuta da comunidade para definir em qual projeto devemos investir. Quando investimos em projetos sociais, nós investimos em pessoas”, destacou Taís. 

No Programa Mel Florestal a empresa destina áreas dentro das florestas nativas para apicultura sustentável, que gera renda para produtores no entorno das plantações de pinus e eucalipto. A iniciativa contribui com mais de 50 famílias de apicultores da região, além disso ajuda na manutenção da polinização realizada pela abelhas, o que equilibra os ecossistemas. 

Anualmente são produzidas mais de sete toneladas de mel. Destas, 10% são doadas para instituições sociais.

“A gente disponibiliza as nossas áreas florestais para apicultores terem acesso gratuito. Então, eles instalam as colmeias, produzem mel e aproveitam que essas áreas não têm pesticidas e nem fertilizantes. E isso tem todo um benefício ambiental em função da polinização das abelhas, que é uma questão ambiental que tem sido discutida. A gente contribui para geração de renda de 50 famílias de apicultores e, além disso, uma parte dessa produção de mel é doada para instituições sociais ali da região”, detalhou Taís. 

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Anualmente são produzidas mais de sete toneladas de mel (Foto: Smurfit WestRock)

E o Projeto Vencer incentiva os trabalhadores da região a ganharem o sustento com o que já fazem muito bem. Um exemplo são os artesãos que precisam de matéria-prima para produzir e conseguir o próprio dinheiro.

“A gente conseguiu levar para artesãos da região materiais da floresta, resíduos têxteis, para eles poderem trabalhar artesanato. Então, foi muito legal porque foi uma cocriação e funcionou muito bem por meio de parceria[…] Nas cidades em que temos atuação forte do setor florestal, os índices sociais são superiores à média do Brasil. Índice de PIB per capita, índice de desenvolvimento sustentável na cidade e Ideb, por exemplo. É muito importante a gente mostrar os benefícios que uma operação florestal traz do ponto de vista ambiental e social, concluiu. 

Informações: Banda B.

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Suzano está com 65 vagas abertas para Programa de Estágio Técnico 2025 em Mato Grosso do Sul

Ao todo, são 224 vagas ofertadas para atuação nas áreas Florestal, Industrial e Corporativa da companhia em todo o Brasil

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir de árvores plantadas de eucalipto, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio Técnico 2025 “Plante o Futuro”. Ao todo, são 224 vagas para atuação nas áreas Florestal, Industrial e Corporativa da companhia nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Bahia e Ceará. Somente em Mato Grosso do Sul, são 65 vagas ofertadas, sendo 36 delas direcionadas à Unidade de Três Lagoas e 29 para a Unidade de Ribas do Rio Pardo.

Para participar do processo seletivo, as pessoas interessadas precisam ter 18 anos ou mais; estar cursando o nível técnico no período noturno, EAD ou aos sábados, com formação prevista para março de 2026 ou posterior, mantendo o vínculo com a instituição de ensino por pelo menos um ano letivo, a partir da data de admissão. Também é preciso ter acesso e/ou mobilidade aos locais de trabalho e disponibilidade para trabalhar por 6 horas diárias.

Os(as) candidatos(as) interessados(as) em concorrer a uma das vagas ofertadas na unidade de Três Lagoas, precisam estar matriculados (as) nos seguintes cursos: Manutenção Mecânica, Manutenção Elétrica, Automação Industrial, Papel e Celulose, Química, Administração, Logística, Contabilidade, Florestal, Agrícola e Segurança do Trabalho.

Já na unidade de Ribas do Rio Pardo (MS), as pessoas interessadas devem cursar Ensino Técnico em: Manutenção Mecânica, Manutenção Elétrica, Automação Industrial, Papel e Celulose, Química, Florestal, Agrícola, Administração e Logística.

As inscrições ficam abertas até 05 de novembro e podem ser feitas por todas as pessoas interessadas, sem distinção de gênero, origem, etnia, deficiência ou orientação sexual pela página: https://suzanoestagiotecnico.gupy.io/.

Após finalizada a etapa inscrição, as pessoas selecionadas serão convidadas para participar de etapas de dinâmicas e entrevistas no mês de novembro. O início das atividades dos novos talentos está previsto para os meses de março e abril de 2025.

O programa

Com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável das regiões onde mantém operações e atrair novos talentos, o programa Plante o Futuro é uma das principais portas de entrada da empresa para uma carreira nos setores florestal e de papel e celulose. Além de um plano de carreira, o programa também oferece benefícios como bolsa-auxílio compatível com o mercado, assistência médica e seguro de vida, refeitório nas unidades industriais e vale-transporte ou fretado.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, líder no segmento de papel higiênico no Brasil e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras a partir de matéria-prima de fonte renovável. Nossos produtos e soluções estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, abastecem mais de 100 países e incluem celulose; papéis para imprimir e escrever; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis sanitários e produtos absorventes; além de novos bioprodutos desenvolvidos para atender a demanda global. A inovação e a sustentabilidade orientam nosso propósito de “Renovar a vida a partir da árvore” e nosso trabalho no enfrentamento dos desafios da sociedade e do planeta. Com 100 anos de história, temos ações nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais na página: www.suzano.com.br

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Bracell recebe premiação Smart Farm da John Deere por uso de tecnologia na silvicultura

Companhia foi uma das premiadas entre aproximadamente 450 empresas

São Paulo, outubro de 2024 – A aplicação de soluções tecnológicas na silvicultura, prática que envolve o cultivo e manejo sustentável de florestas, contribui para a formação de florestas de melhor qualidade, aumentando a eficiência na produção de madeira, melhorando a conservação da biodiversidade e promovendo a resiliência dos ecossistemas frente às mudanças climáticas. Nesse contexto, a Bracell, líder global na produção de celulose solúvel e especial, recebeu o prêmio Smart Farm 2024 da John Deere, pelos resultados alcançados com o uso de tecnologias no setor florestal, sendo a primeira empresa desse segmento a conquistar esse prêmio. 

A iniciativa reconhece áreas como “Fazenda Modelo” pelo uso de tecnologia em suas operações. Neste ano, cerca de 450 empresas se inscreveram no programa, que premiou 12 empresas dos segmentos de grãos, cana-de-açúcar, HVC/forragem/silvicultura e algodão. Para Vinicius Duque, gerente de silvicultura da Bracell em São Paulo, o reconhecimento reforça o compromisso da empresa com a utilização de tecnologias que promovem a sustentabilidade. “Estamos orgulhosos de liderar práticas que não apenas aumentam a eficiência e a qualidade das nossas operações, mas também promovem a conservação ambiental, devido ao uso mais sustentável dos recursos e insumos”, destacou Duque. 

A premiação aconteceu em Indaiatuba, no interior de São Paulo, após cinco dias de imersão para os representantes das empresas vencedoras, organizada pela John Deere. O cronograma incluiu visitas à SLC Agrícola, em Brasília, à fábrica da John Deere em Goiás e ao hub de inovação AgTech Garage, em Piracicaba, entre outros. A avaliação dos vencedores considerou um período específico de produção, além de aspectos como organização das operações, uso de tecnologia e aplicativos móveis, engajamento nas operações, cadastro de produtos e depoimentos de clientes. 

A tecnologia implementada pela Bracell inclui um piloto automático de alta precisão e o controle eletrônico de aplicação de insumos nas máquinas, além do gerenciamento das operações por meio da Central de Operações Florestais, o que permite maior precisão nas atividades e otimização no uso dos insumos, com aderência às recomendações técnicas em cada área. “Essa abordagem nos possibilita gerenciar nossas operações em tempo real, aplicar fertilizantes com precisão e monitorar os parâmetros operacionais, facilitando e complementando o trabalho do nosso time operacional. Ser reconhecidos pelo Smart Farm 2024 é um reflexo do nosso compromisso com uma silvicultura sustentável, utilizando a tecnologia para a formação de florestas de alta qualidade e produtividade, como também a preservação do meio ambiente”, acrescentou o gerente. 

Sobre a Bracell 

A Bracell, líder global na produção de celulose solúvel e especial, se destaca por sua expertise no cultivo sustentável do eucalipto, que é a base para a produção de matéria-prima essencial na fabricação de celulose de alta qualidade. Atualmente, a multinacional conta com mais de 11 mil colaboradores e duas principais operações no Brasil, sendo uma em Camaçari, na Bahia, e outra em Lençóis Paulista, em São Paulo. Além de suas operações no Brasil, a Bracell possui um escritório administrativo em Singapura e escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.bracell.com 

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Primeira máquina Valmet IntelliTissue da América do Sul entra em operação com sucesso

A nova máquina produz papel tissue de alta qualidade, com baixo consumo de energia e matéria-prima, garantindo maior velocidade operacional e eficiência de secagem. A produção da empresa vai crescer em 30 mil toneladas por ano

A Valmet, líder mundial em tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia, foi responsável pela fabricação, instalação e início da operação da primeira máquina IntelliTissue 1800 na América do Sul, entregue a um importante cliente desse mercado.

Com a nova máquina, a empresa aumentará sua produção de tissue em 30 mil toneladas anuais, além de melhorar a qualidade do produto final e reduzir o consumo de energia. Esses benefícios estão alinhados à missão da Valmet de converter recursos renováveis em resultados sustentáveis, otimizando o uso de energia e matérias-primas com tecnologias industriais avançadas, promovendo o sucesso dos clientes.

“Estamos orgulhosos de colocar em operação a primeira máquina IntelliTissue 1800 na América do Sul. Esse marco para a Valmet foi alcançado graças ao excelente relacionamento e trabalho em equipe entre os times da Valmet e do cliente”, afirma o diretor da linha de Negócios de Papel da Valmet para o mercado da América do Sul, Rogério Berardi.

Informações técnicas sobre a entrega

O escopo de fornecimento da Valmet incluiu a máquina IntelliTissue 1800, automação completa incluindo controle de processo Valmet DNA (DCS) e gerenciamento de qualidade Valmet IQ, válvulas e atuadores Valmet, além de todos os sistemas auxiliares para a produção de papéis tissue de alta qualidade. Entre os principais destaques da máquina estão a caixa IntelliHeadbox, que oferece estabilidade hidráulica e excelente perfil de gramatura; o IntelliFormer, do tipo crescentformer, que aprimora a formação de bolhas em altas velocidades, impactando positivamente o consumo de energia e a eficiência da máquina; e a prensa IntelliPress, que maximiza a remoção de água da folha, otimizando a eficiência  e a qualidade do papel tissue. O fornecimento da Valmet também incluiu a engenharia completa, sistemas auxiliares, instalação, supervisão, treinamento e comissionamento/start-up da máquina.

A nova máquina de tissue possui 2,75 metros de largura, velocidade projetada de 1.800 metros por minuto e capacidade produtiva de 34.100 toneladas de papel tissue por ano. Seu objetivo é abastecer o mercado local e regiões adjacentes com papel higiênico, toalhas e papel facial de alta qualidade.

Sobre a Valmet: 

A Valmet possui uma base global de clientes em diversas indústrias de processo. Somos líderes globais no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia e, com nossas soluções de automação e controle de fluxo, atendemos uma base ainda mais ampla de indústrias de processo. Nossos mais de 19.000 profissionais em todo o mundo trabalham próximos aos nossos clientes e estão comprometidos em impulsionar o desempenho de nossos clientes – todos os dias. A empresa tem mais de 220 anos de história industrial e um forte histórico de melhoria e renovação contínuas. As vendas líquidas da Valmet em 2023 foram de aproximadamente 5,5 bilhões de euros. As ações da Valmet estão listadas na Nasdaq Helsinki e sua sede fica em Espoo, na Finlândia.

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Exclusiva – Florestas Online: confira as palestras do primeiro dia do evento que atualiza e promove o setor

Primeiro dia do evento abordou sobre inovação e plano de desenvolvimento do setor, bem como estratégias de combate a incêndios por meio de sistemas tecnológicos; confira

O Florestas Online – Primeiro Congresso Florestal Online do Brasil (https://florestasonline.com.br), que aconteceu na última semana, entre os dias 14 a 18 de outubro, ao vivo no Canal do Youtube https://www.youtube.com/@FlorestasOnline, contou com programação repleta de informação atualizada e relevante sobre o setor, promovida através da participação de renomados profissionais. O evento consolida com sua 9ª edição, trazendo palestras exclusivas, e conteúdos técnicos para debates, sendo uma oportunidade única e que garante certificação para os participantes inscritos.

Nesta edição, o Florestas Online contou com mais de 3 mil inscritos, e uma robusta programação com 22 palestrantes de destaque, atuantes nas principais instituições e empresas do setor, trazendo conteúdos 100% focados ao tema central. O evento, que é gratuito e acontece na modalidade online e ao vivo, proporciona mais praticidade e liberdade aos participantes, foi transmitido no canal oficial do YouTube Florestas Online.

Inovação e novas tecnologias na indústria de base florestal, mercado, manejo, indústria e gestão florestal, mudanças climáticas, estratégias para o enfrentamento a incêndios florestais e iniciativas que impulsionam o setor, são alguns dos temas que fizeram parte do hall de palestras pensadas estrategicamente para o evento, garantindo informação de qualidade e atual. Confira alguns comentários dos palestrantes do primeiro dia do evento:

Palestras – Dia 1

Cada palestrante contribuiu com informações de destaque nas quatro palestras apresentadas no dia, confira:

“Abordamos sobre essa temática desse novo normal, em que em função de todas as mudanças que houveram em termos de temperatura de ciclos oceânicos, ciclos atmosféricos e que estão se manifestando. A gente tem hoje uma recorrência desses eventos e eles estão ficando além de mais recorrentes mais intensos”, alerta e destaca, Marcos Kazmierczak, Dr. em eventos extremos e fundador da KAZ Tech, que abordou no evento sobre: ‘Incêndios Florestais e Mudanças Climáticas: onde e quando?

“Primeiramente eu queria parabenizar pelo evento, pela da democratização da informação, é extremamente importante o combate da negligência das nossas ações em relação à crise climática como informação. Então basicamente é isso que esse evento concretiza. E nesta oportunidade, eu vim com uma proposta um pouco diferente, da palestra anterior, que é justamente falar um pouco mais sobre como nos tornarmos mais resilientes nessa questão dos incêndios, que estão aumentando, estão ficando cada vez mais destrutivos, maiores, com temperaturas cada vez mais altas, e com maior quantidade de material combustível também disponível por conta do aquecimento global, e as consequências são de fato exponenciais”, enfatizou Eimi Arikawa, diretora de receitas umgrauemeio, que teve como tema de sua palestra: ‘Combata incêndios com inteligência e tecnologia – PANTERA na prática’.

“Nossa palestra é para falar um pouco sobre um diagnóstico do setor de base florestal do Estado do Espírito Santo. Para que se fizesse esse diagnóstico tivemos que fazer dois trabalhos antes, que foi o dimensionamento do mercado capixaba de produtos florestais, feito em 2010, com 110 páginas – quem quiser entrar nas minúcias dele pode acessar o site oficial da Cedagro –, e depois em 2020 ele foi feito novamente, e nós vamos mostrar um pouco do que foi feito durante esse trabalho. Outro trabalho importante para que a gente chegasse a um plano de desenvolvimento florestal do Estado, foi o Plano Estratégico do Desenvolvimento da Agricultura, que é o PEDEAG de silvicultura que é o foi feito pela Secretaria da Agricultura em 2023, e também tá disponível o para ser baixado para quem tiver interesse”, disse Pedro Galvêas, pesquisador da Embrapa Florestas/Incaper, que no evento falou sobre: ‘Diagnóstico e Plano de Desenvolvimento Florestal do Estado do ES’.

“O Clube Ipê de Investimentos é uma desses sensores que estão olhando para essa frente de inovação no setor florestal. Então o tema da nossa palestra é efetivamente sobre a Innovatech e Clube Ipê, que são as empresas que trabalham efetivamente fazendo fomento de investimentos em startups do setor agroflorestal”, informou Jessica Santana Comério, gerente de inovação, processos e novos negócios no Grupo Innovatech, que levou ao Florestas Online o tema: ‘Filius Venture e Clube Ipê, uma Experiência de Inovação Aberta’.

 Assista abaixo as palestras completas do 1º dia do Florestas Online:

O Florestas Online é uma realização da Paulo Cardoso Comunicações (https://www.paulocardosocom.com.br/), e contou com parceria institucional da Embrapa Florestas (https://www.embrapa.br/florestas).

Confira as edições anteriores no link abaixo:

https://www.youtube.com/@FlorestasOnline/playlists

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Escrito por: redação Mais Floresta.

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