Vice-presidente consolida nova governança, amplia eficiência operacional e posiciona Mato Grosso do Sul como eixo estratégico da companhia.
Ao completar um ano à frente da vice-presidência Florestal da Suzano, Douglas Seibert Lazaretti completa com excelência um ciclo marcado por reestruturações profundas, disciplina operacional e definição de um norte estratégico que projeta a companhia até 2030. Em um setor que exige escala, precisão e visão de longo prazo, o executivo imprime método e ritmo a uma das áreas mais estratégicas da maior produtora de celulose de mercado do mundo.
Desde fevereiro do ano passado, Lazaretti assumiu o desafio de alinhar a operação florestal à estratégia global da companhia, com foco em competitividade, produtividade e integração nacional. O primeiro movimento foi ouvir. “Foi um ano de muita escuta em campo, proximidade com as operações e entendimento profundo do que precisamos evoluir para construir a Florestal que queremos até 2030”, afirmou o vice-presidente em balanço público.
Disciplina operacional como base da transformação
A tônica do primeiro ano foi clara: transformar pelo essencial. Para Lazaretti, não há avanço sustentável sem consistência na execução.
“A transformação começa pelo básico bem-feito. Gestão da rotina com disciplina operacional, foco em performance, redução de variabilidade e uso racional de recursos. Sem consistência na execução, não há estratégia que se sustente”, destacou.
A diretriz se traduz na padronização de processos, no controle rigoroso de indicadores e na busca por estabilidade operacional — fatores determinantes em uma cadeia que envolve silvicultura, colheita, logística e integração industrial.
Nova governança e criação da NEEP
Entre os marcos estruturantes do período está a criação da área de Negócios Florestais, Excelência e Desenvolvimento Operacional e Estratégia e Planejamento Florestal (NEEP). A estrutura foi desenhada para unificar métricas, padronizar indicadores e fortalecer o suporte técnico e administrativo às operações.
O movimento consolida uma governança mais robusta e integrada, capaz de reduzir assimetrias entre regiões e elevar o padrão de gestão em todo o País. “Estamos construindo uma Florestal única, com governança forte e critérios consistentes de gestão”, pontuou Lazaretti.
A iniciativa dialoga diretamente com a escala nacional da Suzano, que mantém extensas áreas de florestas plantadas e operações em estados estratégicos como Mato Grosso do Sul — hoje um dos principais polos globais da celulose.
O plano Suzano Florestal 2030
Sob sua liderança, foi estruturado o plano Suzano Florestal 2030, organizado em três eixos centrais:
- Floresta do Bilhão, voltada ao aumento de produtividade na silvicultura;
- Rota de Ouro, com foco em eficiência de colheita, logística e custos;
- Florestal Única, dedicada à integração de pessoas, processos, tecnologia e cultura em âmbito nacional.
A mecanização desponta como um dos vetores mais relevantes dessa agenda. Segundo o executivo, o avanço tecnológico não é apenas questão de ganho de produtividade, mas também de segurança e qualidade das operações. “Mais tecnologia significa mais precisão e produtividade, mais controle da operação e operações mais seguras e com melhores condições de trabalho”, afirmou.
Mato Grosso do Sul no radar estratégico
No período, a Suzano também identificou oportunidades relevantes de expansão e otimização, como a operação de swap de madeira com a Eldorado Brasil, ampliando a flexibilidade operacional e a opcionalidade de crescimento no Mato Grosso do Sul — estado que se consolida como um dos mais competitivos do mundo na produção de celulose de eucalipto.
A movimentação reforça o papel estratégico da região Centro-Oeste na matriz florestal da companhia, sobretudo diante do ciclo de novos investimentos industriais no Estado.
Liderança técnica e foco em gente
Reconhecido no setor pela capacidade de gestão e visão sistêmica, Douglas Seibert Lazaretti tem perfil técnico aliado a execução disciplinada — combinação essencial em um segmento que opera sob pressão de custos, metas ambientais e demanda global crescente por celulose de base renovável.
Ao avaliar o primeiro ano, o vice-presidente reforçou que a transformação é, antes de tudo, humana. “Nada disso acontece sem as pessoas. A redução de variabilidade entre operações começa quando há confiança, clareza de direção e responsabilidade compartilhada.”
O balanço é de estrutura montada e rota definida. “Aprendi muito nesse período. E saio do primeiro ano com a convicção de que o caminho está estruturado. Temos estratégia, método e, principalmente, gente preparada para entregar uma Florestal mais produtiva, mais segura, mais integrada e mais consistente”, concluiu.
Em um momento em que o setor florestal brasileiro consolida protagonismo global, o primeiro ano de Douglas Lazaretti à frente da área Florestal da Suzano sinaliza mais do que reorganização interna: representa a construção de uma agenda de longo prazo para sustentar competitividade, escala e liderança em um mercado cada vez mais exigente.
Informações: Notícias do Cerrado






