No Fire Brasil 2026 se consolida como referência nacional no combate a incêndios florestais

O No Fire Brasil 2026 reforçou seu protagonismo ao reunir, nos dias 23 e 24 de abril, na Unesp de Botucatu (SP), especialistas, empresas, pesquisadores e representantes do setor público em torno de um tema cada vez mais urgente: a prevenção e o combate aos incêndios florestais.

Com uma proposta que vai além dos congressos tradicionais, o evento apostou em uma imersão completa, aliando conteúdo técnico, troca de experiências e demonstrações práticas. O resultado foi um ambiente altamente qualificado, voltado à construção de soluções efetivas para minimizar os impactos do fogo sobre o patrimônio ambiental e econômico do país.

Integração e alto nível técnico marcam o evento

Um dos principais destaques desta edição foi a integração entre diferentes setores. A presença conjunta de empresas, órgãos públicos e instituições de pesquisa contribuiu para discussões mais amplas e estratégicas.

Para Mariama Penna, sócia da área de Direito Ambiental da Mosello Advocacia, a organização dos conteúdos foi um diferencial importante. “A disposição dos painéis por subtemas mostrou a complexidade e a multidisciplinaridade do tema, sem perder a coesão e a clareza das discussões. A curadoria foi muito bem feita”, destacou.

Mariama Penna

A qualidade técnica também foi amplamente reconhecida pelos participantes. O professor Erwin Hugo Ressel Filho, da Universidade de Blumenau, reforçou essa percepção:

“Gostaria de expressar minha satisfação e parabenizar a todos os participantes pela qualidade técnica e pelo alto nível das discussões ao longo do No Fire Brasil 2026.

Um reconhecimento especial ao Paulo Cardoso pela organização impecável e pela condução de um evento que, sem dúvida, se consolida como referência nacional no tema de incêndios florestais.

Iniciativas como essa elevam o debate, promovem integração entre setores e fortalecem a evolução técnica e institucional do país na prevenção, monitoramento e resposta aos incêndios.”

Erwin Hugo Ressel Filho

Networking e troca de experiências ganham protagonismo

Além do conteúdo técnico, o evento se destacou pelas oportunidades de conexão entre os participantes. O formato presencial favoreceu interações mais profundas e a construção de parcerias.

Candido Simões, gerente nacional de vendas da Guarany, enfatizou o perfil qualificado do público. “Foi um evento com profissionais dos setores público e privado, com grande oportunidade para trocas de experiências e conhecimento”, afirmou.

Candido Simões

Na mesma linha, Alexandre Beutling, professor e pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, destacou o networking como um dos principais ganhos. “Considero fundamental para evoluirmos no atual contexto”, pontuou.

O diretor da Greenbug, Marcelo Vieira, também ressaltou a intensidade da experiência proporcionada pelo evento:
“Foi muito bom poder aprender com todos e, principalmente, rever parceiros e fortalecer essa rede em torno da proteção das florestas.”

Já Christian Vosgrau, diretor da Carbon Exchange, destacou o valor das conexões presenciais:
“Foi uma verdadeira imersão no conhecimento, com tanta riqueza de informações que nos fez parar para realinhar expectativas com o mercado.”

Estrutura e organização recebem reconhecimento

A organização do evento também foi amplamente elogiada. Danilo Simões, professor da Unesp, ressaltou a condução e o apoio institucional que viabilizaram a realização.

Já o Major Rangel Moreira Gregório, do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, classificou o encontro como um “brilhante evento”, destacando a relevância da iniciativa para o setor.

Major Rangel Moreira Gregório

Para Fernanda Abílio, diretora executiva da Florestar, o sucesso do evento é resultado de uma construção coletiva. “Reuniu diferentes visões e experiências em torno de uma agenda que exige cada vez mais coordenação e consistência”, afirmou.

Fernanda Abílio

Tecnologia e inovação impulsionam o setor

A presença de empresas e soluções tecnológicas reforçou o papel da inovação no enfrentamento dos incêndios florestais. Daniel Santos, da OroraTech, destacou o crescimento do evento e sugeriu avanços para as próximas edições, como maior tempo para debates e interação com o público.

Daniel Santos

Luiz Ribeiro Bueno, da Suzano, também apontou o potencial de expansão. “É gratificante observar a integração e a visão estratégica entre entidades públicas e privadas”, disse, destacando a possibilidade de um evento ainda maior, com mais espaço para exposição de tecnologias.

Luiz Bueno

Evento mira crescimento e consolidação

Com avaliação amplamente positiva, o No Fire Brasil segue em trajetória de crescimento e consolidação como o principal evento do país voltado ao tema.

O organizador do evento, Paulo Cardoso, destacou a importância da edição presencial:
“Depois de anos fazendo o congresso No Fire Brasil online, a experiência de realizar o evento presencialmente foi muito gratificante. Graças à parceria com a Unesp e com a Florestar, conseguimos promover um evento de excelência, com informações de alta qualidade, público qualificado e a presença de oito das principais empresas florestais do país. Já estamos programando a edição de 2027.”

Paulo Cardoso

Para Lúcio Flávio Gracino, da umgrauemeio, o formato presencial superou expectativas. “A qualidade do público e as trocas genuínas foram o ponto alto. Saio com muitos insights e novas conexões”, afirmou.

Lucio Flavio

Diante dos desafios crescentes relacionados aos incêndios florestais, iniciativas como o No Fire Brasil ganham ainda mais relevância. Ao reunir conhecimento, tecnologia e integração institucional, o evento se posiciona como peça-chave na construção de estratégias mais eficientes e sustentáveis para o futuro.