Complexo de celulose de US$ 1,84 bilhão é projetado em Alto Araguaia

Projeto prevê fábrica e terminal ferroviário

O plano inclui produção de celulose a partir de eucalipto, um ramal ferroviário próprio e um terminal de cargas sobre trilhos para o escoamento da produção. O cronograma informado prevê cotações de equipamentos em agosto, lançamento dos documentos de licitação em outubro, início das obras em dezembro de 2027 e conclusão em dezembro de 2028.

A engenharia conta com consultoria da AFRY Brasil, enquanto os estudos ambientais são conduzidos pela Yama Engambi. Valmet e ANDRITZ Brasil estão entre as empresas avaliadas como possíveis fornecedoras de tecnologia.

Segundo dados divulgados pela Industrial Info Resources, o projeto está na fase de licenciamentos ambiental, governamental e financeiro, prevista para se estender até janeiro de 2027. A aprovação do investimento é esperada para junho de 2027.

Projeto prevê fábrica e terminal ferroviário

O plano inclui produção de celulose a partir de eucalipto, um ramal ferroviário próprio e um terminal de cargas sobre trilhos para o escoamento da produção. O cronograma informado prevê cotações de equipamentos em agosto, lançamento dos documentos de licitação em outubro, início das obras em dezembro de 2027 e conclusão em dezembro de 2028.

A engenharia conta com consultoria da AFRY Brasil, enquanto os estudos ambientais são conduzidos pela Yama Engambi. Valmet e ANDRITZ Brasil estão entre as empresas avaliadas como possíveis fornecedoras de tecnologia.

A pedra fundamental do Projeto Sucuriú foi lançada em abril de 2025, com previsão de início das operações no final de 2027. Em Bataguassu, a Bracell planeja uma unidade com capacidade de 2,5 milhões de toneladas por ano. Em janeiro de 2026, o Governo de Mato Grosso do Sul informou que o empreendimento havia obtido licença prévia e aguardava a licença de instalação.

A estrutura ferroviária prevista para Alto Araguaia acompanha a necessidade de movimentar grandes volumes de madeira, insumos e celulose. O cenário amplia a importância de infraestrutura, fornecedores, transporte e mão de obra para os projetos do setor no Centro-Oeste.

De acordo com dados do Imasul, a Suzano opera três unidades em Mato Grosso do Sul: duas em Três Lagoas e uma em Ribas do Rio Pardo. A cadeia reúne indústrias, fornecedores, transporte, serviços especializados, mão de obra e base florestal de eucalipto.

Novos projetos avançam na região

Em Ribas do Rio Pardo, a Suzano implantou o Projeto Cerrado, com capacidade aproximada de 2,55 milhões de toneladas de celulose por ano. Em Inocência, a Arauco desenvolve o Projeto Sucuriú, estimado em US$ 4,6 bilhões, cerca de R$ 25 bilhões, e com capacidade projetada de 3,5 milhões de toneladas anuais.

A pedra fundamental do Projeto Sucuriú foi lançada em abril de 2025, com previsão de início das operações no final de 2027. Em Bataguassu, a Bracell planeja uma unidade com capacidade de 2,5 milhões de toneladas por ano. Em janeiro de 2026, o Governo de Mato Grosso do Sul informou que o empreendimento havia obtido licença prévia e aguardava a licença de instalação.

A estrutura ferroviária prevista para Alto Araguaia acompanha a necessidade de movimentar grandes volumes de madeira, insumos e celulose. O cenário amplia a importância de infraestrutura, fornecedores, transporte e mão de obra para os projetos do setor no Centro-Oeste.

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