(Reuters) – A Suzano comunicou nesta quinta-feira que foram obtidas todas as aprovações das autoridades antitruste para sua joint venture de US$3,4 bilhões com a gigante de bens de consumo Kimberly-Clark.
A companhia acrescentou que o fechamento da operação permanece condicionado à conclusão da reorganização societária da Kimberly-Clark na América do Sul, América Central, Irlanda, Reino Unido, Europa, África, Oriente Médio, Ásia, incluindo Sudeste Asiático e Oceania (regiões incluídas). Mas reiterou a expectativa de fechamento do negócio no terceiro trimestre de 2026.
Relacionadas
Mais cedo, o órgão de fiscalização da concorrência do Reino Unido disse que não encaminhará a proposta de joint venture entre as empresas para uma investigação de Fase 2.
No fato relevante desta quinta-feira, a Suzano reforçou que a joint venture será titular dos ativos relativos aos negócios de fabricação, marketing, distribuição e venda de produtos “tissue”, tais como papel higiênico, toalhas de papel, guardanapos, lenços de papel, bem como outros produtos de papel nas regiões incluídas, com exceção de alguns países localizados nessas regiões que estão excluídos do perímetro da operação.
Pelo acordo, a Suzano terá 51% da nova empresa e a Kimberly-Clark os 49% remanescentes. A Kimberly-Clark manterá seus ativos das linhas de “family care” e “professional business” na América do Norte, bem como certas joint ventures mantidas com terceiros em outras localidades que estão fora do escopo da operação.
(Reportagem de Michael Suzin em Barcelona e Raechel Thankam Job em Bengaluru; edição de Paula Arend Laier)






